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	<title>Estilos Arquitetônicos &#8211; Estilos Arquitetônicos</title>
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	<description>Uma visão geral sobre os mais variados estilos arquitetônicos e algumas críticas à arquitetura contemporânea.</description>
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		<title>Como era o interior de um Castelo Medieval?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[estilosarquitetonicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Aug 2025 09:31:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilos Arquitetônicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Veja como eram os interiores dos Castelos Medievais através de uma incrível ilustração. <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/como-era-o-interior-de-um-castelo-medieval/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Você sente aquela atração por histórias medievais envolvendo cavalheiros, princesas e castelos? Gosta do estilo e sempre se perguntou como eram os interiores dos castelos?</p>
<p>A imagem abaixo mostra com riqueza de detalhes como era o interior de um Castelo Medieval.</p>
<p><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2025/08/interior-de-um-castelo-medieval-scaled.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-2065" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2025/08/interior-de-um-castelo-medieval-1024x659.jpg" alt="" width="640" height="412" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2025/08/interior-de-um-castelo-medieval-1024x659.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2025/08/interior-de-um-castelo-medieval-300x193.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2025/08/interior-de-um-castelo-medieval-768x494.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2025/08/interior-de-um-castelo-medieval-1536x988.jpg 1536w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2025/08/interior-de-um-castelo-medieval-2048x1317.jpg 2048w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a></p>
<p>Para visualizar melhor a ilustração, abra esta página num computador e clique na imagem para ampliá-la.</p>
<p>Na postagem original atribuíram a origem do corte acima ao livro da capa abaixo, mas um dos comentaristas postou:</p>
<p>Embora haja várias ótimas seções transversais de castelos tanto no livro de Biesty de 1994 &#8220;<strong>Castle</strong>&#8221; (com Richard Platt) quanto em sua obra de 2014 &#8220;<strong>Castles</strong>&#8221; (com Meredith Hooper), o desenho acima é, na verdade, das pp. 4-5 de seu livro de 1995 &#8220;<strong>Stephen Biesty&#8217;s Incredible Cross-Sections</strong>&#8220;.</p>
<p><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2025/08/livro-sobre-castelos-medievais.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-2066" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2025/08/livro-sobre-castelos-medievais.jpg" alt="" width="640" height="853" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2025/08/livro-sobre-castelos-medievais.jpg 675w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2025/08/livro-sobre-castelos-medievais-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a></p>
<p>Veja também: <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/estilo-chateau/">Estilo Château (castelesco)</a></p>
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		<title>Árvores, Paisagismo e Arquitetura</title>
		<link>https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arvores-paisagismo-e-arquitetura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[estilosarquitetonicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2020 05:40:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilos Arquitetônicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Gosto de árvores, reconheço a importância delas para o meio ambiente, não gosto que sejam cortadas, e reconheço o quanto as cidades brasileiras são desarborizadas. Dito isto, segue uma ponderação sobre o plantio de árvores diante de casas e edifícios, &#8230; <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arvores-paisagismo-e-arquitetura/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Gosto de árvores, reconheço a importância delas para o meio ambiente, não gosto que sejam cortadas, e reconheço o quanto as cidades brasileiras são desarborizadas.</strong></p>
<p>Dito isto, segue uma <strong>ponderação</strong> sobre o plantio de árvores diante de casas e edifícios, do ponto de vista cotidiano, estético e paisagístico.</p>
<p>Árvores plantadas na frente das casas e edifícios normalmente geram mais problemas do que benefícios.</p>
<p>Árvores de porte médio ou grande têm raízes que vão destruir as calçadas e muros próximos conforme os anos vão se passando e a árvore, crescendo.</p>
<p>A cada mudança de estação, calçadas e pátios se enchem de folhas secas e frutas caídas apodrecendo.</p>
<p>Os galhos, ao crescerem demais, podem encostar na fiação elétrica dos postes.</p>
<p>Árvores muito velhas (são seres vivos, envelhecem e morrem) podem cair com ventanias, causando danos e prejuízos.</p>
<p>Se o imóvel possui uma fachada bonita, especialmente os imóveis antigos (fachada bonita para imóveis recentes é quase um contra-senso) as árvores vão esconder e ocultar a beleza do imóvel.</p>
<div id="attachment_1651" style="width: 730px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1651" class="size-full wp-image-1651" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/árvores.jpg" alt="árvores" width="720" height="404" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/árvores.jpg 720w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/árvores-300x168.jpg 300w" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-1651" class="wp-caption-text">Igrejinha de itajaí</p></div>
<div id="attachment_1661" style="width: 715px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1661" class="size-full wp-image-1661" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Igrejinha-de-itajaí.jpg" alt="Igrejinha de itajaí" width="705" height="960" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Igrejinha-de-itajaí.jpg 705w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Igrejinha-de-itajaí-220x300.jpg 220w" sizes="auto, (max-width: 705px) 100vw, 705px" /><p id="caption-attachment-1661" class="wp-caption-text">Igrejinha de itajaí</p></div>
<div id="attachment_1652" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1652" class="size-large wp-image-1652" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Banco-Central-Caixa-de-Amortização-Foto-Michelle-Guimarães-1024x558.jpg" alt="Banco Central - Caixa de Amortização - Foto-Michelle Guimarães" width="640" height="349" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Banco-Central-Caixa-de-Amortização-Foto-Michelle-Guimarães-1024x558.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Banco-Central-Caixa-de-Amortização-Foto-Michelle-Guimarães-300x164.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Banco-Central-Caixa-de-Amortização-Foto-Michelle-Guimarães-768x419.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Banco-Central-Caixa-de-Amortização-Foto-Michelle-Guimarães-1536x837.jpg 1536w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Banco-Central-Caixa-de-Amortização-Foto-Michelle-Guimarães.jpg 1708w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1652" class="wp-caption-text">Antigo Banco Central &#8211; Foto: Michelle Guimarães</p></div>
<div id="attachment_1653" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1653" class="size-large wp-image-1653" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Casa-da-Moeda-1890-Marc-Ferrez-1024x792.jpg" alt="Casa da Moeda - 1890 - Marc Ferrez" width="640" height="495" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Casa-da-Moeda-1890-Marc-Ferrez-1024x792.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Casa-da-Moeda-1890-Marc-Ferrez-300x232.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Casa-da-Moeda-1890-Marc-Ferrez-768x594.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Casa-da-Moeda-1890-Marc-Ferrez.jpg 1027w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1653" class="wp-caption-text">Casa da Moeda ~1920 &#8211; Marc Ferrez</p></div>
<div id="attachment_1655" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1655" class="wp-image-1655 size-large" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Edifício-IPHAN-Rio-de-Janeiro-1024x768.jpg" alt="Edifício IPHAN - Rio de Janeiro" width="640" height="480" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Edifício-IPHAN-Rio-de-Janeiro-1024x768.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Edifício-IPHAN-Rio-de-Janeiro-300x225.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Edifício-IPHAN-Rio-de-Janeiro-768x576.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Edifício-IPHAN-Rio-de-Janeiro-1536x1152.jpg 1536w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Edifício-IPHAN-Rio-de-Janeiro.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1655" class="wp-caption-text">Edifício IPHAN &#8211; Rio de Janeiro</p></div>
<div id="attachment_1656" style="width: 586px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1656" class="wp-image-1656 size-full" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/prédio1.jpg" alt="Edifício IPHAN - Rio de Janeiro" width="576" height="600" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/prédio1.jpg 576w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/prédio1-288x300.jpg 288w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /><p id="caption-attachment-1656" class="wp-caption-text">Edifício IPHAN &#8211; Rio de Janeiro ~1920</p></div>
<div id="attachment_1852" style="width: 648px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Museu-de-Belas-Artes-Avenida-Rio-Branco-Rio-de-Janeiro.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1852" class="size-full wp-image-1852" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Museu-de-Belas-Artes-Avenida-Rio-Branco-Rio-de-Janeiro.jpg" alt="Museu de Belas Artes - Avenida Rio Branco - Rio de Janeiro" width="638" height="893" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Museu-de-Belas-Artes-Avenida-Rio-Branco-Rio-de-Janeiro.jpg 638w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Museu-de-Belas-Artes-Avenida-Rio-Branco-Rio-de-Janeiro-214x300.jpg 214w" sizes="auto, (max-width: 638px) 100vw, 638px" /></a><p id="caption-attachment-1852" class="wp-caption-text">Museu de Belas Artes &#8211; Avenida Rio Branco &#8211; Rio de Janeiro</p></div>
<div id="attachment_1659" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1659" class="wp-image-1659 size-large" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Casa-em-Charleston-1024x683.jpg" alt="Casa em Charleston" width="640" height="427" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Casa-em-Charleston-1024x683.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Casa-em-Charleston-300x200.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Casa-em-Charleston-768x513.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Casa-em-Charleston.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1659" class="wp-caption-text">Casa em Charleston</p></div>
<div id="attachment_1658" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1658" class="wp-image-1658 size-large" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Casa-em-Charleston-Detalhes-1024x683.jpg" alt="Casa em Charleston" width="640" height="427" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Casa-em-Charleston-Detalhes-1024x683.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Casa-em-Charleston-Detalhes-300x200.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Casa-em-Charleston-Detalhes-768x513.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Casa-em-Charleston-Detalhes.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1658" class="wp-caption-text">Casa em Charleston &#8211; Riqueza de Detalhes escondidos pela vegetação</p></div>
<p><a href="https://www.facebook.com/historicalhomesofamerica/posts/3323493307701296">Imagens</a></p>
<div id="attachment_1715" style="width: 760px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1715" class="size-full wp-image-1715" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/arvores-arquitetura.jpg" alt="Largo de São Francisco" width="750" height="937" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/arvores-arquitetura.jpg 750w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/arvores-arquitetura-240x300.jpg 240w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p id="caption-attachment-1715" class="wp-caption-text">Largo de São Francisco</p></div>
<h2>Uma sugestão para o Plantio de Árvores</h2>
<p>Quando plantar uma árvore, faça o que ninguém costuma fazer: <strong>Imagine como ela vai estar daqui a 10 ou 20 anos</strong>, grande e frondosa.</p>
<p>Uma árvore média ocupa uma área de +/- 6 metros de diâmetro. Certifique-se que não há nada dentro de um raio de 3 metros em torno da árvore.</p>
<p>As raízes ocuparão 1 metro quadrado (não concrete a calçada ou piso muito perto dela).</p>
<div id="attachment_1903" style="width: 586px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/P_20200719_164129-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1903" class="size-large wp-image-1903" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/P_20200719_164129-576x1024.jpg" alt="Espaçosa" width="576" height="1024" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/P_20200719_164129-576x1024.jpg 576w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/P_20200719_164129-169x300.jpg 169w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/P_20200719_164129-768x1365.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/P_20200719_164129-864x1536.jpg 864w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/P_20200719_164129-1152x2048.jpg 1152w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/P_20200719_164129-scaled.jpg 1440w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /></a><p id="caption-attachment-1903" class="wp-caption-text">Espaçosa</p></div>
<p>Ela deve crescer uns 4 a 6 metros de altura. Olhe pra cima e veja se não há fiação elétrica próxima na qual ela possa encostar nos próximos anos.</p>
<p>Não plante nada imediatamente a frente da fachada do imóvel.</p>
<p>Se for um imóvel comercial, o ideal é não plantar árvores. Árvores e a dinâmica econômica quase nunca combinam e no futuro você se verá obrigado a remover a árvore, com peso no coração.</p>
<p>Se for plantar, escolha árvores de pequeno porte, e tenha certeza que ela não vai atrapalhar a visibilidade do estabelecimento, especialmente vitrines, entrada e letreiros.</p>
<div id="attachment_1657" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Plantio-planejado-Levando-em-conta-a-fachada-do-imóvel.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1657" class="wp-image-1657 size-large" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Plantio-planejado-Levando-em-conta-a-fachada-do-imóvel-1024x489.jpg" alt="Plantio planejado - Levando em conta a fachada do imóvel" width="640" height="306" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Plantio-planejado-Levando-em-conta-a-fachada-do-imóvel-1024x489.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Plantio-planejado-Levando-em-conta-a-fachada-do-imóvel-300x143.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Plantio-planejado-Levando-em-conta-a-fachada-do-imóvel-768x367.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Plantio-planejado-Levando-em-conta-a-fachada-do-imóvel.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-1657" class="wp-caption-text">Plantio planejado &#8211; Levando em conta a fachada do imóvel</p></div>
<p><a href="https://www.facebook.com/historicalhomesofamerica/posts/3328758003841493">Imagem</a></p>
<h3>Fiação Elétrica</h3>
<p>A fiação elétrica é outra coisa que enfeia nosso ambiente urbano e compromete a visibilidade das fachadas dos imóveis. Mas é algo insolúvel.</p>
<div id="attachment_1654" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1654" class="size-large wp-image-1654" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Rua-do-Brum-com-a-Rua-do-Observatório-no-Bairro-do-Recife-centro-do-Recife.-Foto-de-Bráulio-Moura-1024x768.jpg" alt="Rua do Brum com a Rua do Observatório, no Bairro do Recife, centro do Recife. Foto de Bráulio Moura" width="640" height="480" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Rua-do-Brum-com-a-Rua-do-Observatório-no-Bairro-do-Recife-centro-do-Recife.-Foto-de-Bráulio-Moura-1024x768.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Rua-do-Brum-com-a-Rua-do-Observatório-no-Bairro-do-Recife-centro-do-Recife.-Foto-de-Bráulio-Moura-300x225.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Rua-do-Brum-com-a-Rua-do-Observatório-no-Bairro-do-Recife-centro-do-Recife.-Foto-de-Bráulio-Moura-768x576.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Rua-do-Brum-com-a-Rua-do-Observatório-no-Bairro-do-Recife-centro-do-Recife.-Foto-de-Bráulio-Moura.jpg 1440w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1654" class="wp-caption-text">Centro de Recife. Foto: Bráulio Moura</p></div>
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		<title>Da Bauhaus ao Nosso Caos &#8211; Livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[estilosarquitetonicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2020 04:21:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilos Arquitetônicos]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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					<description><![CDATA[Totalitária, arrogante e repressora dos impulsos naturais. Para o jornalista e romancista Tom Wolfe, a arquitetura do século XX, após a efervescência intelectual da Bauhaus, nas primeiras décadas, passou a produzir prédios que agradam aos críticos de arte e às &#8230; <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/da-bauhaus-ao-nosso-caos-livro/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_954" style="width: 355px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-954" class="size-full wp-image-954" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/05/livro-da-bauhaus-ao-nosso-caos.jpg" alt="Da Bauhaus ao nosso Caos" width="345" height="500" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/05/livro-da-bauhaus-ao-nosso-caos.jpg 345w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/05/livro-da-bauhaus-ao-nosso-caos-207x300.jpg 207w" sizes="auto, (max-width: 345px) 100vw, 345px" /><p id="caption-attachment-954" class="wp-caption-text">Da Bauhaus ao nosso Caos</p></div>
<p>Totalitária, arrogante e repressora dos impulsos naturais.</p>
<p>Para o jornalista e romancista Tom Wolfe, a arquitetura do século XX, após a efervescência intelectual da Bauhaus, nas primeiras décadas, passou a produzir prédios que agradam aos críticos de arte e às escolas de arquitetura, mas são abominados por mais da metade das pessoas que neles moram.</p>
<p>O que mudou de lá para cá? Segundo Wolfe, uma premissa básica. Antes, o arquiteto procurava interpretar as fantasias do cliente. Depois, passou a impor ao cliente suas próprias e requintadas fantasias. Da Bauhaus ao nosso caos é uma bem humorada incursão à história dos arranha-céus, do concreto, do vidro, do alumínio e da teoria que os elegeu como elementos ideais para as habitações do nosso tempo. Tudo isso com a irreverência, a criatividade e a elegância características do autor de A fogueira das vaidades.</p>
<p><b>Autor:</b> <a href="https://web.archive.org/web/20070310151925/http://www.rocco.com.br/shopping/ExibirAutor.asp?Autor_ID=530">Tom Wolfe</a><br />
<b>Tradução:</b>Lya Wyler<br />
<b>ISBN:</b>85-325-0019-6<br />
<b>Páginas:</b>104<br />
<b>Formato : </b>14&#215;21</p>
<p><a href="https://www.amazon.com.br/gp/search?ie=UTF8&amp;tag=ronaud-20&amp;linkCode=ur2&amp;linkId=fc0744a3248a9d2e2598fdfff513f9ba&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;index=books&amp;keywords=Da Bauhaus ao nosso Caos" target="_blank" rel="noopener"><strong>COMPRAR LIVRO NA AMAZON</strong></a> <strong><img loading="lazy" decoding="async" style="border: none !important; margin: 0px !important;" src="//ir-br.amazon-adsystem.com/e/ir?t=ronaud-20&amp;l=ur2&amp;o=33" alt="" width="1" height="1" border="0" /></strong></p>
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		<title>A arquitetura neoclássica é brega?</title>
		<link>https://www.estilosarquitetonicos.com.br/a-arquitetura-neo-classica-e-brega/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[estilosarquitetonicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Sep 2017 16:35:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilos Arquitetônicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Nas últimas décadas, devido à onipresença da mídia nas nossas vidas &#8211; televisão, filmes, livros, imprensa, moda, sites &#8211; e sobretudo, na nossa formação intelectual, com uma mensagem sempre mais homogênea em torno do politicamente correto e também da busca &#8230; <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/a-arquitetura-neo-classica-e-brega/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nas últimas décadas, devido à onipresença da mídia nas nossas vidas &#8211; televisão, filmes, livros, imprensa, moda, sites &#8211; e sobretudo, na nossa formação intelectual, com uma mensagem sempre mais homogênea em torno do p<em>oliticamente correto</em> e também da busca consumista pela <em>última versão das coisas</em>, não é difícil que adotemos como se fossem autenticamente nossos, valores e visões tidos normalmente como <em>atuais</em>, <em>acertados,</em> como se expressassem uma visão supostamente avançada, contemporânea, consciente e crítica das coisas, quando mal passam de valores coletivizados e fortemente enraizados nessa espécie de mente coletiva que chamam de <em>opinião pública</em>, por algumas poucas pessoas com certo poder, sejam burocratas, sejam capitalistas em busca do lucro.</p>
<p>No campo das artes, e aqui, especificamente, da arquitetura, não é difícil perceber esta situação. Vemos a todo momento obras e projetos considerados autênticos e originais, quando não passam, a bem da verdade, de trabalhos basicamente&#8230; <em>feios</em>, ainda que sejam inusitados e &#8220;diferentes&#8221;.</p>
<p>E baseados nessa onda de trabalhos novos e originais, somos capazes de julgar que trabalhos tradicionais são feios e ultrapassados, quando na verdade, estes sim guardam algum zelo com uma estética superior, enquanto os trabalhos contemporâneos nada mais resultam além de tentativas fracassadas de oferecer uma estética pobre e carente de um fundamento mais humano e significativo.</p>
<p>É claro que houve no passado muitas construções tradicionais, porém feias, assim como há, também, atualmente, alguns poucos trabalhos geometrizados, minimalistas ou orgânicos, visualmente enxutos, porém agradáveis aos olhos.</p>
<p>Mas de modo geral, em qualquer cidade turística, é ao redor dos prédios tradicionais, e não ao redor dos arranha-céus contemporâneos (ou já nem tão contemporâneos) que as multidões de turistas se amontoam para apreciar.</p>
<p>Nessa linha, percebe-se atualmente, <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/category/resgates-dos-estilos-tradicionais/">de forma ainda individual e tímida, o esforço de alguns construtores para agregarem componentes neoclássicos (ou de outros estilos) em suas obras, para alcançarem um resultado estético mais elaborado e, portanto, <strong>bonito</strong></a>.</p>
<p>Sobre estes trabalhos, já ouvi o infeliz juízo de &#8220;<a href="http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?p=97864174#post97864174">penteadeira de puta</a>&#8220;, o qual recebeu esta bela resposta, os parênteses são meus:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-493 size-medium" src="http://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/penteadeira-de-puta-200x300.jpg" alt="Penteadeira de Puta" width="200" height="300" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/penteadeira-de-puta-200x300.jpg 200w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/penteadeira-de-puta.jpg 533w" sizes="auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px" /></p>
<blockquote><p><b>Sinceramente, eu não entendo uma certa crítica que certas pessoas têm com a arquitetura neo(</b><span style="color: #000000;"><b>clássica</b></span><b>) de muitos lançamentos de Balneário (Camboriú)&#8230; Quando é postado blocões com paredes cegas nas laterais e meia duzia de janelinha de banheiro na fachada em qualquer cidade do Brasil, o povo aqui aplaude diz que é uma maravilha, agora eu posto um lançamento de uma das maiores construtoras do Brasil, um empreendimento de alto patrão, e com uma arquitetura talvez duvidosa, mas muuuito melhor que muitos empreendimentos por ai, o povo massacra, fica exigente, diz que a lateral tá isso, que a base é aquilo&#8230; enfim não consigo entender essa exigência&#8230; arquitetura vai alem de cimento e tijolo, o estilo do prédio reflete toda uma história e cultura da cidade de Balneário, arquitetura &#8220;neo&#8221; aqui é sinônimo de luxo e assim vai ser por muito tempo&#8230;</b></p>
<p><strong>Por que em vez de entrar aqui no meu thread e dizer que ele te dá ânsia, você não vai procurar seus blocões lindos e comentar o quanto a &#8220;arquitetura&#8221; deles é maravilhosa, somente pelo fato deles não serem neoclássicos?</strong></p></blockquote>
<p>O fato é, que para quem tem alguma sensibilidade estética fundamentada por um mínimo de conhecimento sobre nossa tradição artística ocidental, tais prédios, com alguns requintes neoclássicos, oferecem muito mais &#8220;graça&#8221; para seus arredores, do que esta ainda maioria de prédios <em>modernistas</em>, <em>brutalistas</em> ou, vá lá, &#8220;<em>pós-modernos</em>&#8220;, desprovidos de qualquer traço de ordem, que venha a refletir-se em alguma harmonia estética.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-494 size-medium" src="http://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/penteadeira-de-meninas-virgens-300x251.jpg" alt="Penteadeira de Meninas Virgens" width="300" height="251" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/penteadeira-de-meninas-virgens-300x251.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/penteadeira-de-meninas-virgens.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Se traços decorativos, presentes em fachadas, trazem consigo elementos de ordens estéticas milenares e são considerados &#8220;bregas&#8221;, só posso concluir que é então atrás do brega que todos devemos correr, sem pestanejar.</p>
<p>Porque nas formas simplórias e econômicas das fachadas modernistas, nos excessos de curvas despropositadas da arquitetura orgânica, nas formas robustas e volumosas dos prédios brutalistas ou ainda &#8211; e especialmente &#8211; nos exercícios imaginativos com formas geométricas sem sentido das construções contemporâneas, tudo que conseguimos compreender, sempre após um esforço hercúleo e fracassado de compreensão, é que se assemelham àquela criança que faz seu primeiro trabalho artístico, naturalmente caótico e sem sentido, e corre em direção ao pai em busca de algum reconhecimento, que lhe é concedido sempre por amor e consideração, e nunca por esperar que de uma criança surja um resultado estético avançado e digno de reverência.</p>
<p>Outra discussão sobre o tema, <a href="https://portoimagem.wordpress.com/2012/07/17/arquitetura-ascensao-e-queda-do-neoclassico/">aqui</a>.</p>
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		<title>Arquitetura Contemporânea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[estilosarquitetonicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2017 16:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilos Arquitetônicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Arquitetura contemporânea é a arquitetura do século XXI. Nenhum estilo único é dominante; os arquitetos contemporâneos estão trabalhando em vários estilos diferentes, do pós-modernismo e da arquitetura high-tech às formas e desenhos altamente conceituais e expressivos, assemelhando-se à esculturas em &#8230; <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-contemporanea/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Arquitetura contemporânea é a arquitetura do século XXI.</p>
<p>Nenhum estilo único é dominante; os arquitetos contemporâneos estão trabalhando em vários estilos diferentes, do <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-pos-moderna/">pós-modernismo</a> e da <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-high-tech-industrial-style/">arquitetura high-tech</a> às formas e desenhos altamente conceituais e expressivos, <strong>assemelhando-se à esculturas em uma escala monumental</strong>. Os diferentes estilos e abordagens têm em comum o uso de tecnologia muito avançada e materiais de construção modernos, como a estrutura de tubos, que permite a construção de edifícios mais altos, mais leves e mais fortes do que os do século XX, e o uso de novas técnicas de construção como projeto assistido por computador, que permite que os edifícios sejam projetados e modelados em computadores em três dimensões e construídos com mais precisão e velocidade.</p>
<div id="attachment_1413" style="width: 693px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1413" class="size-full wp-image-1413" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Evolution-Tower-in-Moscow.jpg" alt="Fetiche pelo pano de limpeza torcido" width="683" height="1014" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Evolution-Tower-in-Moscow.jpg 683w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Evolution-Tower-in-Moscow-202x300.jpg 202w" sizes="auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px" /><p id="caption-attachment-1413" class="wp-caption-text">Evolution Tower &#8211; Moscou</p></div>
<p>Os edifícios e estilos contemporâneos variam muito. Alguns apresentam estruturas de concreto envoltas em telas de vidro ou alumínio, fachadas muito assimétricas e seções em balanço que pairam sobre a rua. Os arranha-céus torcem ou quebram facetas de cristal. As fachadas foram projetadas para brilhar ou mudar de cor em diferentes momentos do dia.</p>
<div id="attachment_1477" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1477" class="size-large wp-image-1477" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Beijing-National-Stadium-Herzog-de-Meuron-ArupSport-China-Architectural-Design-Research-Group-1024x592.jpg" alt="Beijing National Stadium - Herzog &amp; de Meuron, ArupSport, China Architectural Design &amp; Research Group" width="640" height="370" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Beijing-National-Stadium-Herzog-de-Meuron-ArupSport-China-Architectural-Design-Research-Group-1024x592.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Beijing-National-Stadium-Herzog-de-Meuron-ArupSport-China-Architectural-Design-Research-Group-300x173.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Beijing-National-Stadium-Herzog-de-Meuron-ArupSport-China-Architectural-Design-Research-Group-768x444.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Beijing-National-Stadium-Herzog-de-Meuron-ArupSport-China-Architectural-Design-Research-Group.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1477" class="wp-caption-text">Beijing National Stadium</p></div>
<p>Enquanto os principais monumentos da arquitetura moderna no século XX estavam concentrados principalmente nos Estados Unidos e na Europa Ocidental, a arquitetura contemporânea é global; novos edifícios importantes foram construídos na China, Rússia, América Latina e particularmente nos estados árabes do Golfo Pérsico; o Burj Khalifa em Dubai é o edifício mais alto do mundo em 2019 e a Torre de Xangai na China é o segundo mais alto.</p>
<div id="attachment_1478" style="width: 1010px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1478" class="size-full wp-image-1478" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Hard-Rock-Hotel-Singapore..jpg" alt="Hard Rock Hotel - Singapore." width="1000" height="667" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Hard-Rock-Hotel-Singapore..jpg 1000w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Hard-Rock-Hotel-Singapore.-300x200.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Hard-Rock-Hotel-Singapore.-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><p id="caption-attachment-1478" class="wp-caption-text">Hard Rock Hotel &#8211; Singapore.</p></div>
<p>A maioria dos marcos da arquitetura contemporânea são obras de um pequeno grupo de arquitetos que trabalham em escala internacional. Muitos foram projetados por arquitetos já famosos no final do século XX, incluindo Mario Botta, Frank Gehry, Jean Nouvel, Norman Foster, Ieoh Ming Pei e Renzo Piano, enquanto outros são obra de uma nova geração nascida durante ou após a Segunda Guerra Mundial, incluindo Zaha Hadid, Santiago Calatrava, Daniel Libeskind, Jacques Herzog, Pierre de Meuron, Rem Koolhaas e Shigeru Ban.</p>
<div id="attachment_1479" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1479" class="size-full wp-image-1479" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-World-Trade-Center-Transportation-Hub-in-New-York-City-by-Santiago-Calatrava-2016.png" alt="The World Trade Center Transportation Hub in New York City, by Santiago Calatrava (2016)" width="1024" height="768" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-World-Trade-Center-Transportation-Hub-in-New-York-City-by-Santiago-Calatrava-2016.png 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-World-Trade-Center-Transportation-Hub-in-New-York-City-by-Santiago-Calatrava-2016-300x225.png 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-World-Trade-Center-Transportation-Hub-in-New-York-City-by-Santiago-Calatrava-2016-768x576.png 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1479" class="wp-caption-text">The World Trade Center Transportation Hub in New York City</p></div>
<p>Outros projetos são obra de coletivos de vários arquitetos, como UNStudio e SANAA, ou agências multinacionais gigantes como Skidmore, Owings &amp; Merrill, com trinta arquitetos associados e grandes equipes de engenheiros e designers, e Gensler, com 5.000 funcionários em 16 países.</p>
<div id="attachment_1405" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1405" class="size-full wp-image-1405" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imperial-War-Museum-North-in-Manchester-England-by-Daniel-Libeskind-2002.jpg" alt="Tudo. A mesma. Bosta" width="1024" height="768" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imperial-War-Museum-North-in-Manchester-England-by-Daniel-Libeskind-2002.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imperial-War-Museum-North-in-Manchester-England-by-Daniel-Libeskind-2002-300x225.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Imperial-War-Museum-North-in-Manchester-England-by-Daniel-Libeskind-2002-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1405" class="wp-caption-text">Volumetria ilegível num primeiro contato</p></div>
<p>Paralelamente, uma contracultura à arquitetura modernista e pós-modernista que dominou a segunda metade do século XX se desenvolveu durante esse período. O século XXI viu a criação de várias organizações dedicadas à promoção da arquitetura local e tradicional. Tais organizações incluem a Rede Internacional de Edifícios, Arquitetura e Urbanismo Tradicionais (INTBAU), o Instituto de Arquitetura e Arte Clássica (ICAA) e o Prêmio Richard H. Driehaus.</p>
<div id="attachment_1483" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1483" class="size-full wp-image-1483" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Meadows-Museum-in-Dallas-Texas.jpg" alt="Meadows Museum in Dallas - Texas" width="1024" height="768" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Meadows-Museum-in-Dallas-Texas.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Meadows-Museum-in-Dallas-Texas-300x225.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Meadows-Museum-in-Dallas-Texas-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1483" class="wp-caption-text">Meadows Museum in Dallas &#8211; Texas &#8211; Novo Classicismo</p></div>
<p>Arquitetos proeminentes desse novo movimento tradicional incluem Michael Graves, Léon Krier, Yasmeen Lari, Robert Stern e Abdel-Wahed El-Wakil, <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetos-tradicionalistas-atuais/">entre outros</a>.</p>
<h2>As Características da Arquitetura Contemporânea</h2>
<h3>Tecnologia</h3>
<p>A arquitetura contemporânea conta com o uso de materiais e de tecnologias avançadas da construção civil. Peças ornamentais feitas com materiais resistentes — com estrutura em metal e acabamento em fibra sintética, aliando força e beleza. Os programas específicos para a elaboração de projetos também se tornaram muito importantes para todas as etapas da criação, já que ajudam na economia e na flexibilidade do trabalho.</p>
<div id="attachment_1480" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1480" class="size-large wp-image-1480" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/One-World-Trade-Center-680x1024.jpg" alt="One World Trade Center" width="640" height="964" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/One-World-Trade-Center-680x1024.jpg 680w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/One-World-Trade-Center-199x300.jpg 199w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/One-World-Trade-Center-768x1157.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/One-World-Trade-Center.jpg 788w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1480" class="wp-caption-text">One World Trade Center</p></div>
<h3>Sustentabilidade</h3>
<p>Desde o século passado vivemos um hiper-desenvolvimento industrial e urbano, o que exigiu recursos naturais num volume tal que o planeta é incapaz de atender por muito mais tempo. Portanto, a <em>sustentabilidade</em> se tornou palavra de ordem na arquitetura contemporânea.</p>
<p>Atualmente, busca-se utilizar a luz natural para economia de energia; usa-se materiais recicláveis e resistentes, o que evita a troca e o descarte compulsivo; Continua-se a prática modernista de se fazer mais com menos; utiliza-se muito o vidro, como forma de permitir a integração entre os espaços internos e externos; Paisagismo também é utilizado com inteligência.</p>
<div id="attachment_1481" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1481" class="size-full wp-image-1481" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Parede-Verde-na-Escola-de-Artes-Singapura.jpg" alt="Parede Verde na Escola de Artes - Singapura" width="800" height="762" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Parede-Verde-na-Escola-de-Artes-Singapura.jpg 800w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Parede-Verde-na-Escola-de-Artes-Singapura-300x286.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Parede-Verde-na-Escola-de-Artes-Singapura-768x732.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-1481" class="wp-caption-text">Parede Verde na Escola de Artes &#8211; Singapura</p></div>
<h3>Contraste na Composição Estética</h3>
<p>Como uma continuidade do pós-modernismo, a arquitetura contemporânea deixou o desenho linear modernista de lado para valorizar as formas compostas, fragmentadas e até mesmo distorcidas.</p>
<p>Há um contraste na composição visual, às vezes simétrico, às vezes assimétrico e até mesmo irregular. Este contraste no resultado da composição visual das fachadas é obtido através de interposições volumétricas, de materiais e de cores.</p>
<p>O resultado desta prática costuma gerar composições estéticas ora caóticas, ora futuristas, ora bastante atraentes.</p>
<p>Com fortes conexões futuristas, a arquitetura contemporânea também apresenta formas fragmentadas e distorcidas típicas do movimento conhecido como Desconstrutivismo.</p>
<div id="attachment_1482" style="width: 794px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1482" class="size-full wp-image-1482" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Complexo-Residencial-CityLife-Milão.jpg" alt="Complexo Residencial CityLife - Milão" width="784" height="560" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Complexo-Residencial-CityLife-Milão.jpg 784w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Complexo-Residencial-CityLife-Milão-300x214.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Complexo-Residencial-CityLife-Milão-768x549.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 784px) 100vw, 784px" /><p id="caption-attachment-1482" class="wp-caption-text">Complexo Residencial CityLife &#8211; Milão</p></div>
<h3><b></b><b>Elementos de alto padrão</b></h3>
<p>Apesar desse gênero fomentar a simplicidade e o minimalismo, isso não significa que os elementos utilizados devam ser de baixa qualidade. Muito pelo contrário, para promover conforto e beleza, o uso de materiais de alto padrão é bastante valorizado.</p>
<p>As peças que decoram os ambientes também seguem o conceito minimalista. No entanto, a qualidade não é deixada em segundo plano.</p>
<h2>Residências Contemporâneas</h2>
<p class="ql-align-justify">Uma casa em estilo contemporâneo costuma apresentar linhas simples, minimalistas, tanto na fachada como na parte interna, com um explícita composição volumétrica que define a forma da casa e seus ambientes internos.</p>
<div id="attachment_1378" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1378" class="size-full wp-image-1378" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/casa-estilo-moderno-minimalista.jpg" alt="Volumes" width="600" height="800" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/casa-estilo-moderno-minimalista.jpg 600w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/casa-estilo-moderno-minimalista-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-1378" class="wp-caption-text">Volumes</p></div>
<p class="ql-align-justify">É pensada de forma geometrista, minimalista porém aliando toda tecnologia disponível nos tempos atuais.</p>
<p class="ql-align-justify">Encontramos nessas casas janelas amplas e espaços internos grandes, com pé direito alto, transmitindo sensação de amplitude e claridade.</p>
<div id="attachment_1484" style="width: 746px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1484" class="size-full wp-image-1484" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Fachada-de-Residencial-Contemporânea.jpg" alt="Fachada de Residencial Contemporânea" width="736" height="784" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Fachada-de-Residencial-Contemporânea.jpg 736w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Fachada-de-Residencial-Contemporânea-282x300.jpg 282w" sizes="auto, (max-width: 736px) 100vw, 736px" /><p id="caption-attachment-1484" class="wp-caption-text">Fachada de Residencial Contemporânea &#8211; Contraste e fragmentação</p></div>
<p><strong><a href="https://br.pinterest.com/pin/517351075939040352/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja outras fachadas contemporâneas para residenciais</a></strong></p>
<p class="ql-align-justify">Seus ambientes são integrados, possuindo poucas paredes de alvenarias nas áreas sociais. E, quando é preciso ter uma divisão na área social, como por exemplo, entre a área interna e externa, ela é feita com portas deslizante de vidro, permitindo assim uma integração visual entre os dois ambientes.</p>
<div id="attachment_1379" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1379" class="size-full wp-image-1379" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Casa-Estilo-Moderno.png" alt="Casa Estilo Moderno" width="600" height="400" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Casa-Estilo-Moderno.png 600w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Casa-Estilo-Moderno-300x200.png 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-1379" class="wp-caption-text">Casa Estilo Contemporâneo &#8211; Contraste entre Volumes e Materiais</p></div>
<p class="ql-align-justify">A fachada é um item muito importante para caracterizar o estilo contemporâneo e normalmente é repleta de aberturas. Jogos de volumes e materiais de alta qualidade são bastante comuns, além de fachadas com volumes ressaltados para fora com algum acabamento de destaque como painéis em madeira ou brises.</p>
<p class="ql-align-justify">A área de lazer de uma casa contemporânea é considerado o foco de muitos projetos. Por isso as piscinas costumam ser grandes e em formas orgânicas com cascatas ou lareiras. Já o espaço gourmet, sempre integrado a sala de estar ou cozinha, apresenta bancadas de pedra e geralmente muitas poltronas modernas com mesa ampla.</p>
<h3>Saiba mais</h3>
<p><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Contemporary_architecture">Wikipedia</a> (inglês)</p>
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		<title>Arquitetura Pós-moderna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[estilosarquitetonicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2017 15:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilos Arquitetônicos]]></category>
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					<description><![CDATA[A arquitetura pós-moderna é um estilo ou movimento que surgiu na década de 1960 como uma reação contra a austeridade, formalidade e falta de variedade da arquitetura moderna, particularmente no estilo internacional defendido por Philip Johnson e Henry-Russell Hitchcock. O &#8230; <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-pos-moderna/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A arquitetura pós-moderna é um estilo ou movimento que surgiu na década de 1960 como uma reação contra a austeridade, formalidade e falta de variedade da arquitetura moderna, particularmente no estilo internacional defendido por Philip Johnson e Henry-Russell Hitchcock.</p>
<p>O movimento foi apresentado pela arquiteta e planejadora urbana Denise Scott Brown e pelo teórico da arquitetura Robert Venturi em seu livro <em>Learning from Las Vegas</em>. O estilo floresceu das décadas de 1980 a 1990, particularmente no trabalho de Scott Brown &amp; Venturi, Philip Johnson, Charles Moore e Michael Graves.</p>
<p>No final dos anos 90, a arquitetura pós-moderna dividiu-se em uma infinidade de novas tendências, incluindo arquitetura high-tech, neo-futurista e desconstrutivista, tornando-se um termo genérico que designa uma série de novas propostas arquitetônicas cujo objetivo é o de estabelecer a crítica à arquitetura moderna.</p>
<div id="attachment_1491" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1491" class="size-large wp-image-1491" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Casa-Vanna-Venturi-1024x682.jpg" alt="Casa Vanna Venturi" width="640" height="426" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Casa-Vanna-Venturi-1024x682.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Casa-Vanna-Venturi-300x200.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Casa-Vanna-Venturi-768x512.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Casa-Vanna-Venturi.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1491" class="wp-caption-text">Casa Vanna Venturi &#8211; Uma das primeiras obras classificadas como pós-moderna</p></div>
<h3>Origens do pós-modernismo na Arquitetura</h3>
<p>A arquitetura pós-moderna surgiu na década de 1960 como uma reação contra as deficiências percebidas da arquitetura moderna, particularmente suas doutrinas rígidas, sua uniformidade, sua falta de ornamento e seu hábito de ignorar a história e a cultura das cidades onde ela apareceu. Em 1966, Venturi formalizou o movimento em seu livro <em>Complexidade e Contradição em Arquitetura</em>. Venturi resumiu o tipo de arquitetura que ele queria ver substituir o modernismo:</p>
<blockquote><p>Falo de uma arquitetura complexa e contraditória, baseada na riqueza e ambiguidade da experiência moderna, incluindo aquela que é inerente à arte &#8230; Congratulo-me com os problemas e exploro as incertezas &#8230; Gosto de elementos que são híbridos e não &#8220;puros&#8221; &#8220;, comprometer em vez de&#8221; limpar &#8220;, &#8230; acomodar em vez de excluir &#8230; sou a favor da vitalidade confusa sobre a unidade óbvia &#8230; prefiro &#8220;ambos&#8221; e &#8220;e&#8221; a &#8220;um ou outro&#8221;, preto e branco e às vezes cinza, preto ou branco &#8230; Uma arquitetura de complexidade e contradição deve incorporar a difícil unidade de inclusão e não a fácil unidade de exclusão.</p></blockquote>
<p>No lugar das doutrinas funcionais do modernismo, Venturi propôs dar ênfase primária à fachada, incorporando elementos históricos, um uso sutil de materiais incomuns e alusões históricas, e o uso de fragmentação e modulações para tornar o edifício interessante.</p>
<div id="attachment_1500" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1500" class="size-large wp-image-1500" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/One-Detroit-Center-Detroit-673x1024.jpg" alt="One Detroit Center - Detroit" width="640" height="974" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/One-Detroit-Center-Detroit-673x1024.jpg 673w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/One-Detroit-Center-Detroit-197x300.jpg 197w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/One-Detroit-Center-Detroit-768x1169.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/One-Detroit-Center-Detroit.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1500" class="wp-caption-text">One Detroit Center &#8211; Detroit</p></div>
<p>A esposa de Venturi, arquiteta talentosa e planejadora urbana Denise Scott Brown, e Venturi escreveram <em>Learning from Las Vegas</em>, em co-autoria com Steven Izenour, na qual eles desenvolveram seu argumento conjunto contra o modernismo. Eles instaram os arquitetos a levar em consideração e celebrar a arquitetura existente em um local, <strong>em vez de tentar impor uma utopia visionária de suas próprias fantasias</strong>. Isso estava de acordo com a crença de Scott Brown de que os edifícios deveriam ser construídos para as pessoas e que a arquitetura deveria ouvi-las. Scott Brown e Venturi argumentaram que os elementos ornamentais e decorativos &#8220;atendem às necessidades existentes de variedade e comunicação&#8221;.</p>
<p>O livro foi fundamental para abrir os olhos dos leitores para novas formas de pensar sobre os edifícios, pois extraía toda a história da arquitetura &#8211; tanto de alto estilo quanto de vernáculo, histórico e moderno &#8211; e em resposta à famosa frase de Mies van der Rohe &#8220;Menos é mais&#8221;, respondeu Venturi que &#8220;Menos é um tédio&#8221;. Venturi citou os exemplos de sua esposa e seus próprios edifícios, Guild House, na Filadélfia, como exemplos de um novo estilo que acolheu variedade e referências históricas, sem retornar ao renascimento acadêmico de estilos antigos.</p>
<p>Arquitetos pós-modernos utilizaram uma série de estratégias para fazer a crítica ao modernismo, principalmente a sua versão mais difundida e homogênea: o <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/international-style/">estilo internacional</a>. Entre estas estratégias a principal foi a reavaliação do papel da <i>história</i>, reabilitada na composição arquitetônica, principalmente como meio de provocação e crítica à austeridade do modernismo.</p>
<p>Philip Johnson (antes um ávido defensor do <i>estilo internacional</i>), por exemplo, adotou uma postura irônica em seus projetos utilizando um &#8220;armário antigo&#8221; como referência formal para o seu edifício da AT&amp;T em Nova Iorque. Outros arquitetos adotaram padrões de ornamento e formas de composição antigas. A cidade histórica foi re-estudada em busca da reabilitação da escala humana no urbanismo por Rob Krier, entre outros.</p>
<div id="attachment_1493" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1493" class="size-large wp-image-1493" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Sony-Building-New-York-768x1024.jpg" alt="Sony Building - New York" width="640" height="853" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Sony-Building-New-York-768x1024.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Sony-Building-New-York-225x300.jpg 225w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Sony-Building-New-York.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1493" class="wp-caption-text">Sony Building, também conhecido como AT&amp;T Building &#8211; New York &#8211; Um dos ícones da arquitetura pós-moderna</p></div>
<p>As críticas à arquitetura moderna ganharam força nos anos 60 através de figuras como a socióloga e ativista política Jane Jacobs e o arquiteto e matemático <a title="Christopher Alexander" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Christopher_Alexander">Christopher</a> <a title="Christopher Alexander" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Christopher_Alexander">Alexander</a>. Ambos criticam através de observações sociológicas a escala monumental e a impessoalidade do modernismo. Suas críticas, dirigidas principalmente à visão urbanística anterior, apontam a desagregação das comunidades e das relações humanas como resultado dos preceitos modernos.</p>
<p>Na Itália, na mesma época, uma revolta semelhante contra o modernismo foi lançada pelo arquiteto Aldo Rossi, que criticou a reconstrução de cidades e edifícios italianos destruídos durante a guerra no estilo modernista, que não tinha relação com a história da arquitetura local, planos de ruas originais, a cultura das cidades, nem com a a escala, altura e modulação dos edifícios já existentes. Rossi insistiu que as cidades fossem reconstruídas de maneira a preservar seu tecido histórico e tradições locais. Esta postura de congregação entre o novo e o antigo convencionou-se chamar de contextualismo.</p>
<div id="attachment_1495" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1495" class="size-large wp-image-1495" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/PPG-Building-Pittsburgh-768x1024.jpg" alt="PPG Building - Pittsburgh" width="640" height="853" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/PPG-Building-Pittsburgh-768x1024.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/PPG-Building-Pittsburgh-225x300.jpg 225w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/PPG-Building-Pittsburgh.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1495" class="wp-caption-text">PPG Building &#8211; Pittsburgh</p></div>
<p>Idéias semelhantes foram e projetos foram apresentados na Bienal de Veneza em 1980. A chamada para um estilo pós-moderno foi acompanhada por Christian de Portzamparc na França e Ricardo Bofill na Espanha e no Japão por Arata Isozaki.</p>
<h2>Características do Pós-modernismo</h2>
<h3>Complexidade e contradição</h3>
<p>A arquitetura pós-moderna surgiu pela primeira vez como uma reação contra as doutrinas da arquitetura moderna, expressas por arquitetos modernistas como Le Corbusier e Ludwig Mies van der Rohe.</p>
<div id="attachment_1502" style="width: 779px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1502" class="size-full wp-image-1502" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Marriott-Marquis-San-Francisco-CA.jpg" alt="Marriott Marquis, San Francisco, CA" width="769" height="577" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Marriott-Marquis-San-Francisco-CA.jpg 769w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Marriott-Marquis-San-Francisco-CA-300x225.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 769px) 100vw, 769px" /><p id="caption-attachment-1502" class="wp-caption-text">Marriott Marquis, San Francisco, CA</p></div>
<p>No lugar das doutrinas modernistas da simplicidade, expressas por Mies em seu famoso &#8220;menos é mais&#8221;; e funcionalidade &#8220;, a forma segue a função&#8221; e a doutrina de Le Corbusier de que &#8220;uma casa é uma máquina para se viver&#8221;, o pós-modernismo, nas palavras Robert Venturi, oferecia complexidade e contradição.</p>
<div id="attachment_1501" style="width: 632px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1501" class="size-large wp-image-1501" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-Petronas-Towers-Malasia-622x1024.jpg" alt="The Petronas Towers - Malasia" width="622" height="1024" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-Petronas-Towers-Malasia-622x1024.jpg 622w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-Petronas-Towers-Malasia-182x300.jpg 182w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-Petronas-Towers-Malasia-768x1264.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-Petronas-Towers-Malasia.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 622px) 100vw, 622px" /><p id="caption-attachment-1501" class="wp-caption-text">The Petronas Towers &#8211; Malasia</p></div>
<p>Os edifícios pós-modernos tinham formas curvas, elementos decorativos, assimetria, cores vivas e características frequentemente emprestadas de períodos anteriores. Cores e texturas não relacionadas à estrutura ou função do edifício. Ao rejeitar o &#8220;purismo&#8221; do modernismo, exigia um retorno ao ornamento e um acúmulo de citações e colagens emprestadas de estilos passados. Emprestou livremente da arquitetura clássica, rococó, arquitetura neoclássica, a secessão vienense, o movimento britânico Arts and Crafts, o alemão Jugendstil.</p>
<div id="attachment_1503" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1503" class="size-large wp-image-1503" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/100-East-Wisconsin-in-Milwaukee-Wisconsin-768x1024.jpg" alt="100 East Wisconsin in Milwaukee, Wisconsin" width="640" height="853" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/100-East-Wisconsin-in-Milwaukee-Wisconsin-768x1024.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/100-East-Wisconsin-in-Milwaukee-Wisconsin-225x300.jpg 225w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/100-East-Wisconsin-in-Milwaukee-Wisconsin.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1503" class="wp-caption-text">100 East Wisconsin in Milwaukee, Wisconsin</p></div>
<p>Os edifícios pós-modernos frequentemente combinavam novas formas e características surpreendentes com elementos aparentemente contraditórios do classicismo. James Stirling, o arquiteto da Neue Staatsgalerie em Stuttgart, Alemanha (1984), descreveu o estilo como &#8220;representação e abstração, monumental e informal, tradicional porém com alta tecnologia&#8221;.</p>
<h3>Fragmentação</h3>
<p>A arquitetura pós-moderna muitas vezes divide grandes edifícios em várias estruturas e formas diferentes, às vezes representando funções diferentes dessas partes do edifício. Com o uso de diferentes materiais e estilos, um único edifício pode aparecer como uma pequena cidade ou vila. Um exemplo é o Museu Abteiberg, de Hans Hollein, em Mönchengladbach (1972–1974).</p>
<div id="attachment_1504" style="width: 914px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1504" class="size-full wp-image-1504" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Museum-Abteiberg.png" alt="Museum Abteiberg" width="904" height="600" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Museum-Abteiberg.png 904w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Museum-Abteiberg-300x199.png 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Museum-Abteiberg-768x510.png 768w" sizes="auto, (max-width: 904px) 100vw, 904px" /><p id="caption-attachment-1504" class="wp-caption-text">Museum Abteiberg</p></div>
<h3>Formas assimétricas e oblíquas</h3>
<p><strong>Formas assimétricas são uma das marcas registradas do pós-modernismo</strong>. Em 1968, o arquiteto francês Claude Parent e o filósofo Paul Virilio projetaram a igreja Saint-Bernadette-du-Banlay em Nevers, França, na forma de um enorme bloco de concreto inclinado para um lado. Eles escreveram: &#8220;uma linha diagonal em uma página branca pode ser uma colina, ou uma montanha, ou declive, uma subida ou uma descida&#8221;.</p>
<p>As composições pós-modernistas raramente são simétricas, equilibradas e ordenadas. Edifícios oblíquos que se inclinam, se retorcem e parecem cair são comuns.</p>
<div id="attachment_1496" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1496" class="size-full wp-image-1496" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Bibliotéca-Pública-Denver.jpg" alt="Bibliotéca Pública - Denver" width="1024" height="680" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Bibliotéca-Pública-Denver.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Bibliotéca-Pública-Denver-300x199.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Bibliotéca-Pública-Denver-768x510.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1496" class="wp-caption-text">Bibliotéca Pública &#8211; Denver</p></div>
<h3>Cor</h3>
<p>A cor é um elemento importante em muitos edifícios pós-modernos; para dar variedade e personalidade às fachadas, às vezes é usado vidro colorido, azulejos ou pedra. Os edifícios do arquiteto mexicano Luis Barragan oferecem cores brilhantes da luz do sol que dão vida às formas.</p>
<h3>Humor &#8211; Fun Design</h3>
<p>O humor é uma característica particular de muitos edifícios pós-modernos, principalmente nos Estados Unidos.</p>
<p>Um exemplo é o Edifício Binóculos, no bairro de Veneza, em Los Angeles, projetado por Frank Gehry em colaboração com o escultor Claes Oldenberg (1991–2001). A entrada do edifício está na forma de um enorme par de binóculos; carros entram na garagem passando por baixo dos binóculos.</p>
<div id="attachment_1497" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1497" class="size-large wp-image-1497" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Humour.-Binoculars-Building-in-Venice-neighbourhood-of-Los-Angeles-by-Frank-Gehry-and-sculptor-Claes-Oldenberg-1991-2001-1024x604.jpg" alt="Humour. Binoculars Building in Venice neighbourhood of Los Angeles by Frank Gehry and sculptor Claes Oldenberg (1991-2001)" width="640" height="378" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Humour.-Binoculars-Building-in-Venice-neighbourhood-of-Los-Angeles-by-Frank-Gehry-and-sculptor-Claes-Oldenberg-1991-2001-1024x604.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Humour.-Binoculars-Building-in-Venice-neighbourhood-of-Los-Angeles-by-Frank-Gehry-and-sculptor-Claes-Oldenberg-1991-2001-300x177.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Humour.-Binoculars-Building-in-Venice-neighbourhood-of-Los-Angeles-by-Frank-Gehry-and-sculptor-Claes-Oldenberg-1991-2001-768x453.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Humour.-Binoculars-Building-in-Venice-neighbourhood-of-Los-Angeles-by-Frank-Gehry-and-sculptor-Claes-Oldenberg-1991-2001.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1497" class="wp-caption-text">Humour. Binoculars Building in Venice neighbourhood of Los Angeles by Frank Gehry and sculptor Claes Oldenberg (1991-2001)</p></div>
<p>O humor do &#8220;<em>acampamento</em>&#8221; era popular durante o período pós-moderno; era um humor irônico baseado na premissa de que algo poderia parecer tão ruim (como um prédio que parecia prestes a desabar) que era bom. Em 1964, a crítica americana Susan Sontag definiu <em>camp</em> como um estilo que enfatizava a textura, a superfície e o estilo em detrimento do conteúdo, que adorava exageros, e coisas que não eram o que pareciam. A arquitetura pós-moderna às vezes usava o mesmo senso de teatralidade, senso de absurdo e exagero de formas.</p>
<div id="attachment_1423" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1423" class="size-full wp-image-1423" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Dancing-House-in-Prague-1996.jpg" alt="Dancing House in Prague (1996)" width="800" height="1002" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Dancing-House-in-Prague-1996.jpg 800w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Dancing-House-in-Prague-1996-240x300.jpg 240w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Dancing-House-in-Prague-1996-768x962.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-1423" class="wp-caption-text">Dancing House &#8211; Praga</p></div>
<p>Os objetivos do pós-modernismo, que incluem resolver os problemas do modernismo, comunicar significados com ambiguidade e sensibilidade ao contexto do edifício, são surpreendentemente unificados por um período de edifícios projetados por arquitetos que em grande parte nunca colaboraram entre si. Esses objetivos, no entanto, deixam espaço para diversas implementações, como pode ser ilustrado pela variedade de edifícios criados durante o movimento.</p>
<div id="attachment_1492" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1492" class="size-full wp-image-1492" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-Team-Disney-California.jpg" alt="The Team Disney - California" width="1024" height="768" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-Team-Disney-California.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-Team-Disney-California-300x225.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-Team-Disney-California-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1492" class="wp-caption-text">The Team Disney &#8211; California</p></div>
<h3>Pós-modernismo na Europa</h3>
<p>Embora o pós-modernismo fosse mais conhecido como uma abordagem americana, exemplos notáveis ​​também apareceram na Europa.</p>
<p>Em 1991, Robert Venturi concluiu a ala Sainsbury da National Gallery, em Londres, que era moderna, mas harmonizada com a arquitetura neoclássica em Trafalgar Square e nos arredores. O arquiteto alemão Helmut Jahn construiu o arranha-céu Messeturm em Frankfurt, na Alemanha, um arranha-céu adornado com a torre pontiaguda de uma torre medieval.</p>
<p>Um dos primeiros arquitetos pós-modernos da Europa foi James Stirling (1926–1992). Ele foi o primeiro crítico da arquitetura modernista, culpando o modernismo pela destruição das cidades britânicas nos anos pós Segunda Guerra Mundial. Ele projetou coloridos projetos de habitação pública no estilo pós-moderno, bem como a Neue Staatsgalerie em Stuttgart, Alemanha (1977-1983) e o Kammertheater em Stuttgart (1977-1982), bem como o Museu Arthur M. Sackler da Universidade de Harvard, em Estados Unidos.</p>
<div id="attachment_1505" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1505" class="size-full wp-image-1505" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/SIS-Building-Londres.jpg" alt="SIS Building - Londres" width="800" height="488" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/SIS-Building-Londres.jpg 800w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/SIS-Building-Londres-300x183.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/SIS-Building-Londres-768x468.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-1505" class="wp-caption-text">SIS Building &#8211; Londres</p></div>
<p>Um dos exemplos mais visíveis do estilo pós-moderno na Europa é o SIS Building, em Londres, por Terry Farrell (1994). O edifício, próximo ao Tamisa, é a sede do Serviço Secreto Britânico de Inteligência. Em 1992, Deyan Sudjic o descreveu em The Guardian como um &#8220;epitáfio para a arquitetura dos anos 80. &#8230; É um design que combina alta seriedade em sua composição clássica com um possível senso de humor inconsciente. O edifício pode ser interpretado de forma plausível tanto como um templo maia ou como uma peça de maquinaria art déco clanking.</p>
<p>O arquiteto italiano Aldo Rossi (1931-1997) era conhecido por suas obras pós-modernas na Europa, o Museu Bonnefanten em Maastricht, na Holanda, concluído em 1995. Rossi foi o primeiro italiano a ganhar o prêmio de maior prestígio em arquitetura, o Prêmio Pritzker, em 1990. Ele foi conhecido por combinar formas rigorosas e puras com elementos evocativos e simbólicos retirados da arquitetura clássica.</p>
<p>O arquiteto espanhol Ricardo Bofill também é conhecido por seus primeiros trabalhos pós-modernos, incluindo um complexo residencial em forma de castelo com paredes vermelhas em Calp, na costa da Espanha (1973).</p>
<p>As obras do arquiteto austríaco Friedensreich Hundertwasser são ocasionalmente consideradas uma expressão especial da arquitetura pós-moderna.</p>
<h3>Pós-modernismo no Brasil</h3>
<p>O pós-modernismo teve impacto na Europa nos Estados Unidos, já no Brasil não existiu o debate com o mesmo vigor. Assim a tradição moderna, mesmo bastante desgastada, não permitiu muito espaço para uma crítica de qualidade da produção arquitetônica.</p>
<p>Apesar de no Brasil não haver tamanha representatividade na arquitetura pós-moderna, houve discussões em diversas áreas. Como exemplo tem-se Vilanova Artigas, que mesmo não tendo se desvencilhado completamente do Movimento Moderno, já mostrou-se crítico e insatisfeito.</p>
<div id="attachment_1498" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1498" class="size-large wp-image-1498" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Edifício-Rio-Branco-Rio-de-Janeiro-1024x576.jpg" alt="Edifício Rio Branco - Rio de Janeiro" width="640" height="360" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Edifício-Rio-Branco-Rio-de-Janeiro-1024x576.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Edifício-Rio-Branco-Rio-de-Janeiro-300x169.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Edifício-Rio-Branco-Rio-de-Janeiro-768x432.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Edifício-Rio-Branco-Rio-de-Janeiro.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1498" class="wp-caption-text">Edifício Rio Branco &#8211; Rio de Janeiro</p></div>
<p>A chamada &#8220;arquitetura pós moderna brasileira&#8221; se demonstra em grande parte na adoção dos elementos formais mais óbvios da manifestação norte-americana do &#8220;movimento&#8221;. No Rio de Janeiro seu exemplo mais conhecido talvez seja o edifício Rio Branco, projeto de Edison Musa, que repete o uso do frontão &#8211; que se tornou uma marca de Philip Johnson &#8211; e subdivide o edifício em base, corpo e coroamento, como na divisão clássica.</p>
<p>Igualmente, o arquiteto mineiro Éolo Maia adota como estilo alguns elementos da arquitetura do americano Michael Graves e um largo repertório de referências em sua arquitetura.</p>
<p>Ainda que criticada pela fragilidade de sua base teórica, a adoção do &#8220;pós-modernismo&#8221; como estilo teve o importante papel de atenuar a hegemonia da arquitetura moderna no Brasil, apontando a possibilidade de novos rumos.</p>
<h2>Depois do Pós</h2>
<p>Após a resposta pós-moderna contra o modernismo, várias tendências da arquitetura se estabeleceram, embora não necessariamente seguindo os princípios do pós-modernismo.</p>
<p>O próprio Modernismo durante o século XX constituiu-se como uma sínteses de vários movimentos e escolas arquitetônicas que buscaram se desligar do historicismo. Essa pluralidade e coexistência é própria dos tempos modernos e reflete a imensidade da população humana ao redor do globo e a diversidade fragmentada de suas culturas, técnicas e necessidades.</p>
<p>Movimentos recentes como o Novo Urbanismo e a Nova Arquitetura Clássica promovem uma abordagem sustentável em relação à construção, que aprecia e desenvolve crescimento inteligente, tradição arquitetônica e design clássico.</p>
<div id="attachment_1507" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1507" class="size-large wp-image-1507" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-Harold-Washington-Library-in-Chicago-768x1024.jpg" alt="The Harold Washington Library in Chicago" width="640" height="853" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-Harold-Washington-Library-in-Chicago-768x1024.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-Harold-Washington-Library-in-Chicago-225x300.jpg 225w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-Harold-Washington-Library-in-Chicago.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1507" class="wp-caption-text">The Harold Washington Library &#8211; Chicago</p></div>
<p>Alguns arquitetos pós-modernos, como Robert A. M. Stern e Albert, Righter e Tittman, passaram do design pós-moderno para novas interpretações da arquitetura tradicional. O Prêmio Driehaus de Arquitetura é um prêmio que reconhece os esforços no Novo Urbanismo e na Nova Arquitetura Clássica e é dotado de um prêmio em dinheiro duas vezes maior que o do Prêmio Pritzker modernista.</p>
<h3>Saiba mais</h3>
<p><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitetura_p%C3%B3s-moderna">Wikipedia</a></p>
<p><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Postmodern_architecture">Wikipedia</a> (inglês)</p>
<h3>Referências</h3>
<ul>
<li><cite id="CITEREFBony2012" class="citation book">Bony, Anne (2012). <i>L&#8217;Architecture Moderne</i> (in French). Larousse. ISBN <bdi>978-2-03-587641-6</bdi>.</cite></li>
<li><cite id="CITEREFGhirardo1996" class="citation book">Ghirardo, Diane (1996). <span class="cs1-lock-registration" title="Free registration required"><i>Architecture after Modernism</i></span>. Thames and Hudson. ISBN <bdi>2-87811-123-0</bdi>.</cite></li>
<li><cite id="CITEREFPoisson2009" class="citation book">Poisson, Michel (2009). <i>1000 Immeubles et monuments de Paris</i> (in French). Parigramme. ISBN <bdi>978-2-84096-539-8</bdi>.</cite></li>
<li><cite id="CITEREFTaschen2016" class="citation book">Taschen, Aurelia and Balthazar (2016). <i>L&#8217;Architecture Moderne de A à Z</i> (in French). Bibliotheca Universalis. ISBN <bdi>978-3-8365-5630-9</bdi>.</cite></li>
<li><cite id="CITEREFPrinaDemaratini2006" class="citation book">Prina, Francesca; Demaratini, Demartini (2006). <i>Petite encyclopédie de l&#8217;architecture</i> (in French). Solar. ISBN <bdi>2-263-04096-X</bdi>.</cite></li>
<li><cite id="CITEREFHopkins2014" class="citation book">Hopkins, Owen (2014). <i>Les styles en architecture- guide visuel</i> (in French). Dunod. ISBN <bdi>978-2-10-070689-1</bdi>.</cite></li>
<li><cite id="CITEREFDe_Bure2015" class="citation book">De Bure, Gilles (2015). <i>Architecture contemporaine- le guide</i> (in French). Flammarion. ISBN <bdi>978-2-08-134385-6</bdi>.</cite></li>
<li><i>Learning from Las Vegas: The Forgotten Symbolism of Architectural Form</i>. Robert Venturi, Cambridge, MA: MIT Press, 1977 ISBN 0-262-22015-6</li>
<li><i>History of Post-Modern Architecture</i>. Heinrich Klotz, Cambridge, MA: MIT Press, 1998. ISBN 0-262-11123-3</li>
</ul>
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		<title>Arquitetura High-tech e Industrial Style</title>
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		<dc:creator><![CDATA[estilosarquitetonicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2017 14:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilos Arquitetônicos]]></category>
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					<description><![CDATA[A Arquitetura High-tech ou Arquitetura de Alta Tecnologia, também conhecida como expressionismo estrutural, é um tipo de estilo arquitetônico brutalista tardio que surgiu na década de 1970, incorporando elementos da indústria e da alta tecnologia no design de edifícios. A &#8230; <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-high-tech-industrial-style/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Arquitetura High-tech ou Arquitetura de Alta Tecnologia, também conhecida como <em>expressionismo estrutural</em>, é um tipo de estilo arquitetônico brutalista tardio que surgiu na década de 1970, incorporando elementos da indústria e da alta tecnologia no design de edifícios.</p>
<p>A arquitetura de alta tecnologia cresceu a partir do estilo modernista, utilizando novos avanços tecnológicos e de materiais. Enfatiza a transparência no design e na construção, explicitando a estrutura e a função subjacentes de um edifício em todo o interior e exterior. A arquitetura high-tech faz uso extensivo de aço, vidro e concreto, pois esses materiais estavam se tornando mais avançados e disponíveis em uma variedade maior de formas no momento em que o estilo estava se desenvolvendo.</p>
<div id="attachment_1461" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1461" class="size-large wp-image-1461" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Hotel-Arts-Barcelona-683x1024.jpg" alt="Hotel Arts - Barcelona" width="640" height="960" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Hotel-Arts-Barcelona-683x1024.jpg 683w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Hotel-Arts-Barcelona-200x300.jpg 200w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Hotel-Arts-Barcelona-768x1152.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Hotel-Arts-Barcelona.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1461" class="wp-caption-text">Hotel Arts &#8211; Barcelona</p></div>
<p>A arquitetura de alta tecnologia se concentra na criação de edifícios adaptáveis ​​por meio da escolha de materiais, elementos estruturais internos e design programático. Ele procura evitar laços com o passado e, como tal, evita materiais de construção comumente usados ​​em estilos mais antigos de arquitetura. Elementos comuns incluem pisos suspensos ou salientes, falta de paredes internas de suporte de carga e espaços reconfiguráveis. Alguns edifícios incorporam cores brilhantes e proeminentes na tentativa de evocar o sentido de um desenho ou diagrama.</p>
<p>Os principais arquitetos do High-tech incluem: Bruce Graham, Fazlur Rahman Khan, Minoru Yamasaki, Sir Norman Foster, Sir Richard Rogers Sir Michael Hopkins, Renzo Piano, Santiago Calatrava.</p>
<h3>Estética Industrial</h3>
<p>Os primeiros edifícios de alta tecnologia foram referidos pelo historiador Reyner Banham como &#8220;galpões com serviços&#8221; devido à exposição dos detalhes mecânicos e da estrutura do edifício, num <em>aspecto de maquinaria industrial</em>. A Arquitetura High-tech expressa comumente uma <em>estética de fábrica</em> com grande espaço central atendido por muitas áreas menores para evocar uma sensação de abertura e transparência.</p>
<p>A maioria destas construções usava aço estrutural exposto. Como as seções estruturais ocas só se tornaram amplamente disponíveis no início dos anos 70, a arquitetura de alta tecnologia viu muitas experiências com esse material.</p>
<h3>Origens da Arquitetura High-tech</h3>
<p>A arquitetura de alta tecnologia foi originalmente desenvolvida na Grã-Bretanha, com muitos de seus primeiros defensores mais famosos sendo britânicos. No entanto, o movimento tem raízes em vários estilos anteriores e se inspira em vários arquitetos de períodos anteriores. Muitos dos ideais comunicados através da arquitetura de alta tecnologia foram derivados dos primeiros modernistas da década de 1920. Os conceitos de transparência, honestidade nos materiais e um fascínio pela <em>estética da indústria</em> podem ser atribuídos aos arquitetos modernos. A arquitetura de alta tecnologia, assim como o modernismo, compartilha da crença em um &#8220;espírito da época&#8221; que deve ser incorporado e aplicado em cada edifício. A influência de Le Corbusier, Walter Gropius e Mies van de Rohe é extensa ao longo de muitos dos princípios e projetos da arquitetura de alta tecnologia.</p>
<p>Alguns dos primeiros praticantes de arquitetura de alta tecnologia incluíram o grupo de arquitetura britânico Archigram, cujos membros freqüentemente projetavam edifícios e cidades futuristas avançadas. O mais influente deles foi o Plug-in City de Peter Cook, uma mega estrutura teórica projetada em torno da desanexação e substituição de cada uma de suas unidades individuais. O conceito de elementos removíveis e intercambiáveis ​​dos edifícios mais tarde se tornaria uma característica generalizada dentro do estilo high-tech.</p>
<p>Os precursores menos diretos incluíram Buckminster Fuller e Frei Otto, cujo foco em minimizar os recursos de construção gerou ênfase nas estruturas de tração, outro elemento importante em muitos projetos de alta tecnologia. O conceito de Louis Kahn de espaços &#8220;servidos&#8221; e &#8220;servos&#8221;, particularmente quando implementado na forma de torres de serviço, mais tarde se tornou um recurso generalizado da arquitetura de alta tecnologia.</p>
<p>Outros projetos e designs que continham ou inspiravam elementos comuns ao estilo de alta tecnologia incluem o conceito de bowelismo do membro do Archigram Mike Webb, o Fun Palace de Cedric Price e a Walking City de Ron Herron, também membro do Archigram. Esses projetos teóricos, juntamente com muitos outros, foram amplamente divulgados nos círculos arquitetônicos britânico e americano devido ao exame de Reyner Banham. Esses planos conceituais expuseram as idéias e os elementos que mais tarde seriam extremamente influentes nos trabalhos de importantes arquitetos de alta tecnologia como Norman Foster e Nicholas Grimshaw.</p>
<h3>Características do estilo High-tech na Arquitetura</h3>
<p>Os edifícios de alta tecnologia geralmente incorporam uma variedade de <em>materiais que lembram a produção industrial</em>. Aço, vidro e concreto são comumente encontrados em estruturas de alta tecnologia, pois esses elementos evocam a sensação de serem produzidos em massa e amplamente disponíveis. Nem todos os projetos de alta tecnologia são feitos para acomodar materiais realmente produzidos em massa, mas, mesmo assim, buscam transmitir uma sensação de fábrica e ampla distribuição. Estruturas de tração, vigas transversais e elementos de suporte e manutenção expostos são componentes importantes encontrados em projetos de alta tecnologia. O foco em elementos fortes, simplistas e transparentes conecta o High-tech aos princípios da engenharia. O engenheiro Anthony Hunt foi extremamente influente no projeto, na escolha de materiais e na expressão definitiva de muitos dos primeiros edifícios de alta tecnologia da Grã-Bretanha, e, como tal, muitos desses projetos são impregnados de um enfoque na <em>estética da engenharia e construção</em>.</p>
<div id="attachment_1463" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1463" class="size-full wp-image-1463" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Faculty-of-Pharmacy-Building.jpg" alt="Faculty of Pharmacy Building" width="1024" height="768" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Faculty-of-Pharmacy-Building.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Faculty-of-Pharmacy-Building-300x225.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Faculty-of-Pharmacy-Building-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1463" class="wp-caption-text">Faculty of Pharmacy Building</p></div>
<p>Os edifícios construídos no estilo de alta tecnologia geralmente compartilham vários elementos de layout característicos. Isso inclui uma planta-baixa aberta, uma grande área central atendida por muitos espaços auxiliares menores e elementos repetidos que podem ser ou parecem poder ser destacados e substituídos conforme necessário.</p>
<p>Espaços ou elementos dedicados a serviços e componentes mecânicos, como condicionadores de ar, processadores de água e equipamentos elétricos, ficam expostos e visíveis ao espectador. Muitas vezes, esses espaços são colocados em grandes torres de serviço externas ao prédio, como no prédio do Lloyd&#8217;s em Londres por Richard Rogers. O prédio do Lloyd&#8217;s também possui escritórios projetados para serem alterados e configurados conforme necessário pela mudança e remoção de partições &#8211; criando um ambiente interior flexível e adaptável que pode ser alterado para atender às necessidades dos ocupantes do prédio.</p>
<div id="attachment_1468" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1468" class="size-large wp-image-1468" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lloyds-Building-Londres-681x1024.jpg" alt="Lloyd's Building - Londres" width="640" height="962" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lloyds-Building-Londres-681x1024.jpg 681w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lloyds-Building-Londres-200x300.jpg 200w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lloyds-Building-Londres-768x1155.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lloyds-Building-Londres.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1468" class="wp-caption-text">Lloyd&#8217;s Building &#8211; Londres</p></div>
<p>Esse tema de <em>espaços reconfiguráveis</em> ​​é um componente importante de edifícios High-tech. O HSBC Building em Hong Kong, projetado por Norman Foster, é outro excelente exemplo de um edifício de alta tecnologia projetado para ser alterado ao longo do tempo de acordo com as necessidades de seus usuários. Seu uso de painéis de piso suspensos e o design de seus espaços sociais como torres individuais enfatizam a nova abordagem para a criação e manutenção de um prédio de escritórios.</p>
<p>O estilo de alta tecnologia é frequentemente interpretado como uma glorificação projetual da tecnologia, enfatizando sobremaneira o objetivo funcional de cada elemento do edifício. Esses projetos incorporam elementos que obviamente mostram a natureza técnica dos componentes, criando um senso de transparência aberta e honesta.</p>
<p>O Centre Pompidou, em Paris, de Renzo Piano e Richard Rogers, exemplifica a tecnicidade e o foco na exposição dos elementos de serviço. A externalização de componentes funcionais é um conceito-chave da Arquitetura High-tech, embora essa técnica também possa ser aplicada para gerar uma estética de luz e sombra dinâmica na fachada de um edifício.</p>
<div id="attachment_1467" style="width: 824px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1467" class="size-full wp-image-1467" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Centre-Pompidou-Paris.jpg" alt="Centre Pompidou - Paris" width="814" height="570" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Centre-Pompidou-Paris.jpg 814w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Centre-Pompidou-Paris-300x210.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Centre-Pompidou-Paris-768x538.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 814px) 100vw, 814px" /><p id="caption-attachment-1467" class="wp-caption-text">Centre Pompidou &#8211; Paris</p></div>
<p>A cor também desempenha um papel importante na decoração de edifícios de alta tecnologia, pois várias cores podem ser usadas para representar diferentes elementos de serviço ou para dar ao edifício a aparência de um conjunto de diagramas técnicos.</p>
<h3>Êxitos</h3>
<p>A arquitetura de alta tecnologia tenta incorporar uma série de ideais que seus praticantes consideravam refletir o &#8220;espírito da época&#8221;. As preocupações com a adaptabilidade, a sustentabilidade e o mundo industrial em mudança provocaram uma mudança na maneira como muitos arquitetos ao redor do mundo enfrentaram o desafio de projetar edifícios.</p>
<p>O HSBC Building de Norman Foster foi projetado especificamente para ser construído em uma praça pública, de modo a não ocupar mais terreno em Hong Kong, consciente do espaço. O World Trade Center de Minoru Yamasaki estava centrado em uma praça pública elevada de cinco hectares, completamente desprovida de carros, para que os pedestres pudessem andar livremente pelo complexo. Além disso, o World Trade Center levou à construção de uma nova estação PATH, atendendo aos passageiros de trens vindos de Nova Jersey para Nova York.</p>
<div id="attachment_1466" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1466" class="size-large wp-image-1466" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/World-Trade-Center-New-York-City-724x1024.jpg" alt="World Trade Center - New York City" width="640" height="905" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/World-Trade-Center-New-York-City-724x1024.jpg 724w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/World-Trade-Center-New-York-City-212x300.jpg 212w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/World-Trade-Center-New-York-City-768x1086.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/World-Trade-Center-New-York-City.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1466" class="wp-caption-text">World Trade Center &#8211; New York City</p></div>
<p>Essa abordagem de construção, com o arquiteto tendo tanta responsabilidade para com a cidade quanto o próprio edifício, foi um tema-chave de muitas estruturas projetadas no estilo High-tech. A utilização e distribuição apropriadas do espaço geralmente são um componente essencial da teoria High-tech, e como tal, esses ideais são freqüentemente encontrados em conjunto com preocupações práticas sobre a habitabilidade e a praticidade.</p>
<p>No centro de muitos edifícios de alta tecnologia está o conceito de &#8220;omniplatz&#8221;. Essa é a idéia de que um edifício e os espaços dentro dele não devem ser estritamente definidos, mas sim executar uma série de funções desejadas. Como tal, uma sala em um edifício de alta tecnologia poderia ser usada como chão de fábrica, depósito ou centro financeiro, todos com redistribuição mínima de elementos estruturais. Os serviços externos de um edifício de alta tecnologia, nessa compreensão do estilo, existem apenas para tornar habitável o espaço central e não definem sua função. Isso pode levar a um efeito no qual os elementos de manutenção de um edifício podem ser entendidos e interpretados sem problemas, mas é difícil adivinhar a função do espaço interior. O edifício do Lloyd&#8217;s é um excelente exemplo disso, em que suas torres de serviço comunicam claramente sua função, mas o uso do átrio central é difícil de determinar a partir do exterior.</p>
<p>Embora o objetivo de muitos edifícios de alta tecnologia seja comunicar de forma honesta e transparente sua forma e função, considerações práticas podem impedir a expressão absoluta desse princípio. O Centre Pompidou, por exemplo, possui vários elementos construídos ou encobertos devido a preocupações com a segurança contra incêndios e a solidez estrutural. Em muitos casos, edifícios de alta tecnologia exibem compromissos entre honestidade radical no design e considerações de segurança na implementação.</p>
<div id="attachment_1464" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1464" class="size-large wp-image-1464" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/HK-Bank-of-China-Tower-768x1024.jpg" alt="HK Bank of China Tower" width="640" height="853" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/HK-Bank-of-China-Tower-768x1024.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/HK-Bank-of-China-Tower-225x300.jpg 225w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/HK-Bank-of-China-Tower.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1464" class="wp-caption-text">HK Bank of China Tower &#8211; Estética fazendo referência as Treliças Metálicas de Instalações Industriais</p></div>
<p>A Arquitetura High-tech equilibra arte e engenharia como temas principais e assim, também incorre em trocas entre a estética das duas disciplinas.</p>
<div id="attachment_1465" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1465" class="size-full wp-image-1465" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Sainsbury-Centre-University-of-East-Anglia.jpg" alt="Sainsbury Centre - University of East Anglia" width="640" height="480" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Sainsbury-Centre-University-of-East-Anglia.jpg 640w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Sainsbury-Centre-University-of-East-Anglia-300x225.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1465" class="wp-caption-text">Sainsbury Centre &#8211; University of East Anglia</p></div>
<p>A arquitetura de alta tecnologia foi mais comumente empregada na construção de fábricas, escritórios corporativos ou grandes salões para exposições, todos os espaços que poderiam efetivamente utilizar a estética industrial sem maiores problemas, e encontrar bom uso para os espaços flexíveis criados pelo estilo. Atualmente, instalações industriais e de grandes eventos continuam utilizando recursos High-tech.</p>
<p>A aplicação de temas tecnológicos em edifícios de alta tecnologia pretende transmitir um espírito de ciência e progresso. Embora a transparência e a honestidade dos materiais sejam muito valorizadas, os projetos de alta tecnologia se esforçam para evocar uma sensação sempre dinâmica de movimento e mudança. Adaptabilidade, flexibilidade e abertura são todos os objetivos principais do estilo de alta tecnologia. Mostrar de forma óbvia e criativa a natureza funcional dos elementos de serviço e comunicar claramente a natureza mutável dos espaços criados dentro deles são objetivos importantes da grande maioria dos edifícios High-tech.</p>
<div id="attachment_1462" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1462" class="size-large wp-image-1462" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Burj-Al-Arab-Dubai-731x1024.jpg" alt="Burj Al Arab - Dubai" width="640" height="897" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Burj-Al-Arab-Dubai-731x1024.jpg 731w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Burj-Al-Arab-Dubai-214x300.jpg 214w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Burj-Al-Arab-Dubai-768x1075.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Burj-Al-Arab-Dubai.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1462" class="wp-caption-text">Burj Al Arab &#8211; Dubai</p></div>
<h2>Críticas</h2>
<p>A arquitetura de alta tecnologia gerou algumas críticas por suas incursões na construção e no design de casas, uma questão que compartilha em comum com o modernismo. Muitas das casas projetadas por arquitetos de alta tecnologia nunca foram habitadas por ninguém além de si ou de seus parentes próximos. Muitos críticos consideraram o foco do estilo High-tech na indústria e serviços impróprios para oferecer o conforto que se espera na vida doméstica. As habitações de Norman Foster em Milton Keynes nunca foram particularmente populares, e outros projetos de alta tecnologia foram vistos como desconfortáveis ​​ou desajeitados para se viver.</p>
<h3>Saiba mais</h3>
<p><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/High-tech_architecture">Wikipedia</a> (inglês)</p>
<h3>Referências</h3>
<ul class="references">
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<li id="cite_note-11"><span class="reference-text"><cite class="citation web">Revisiting the Contentious &#8220;High Tech&#8221; Movement in Architecture&#8221;. <i>Metropolis</i>. 2018-06-07<span class="reference-accessdate">. Retrieved <span class="nowrap">2019-12-02</span></span>.</cite></span></li>
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</ul>
<h1>O Estilo Industrial (Industrial Style)</h1>
<p><em>Industrial Style</em>, ou <em>Estilo industrial</em> ou ainda <em>Industrial Chic</em> refere-se a uma tendência estética no design de interiores surgida no início dos anos 2000, permanecendo até os dias atuais. O estilo industrial de design é mais comumente encontrado em áreas urbanas.</p>
<p>Vigas, tijolos e concreto expostos são típicos. É o &#8220;rústico urbano&#8221;, a atmosfera hiper-funcional das fábricas levada aos ambientes sociais.</p>
<p>Inicialmente, surgiu através de reformas de baixo custo para revitalizações de antigas fábricas e espaços industriais, que nos últimos anos tem sido convertidos em lofts, kitnets, comércios e outros espaços de convivência.</p>
<p>Atualmente, porém, essa tendência estética tem sido muito adotada por Arquitetos até mesmo para projetos novos, especialmente para instalações comerciais e em prédios públicos, onde estruturas, tubulações e outros elementos técnicos ficam expostos.</p>
<div id="attachment_1469" style="width: 1033px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1469" class="size-full wp-image-1469" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lumière-Cinema-Maastricht.jpg" alt="Lumière Cinema - Maastricht" width="1023" height="775" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lumière-Cinema-Maastricht.jpg 1023w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lumière-Cinema-Maastricht-300x227.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lumière-Cinema-Maastricht-768x582.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1023px) 100vw, 1023px" /><p id="caption-attachment-1469" class="wp-caption-text">Lumière Cinema &#8211; Maastricht</p></div>
<p>Ocorre um foco acentuado no aspecto puramente funcional dos ambientes; a máxima de Louis Sullivan &#8211; <strong>a forma segue a função</strong> &#8211; levada ao extremo; além de uma questão de funcionalismo, é também uma questão de objetivismo: faz o que for preciso para o ambiente ser usado e deixe as pessoas usarem; os ornamentos são as próprias instalações, que podem ser destacadas por cores vibrantes em tubulações e outros elementos. Ao mesmo tempo em que isso acontece devido ao baixo custo desse tipo de instalação, ocorre também pela própria tendência estética de <em>maquinaria industrial</em> em voga na arquitetura contemporânea.</p>
<div id="attachment_1470" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1470" class="size-large wp-image-1470" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Industrial-Style-Apartamento-640x1024.jpg" alt="Industrial Style - Apartamento" width="640" height="1024" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Industrial-Style-Apartamento-640x1024.jpg 640w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Industrial-Style-Apartamento-188x300.jpg 188w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Industrial-Style-Apartamento-768x1229.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Industrial-Style-Apartamento-960x1536.jpg 960w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Industrial-Style-Apartamento.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1470" class="wp-caption-text">Industrial Style &#8211; Apartamento</p></div>
<p>Para obter a sensação industrial em um ambiente, a primeira inspiração será a visita a instalações industriais e de serviços: borracharias, oficinas mecânicas, depósitos, marcenarias, vidraçarias etc.</p>
<p>Os componentes do estilo industrial incluem, evidentemente, os elementos funcionais da construção: madeira bruta, elementos construtivos, tubulações, tijolos e estruturas metálicas expostas, luminárias industriais e concreto. Esses elementos ajudam a dar ao espaço uma sensação de &#8220;armazém&#8221;, &#8220;depósito&#8221;, &#8220;fábrica&#8221;, que é o objetivo final desse estilo de design. Esse estilo incorpora matérias-primas para dar ao espaço uma sensação <em>inacabada</em>.</p>
<div id="attachment_1471" style="width: 630px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1471" class="size-full wp-image-1471" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Decoração-Industrial.jpg" alt="Decoração Industrial" width="620" height="366" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Decoração-Industrial.jpg 620w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Decoração-Industrial-300x177.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 620px) 100vw, 620px" /><p id="caption-attachment-1471" class="wp-caption-text">Decoração Industrial</p></div>
<p>Uma paleta de cores natural é mais comumente usada. Uma mistura de cinzas, neutros e cores rústicas pode ser vista nesses espaços. Essas cores simples permitem o uso de móveis e outros acessórios para ajudar a <em>animar</em> o ambiente.</p>
<div id="attachment_1977" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/interior-estilo-industrial.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1977" class="size-full wp-image-1977" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/interior-estilo-industrial.jpg" alt="Decoração de Interior - Estilo Industrial" width="768" height="960" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/interior-estilo-industrial.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/interior-estilo-industrial-240x300.jpg 240w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a><p id="caption-attachment-1977" class="wp-caption-text">Decoração de Interior &#8211; Estilo Industrial</p></div>
<p>Seccionais grandes são um item básico em qualquer sala de estilo industrial, devido à capacidade de ajudar a fechar espaços maiores e a dividir as áreas; importante uma vez que espaços como lofts tendem a ser muito abertos.</p>
<div id="attachment_1474" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1474" class="size-large wp-image-1474" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Industrial-Chic-1024x682.jpg" alt="Industrial Chic do Restaurante Tessa / Upper West Side, NYC" width="640" height="426" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Industrial-Chic-1024x682.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Industrial-Chic-300x200.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Industrial-Chic-768x512.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Industrial-Chic.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1474" class="wp-caption-text">O &#8220;Industrial Chic&#8221; do Restaurante Tessa no Upper West Side &#8211; NYC</p></div>
<p>No que diz respeito à iluminação, as luminárias de chão são tendências. Qualquer luminária com acabamentos metálicos se encaixa nesse estilo. As grandes janelas abertas também ajudam a trazer luz natural para o espaço, o que pode ser muito benéfico para espaços menores. As luminárias aéreas também podem dar à área um ambiente industrial, especialmente na cozinha.</p>
<div id="attachment_1472" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1472" class="size-full wp-image-1472" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/fachada-estilo-industrial.jpeg" alt="fachada estilo industrial" width="800" height="450" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/fachada-estilo-industrial.jpeg 800w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/fachada-estilo-industrial-300x169.jpeg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/fachada-estilo-industrial-768x432.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-1472" class="wp-caption-text">Fachada em Estilo Industrial</p></div>
<p>O estilo industrial também pode ser visto no uso de materiais inesperados utilizados na construção. Os contêineres de transporte estão agora sendo usados ​​na arquitetura de residências e espaços comerciais.</p>
<h3>Saiba mais</h3>
<p><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Industrial_style">Wikipedia</a> (inglês)</p>
<h3>Referências</h3>
<ul>
<li>Durieux, Brigitte; Hamani, Laziz (2012). Industrial Chic: Cult Furniture, Design and Lighting. Thames &amp; Hudson. ISBN 978-0-500-51663-8.</li>
<li>Emslie, Sara (2017). Urban Pioneer: Interiors inspired by industrial design. Ryland Peters &amp; Small. ISBN 978-1849758000.</li>
</ul>
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		<title>Arquitetura Brutalista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[estilosarquitetonicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2017 13:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilos Arquitetônicos]]></category>
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					<description><![CDATA[A Arquitetura Brutalista, ou Novo Brutalismo, ou simplesmente brutalismo, é um estilo arquitetônico que surgiu na década de 1950 na Grã-Bretanha, entre os projetos de reconstrução da era pós-guerra. Edifícios brutalistas são caracterizados por construções minimalistas que mostram os materiais &#8230; <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-brutalista/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Arquitetura Brutalista, ou Novo Brutalismo, ou simplesmente <em>brutalismo</em>, é um estilo arquitetônico que surgiu na década de 1950 na Grã-Bretanha, entre os projetos de reconstrução da era pós-guerra. Edifícios brutalistas são caracterizados por construções minimalistas que mostram os materiais de construção vazios e os elementos estruturais visíveis sobre o design decorativo. O estilo comumente usa concreto exposto ou tijolo, proibindo estruturas geométricas e uma paleta de cores predominantemente monocromática; outros materiais, como aço, madeira e vidro, também são apresentados.</p>
<p>Descendente do movimento modernista, o brutalismo é considerado uma reação contra a nostalgia da arquitetura na década de 1940. Derivado do termo sueco <em>nybrutalism</em>, o termo &#8220;Novo Brutalismo&#8221; foi usado pela primeira vez pelos arquitetos britânicos Alison e Peter Smithson por sua abordagem pioneira ao design. O estilo foi ainda mais popularizado em um ensaio de 1955 pelo crítico de arquitetura Reyner Banham, que também associou o movimento às frases francesas <em>béton brut</em> (&#8220;concreto bruto&#8221;) e <em>art brut</em> (&#8220;arte bruta&#8221;). O estilo, desenvolvido por arquitetos como Smithsons e Ernő Goldfinger, nascido em húngaro, foi parcialmente prenunciado pelo trabalho de outros arquitetos como o suíço-francês Le Corbusier, o estoniano-americano Louis Kahn e o finlandês Alvar Aalto.</p>
<div id="attachment_1443" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1443" class="size-full wp-image-1443" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Royal-National-Theatre-Londres-1976.jpg" alt="Royal National Theatre - Londres - 1976" width="1024" height="683" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Royal-National-Theatre-Londres-1976.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Royal-National-Theatre-Londres-1976-300x200.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Royal-National-Theatre-Londres-1976-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1443" class="wp-caption-text">Royal National Theatre &#8211; Londres &#8211; 1976</p></div>
<p>Na Grã-Bretanha, o brutalismo foi apresentado no projeto de moradias sociais de baixo custo, influenciadas por <strong>princípios socialistas</strong>, e logo se espalhou para outras regiões do mundo, incluindo Ásia, América do Norte e Bloco Soviético. Projetos brutalistas tornaram-se mais comumente usados ​​no projeto de edifícios institucionais, como universidades, bibliotecas, tribunais e prefeituras. A popularidade do movimento começou a declinar no final da década de 1970, <strong>com alguns associando o estilo à decadência urbana e ao totalitarismo</strong>.</p>
<p>O brutalismo tem polarizado, historicamente; edifícios específicos, bem como o movimento como um todo, atraíram uma série de críticas (muitas vezes descritas como &#8220;frias&#8221; ou &#8220;sem alma&#8221;), mas também suscitaram o apoio de arquitetos e comunidades locais (com muitos edifícios brutalistas se tornando ícones culturais, às vezes obtendo o status listado). Nas últimas décadas, o movimento tornou-se um assunto de interesse renovado. Em 2006, vários arquitetos de Boston pediram uma reformulação do estilo para &#8220;arquitetura heroica&#8221; para distanciar-se das conotações negativas do termo brutalismo.</p>
<h3>História</h3>
<p>O termo <em>Nybrutalism</em> (Novo Brutalismo) foi cunhado pelo arquiteto sueco Hans Asplund para descrever Villa Göth, uma moderna casa de tijolos em Uppsala, projetada em janeiro de 1950 por seus contemporâneos Bengt Edman e Lennart Holm. Apresentando a abordagem de design &#8216;conforme encontrado&#8217; que mais tarde estaria no centro do brutalismo, a casa exibe vigas em visíveis sobre janelas, tijolos expostos por dentro e por fora e despejou concreto em várias salas onde o padrão de encaixe das tábuas usado para construir os formulários pode ser visto. O termo foi escolhido no verão de 1950 por um grupo de arquitetos ingleses visitantes, incluindo Michael Ventris, Oliver Cox e Graeme Shankland, onde aparentemente &#8220;se espalhou como fogo e foi posteriormente adotado por uma certa facção de jovens arquitetos britânicos&#8221;.</p>
<div id="attachment_1444" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1444" class="size-full wp-image-1444" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Villa-Göth-Kåbo-Uppsala-Sweden-1950.jpg" alt="Villa Göth - Kåbo, Uppsala, Sweden - 1950" width="1024" height="718" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Villa-Göth-Kåbo-Uppsala-Sweden-1950.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Villa-Göth-Kåbo-Uppsala-Sweden-1950-300x210.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Villa-Göth-Kåbo-Uppsala-Sweden-1950-768x539.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1444" class="wp-caption-text">Villa Göth &#8211; Kåbo, Uppsala, Sweden &#8211; 1950 &#8211; O termo Novo Brutalismo foi usado pela primeira vez para descrever esta casa</p></div>
<p>O primeiro uso publicado da frase &#8220;Novo Brutalismo&#8221; ocorreu em 1953, quando Alison Smithson o usou para descrever um plano para sua casa não construída do Soho, que apareceu na edição de novembro da Architectural Design. Ela afirmou ainda: “É nossa intenção neste edifício expor completamente a estrutura, sem acabamentos interiores, sempre que possível.” A Escola Hunstanton dos Smithsons foi concluída em 1954 em Norfolk e a Casa Sugden concluída em 1955 em Watford, representa os primeiros exemplos do Novo Brutalismo no Reino Unido. A escola de Hunstanton, provavelmente inspirada no Salão de Alumni de 1946 de Mies Van Der Rohe no Instituto de Tecnologia de Illinois em Chicago, EUA, é notável como o primeiro edifício concluído no mundo para levar o título de &#8220;Novo Brutalista&#8221; por seus arquitetos. Na época, era descrito como &#8220;o edifício mais verdadeiramente moderno da Inglaterra&#8221;.</p>
<div id="attachment_1450" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1450" class="size-full wp-image-1450" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-Economist-building-London-1965.jpg" alt="The Economist building - London - 1965" width="800" height="971" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-Economist-building-London-1965.jpg 800w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-Economist-building-London-1965-247x300.jpg 247w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-Economist-building-London-1965-768x932.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-1450" class="wp-caption-text">The Economist building &#8211; London &#8211; 1965</p></div>
<p>O termo ganhou reconhecimento cada vez mais amplo quando o historiador da arquitetura britânica Reyner Banham o usou para identificar um estilo ético e estético, em seu ensaio de 1955, <em>The New Brutalism</em>. No ensaio, Banham descreveu Hunstanton e a casa do Soho como a &#8220;referência pela qual o Novo Brutalismo na arquitetura pode ser definido&#8221;. Reyner Banham também associou o termo Novo Brutalismo a <em>Art Brut</em> e <em>béton brut</em>, que significa <em>concreto bruto</em> em francês. , pela primeira vez. A arquitetura <em>béton brut</em> mais conhecida é a obra proto-brutalista do arquiteto suíço-francês Le Corbusier, em particular sua Unité d&#8217;habitation de 1952 na França, o edifício da Secretaria de 1953 (Palácio da Assembléia) em Chandigarh, Índia. e a igreja de Notre Dame du Haut, em 1955, em Ronchamp, França.</p>
<div id="attachment_1451" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1451" class="size-full wp-image-1451" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Buffalo-City-Court-Building-1974.jpg" alt="Buffalo City Court Building - 1974" width="600" height="900" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Buffalo-City-Court-Building-1974.jpg 600w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Buffalo-City-Court-Building-1974-200x300.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-1451" class="wp-caption-text">Buffalo City Court Building &#8211; 1974</p></div>
<p>Banham expandiu ainda mais seus pensamentos no livro de 1966, <em>The New Brutalism: Ethic or Aesthetic</em>?, para caracterizar um conjunto recentemente estabelecido de abordagens arquitetônicas, particularmente na Europa. No livro, Banham opinou que o trabalho concreto de Le Corbusier era uma fonte de inspiração e ajudou a popularizar o movimento, sugerindo &#8220;&#8230; se existe uma única fórmula verbal que tornou o conceito de brutalismo admissível na maioria das línguas ocidentais do mundo, é que o próprio Le Corbusier descreveu esse trabalho concreto como &#8216;béton-brut&#8217; &#8220;. Ele afirma ainda que &#8220;&#8230; as palavras &#8216;O Novo Brutalismo&#8217; já estavam circulando e adquiriram um significado profundo através de coisas ditas e feitas, além da conexão amplamente reconhecida com béton brut. A frase ainda &#8216;pertencia&#8217; ao Smithsons, no entanto, e foram suas atividades acima de todas as outras que estavam dando qualidades distintas ao conceito de brutalismo &#8220;.</p>
<div id="attachment_1445" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1445" class="size-full wp-image-1445" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Park-Hill-Flats-Sheffield-1961.jpg" alt="Park Hill Flats - Sheffield - 1961" width="1024" height="686" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Park-Hill-Flats-Sheffield-1961.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Park-Hill-Flats-Sheffield-1961-300x201.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Park-Hill-Flats-Sheffield-1961-768x515.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1445" class="wp-caption-text">Park Hill Flats &#8211; Sheffield &#8211; 1961</p></div>
<p>O brutalismo ganhou impulso considerável no Reino Unido durante a metade do século XX, à medida que comunidades economicamente deprimidas (e devastadas pela Segunda Guerra Mundial) buscavam métodos de construção e design de <strong>baixo custo</strong> para moradias de baixo custo, shopping centers e prédios governamentais. O brutalismo começou a ser favorecido por clientes governamentais e institucionais, com numerosos exemplos em países de língua inglesa (Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Austrália), Europa Ocidental (França, Alemanha, Itália), União Soviética, Bloco Oriental (Eslováquia, Bulgária) e lugares tão díspares quanto Japão, Índia, Brasil, Filipinas e Israel. O brutalismo tornou-se popular em edifícios educacionais (especialmente em universidades), mas era relativamente raro em projetos corporativos, que preferiam o <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/international-style/">Estilo Internacional</a>. O brutalismo tornou-se favorecido por muitos projetos governamentais, blocos de torre retangulares (moradias de arranha-céus) e shopping centers.</p>
<p>Combinado com as intenções <strong>socialmente progressistas</strong> por trás das ruas brutalistas no céu, como o Robin Hood Gardens, de Smithsons, concluído em 1972, o brutalismo foi promovido como uma opção positiva para moradias urbanas <strong>modernas e progressivas</strong>.</p>
<h3>Características do Brutalismo</h3>
<p>O novo brutalismo não é apenas um estilo arquitetônico; é também uma abordagem filosófica do projeto arquitetônico, um esforço para criar edifícios simples, honestos e funcionais que acomodem seus propósitos, habitantes e localização. Estilisticamente, o brutalismo é uma linguagem modernista do design que se diz ser uma reação à arquitetura da década de 1940, grande parte da qual foi caracterizada por uma nostalgia retrospectiva, embora possa ser entendida como uma releitura da famosa frase: &#8220;a forma segue a estrutura&#8221;.</p>
<div id="attachment_1446" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1446" class="size-large wp-image-1446" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Balfron-Tower-Londres-1963-679x1024.jpg" alt="Balfron Tower Londres - 1963" width="640" height="965" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Balfron-Tower-Londres-1963-679x1024.jpg 679w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Balfron-Tower-Londres-1963-199x300.jpg 199w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Balfron-Tower-Londres-1963-768x1158.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Balfron-Tower-Londres-1963.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1446" class="wp-caption-text">Balfron Tower Londres &#8211; 1963</p></div>
<p>Peter Smithson acreditava que o núcleo do brutalismo era uma reverência aos materiais, expressa honestamente, afirmando que &#8220;o brutalismo não está preocupado com o material em si, mas com a qualidade do material&#8221; e &#8220;a visão dos materiais como eram: a madeira da madeira; a areia da areia&#8221;. O arquiteto John Voelcker explicou que o &#8216;Novo Brutalismo&#8217; na arquitetura &#8216;não pode ser entendido através da análise estilística, embora um dia um estilo compreensível possa surgir&#8217;, apoiando o Smithsons descreve o movimento como &#8220;uma ética, não uma estética&#8221;. Reyner Banham sentiu que o termo &#8220;o novo brutalismo&#8221; existia tanto como uma atitude em relação ao design quanto como um rótulo descritivo para a própria arquitetura e que &#8220;evita uma descrição precisa, enquanto permanece uma força viva&#8221;, numa postura mais filosófica e menos arquitetônica. Ele tentou codificar o movimento na linguagem sistemática, insistindo que uma estrutura brutalista deve satisfazer os seguintes termos: &#8220;1, Legibilidade formal do plano; 2, exibição clara da estrutura e 3, avaliação dos materiais por suas qualidades inerentes&#8221;.</p>
<div id="attachment_1452" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1452" class="size-full wp-image-1452" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Universidade-Técnica-do-Oriente-Médio-Turquia.jpg" alt="Universidade Técnica do Oriente Médio - Turquia" width="1024" height="757" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Universidade-Técnica-do-Oriente-Médio-Turquia.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Universidade-Técnica-do-Oriente-Médio-Turquia-300x222.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Universidade-Técnica-do-Oriente-Médio-Turquia-768x568.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1452" class="wp-caption-text">Universidade Técnica do Oriente Médio &#8211; Turquia &#8211; Vigas brutas expostas com as marcas do madeiramento</p></div>
<p>Edifícios brutalistas são geralmente construídos com elementos modulares recorrentes que representam zonas funcionais específicas, articuladas de maneira distinta e agrupadas em um todo unificado. Muitas vezes, há ênfase nas expressões gráficas nas elevações externas e no plano arquitetônico de todo o local, no que diz respeito às principais funções e fluxos de pessoas dos edifícios. Os edifícios podem usar materiais de forma exposta, como concreto, tijolo, vidro, aço, madeira, pedra áspera e gabiões, entre outros.</p>
<div id="attachment_1447" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1447" class="size-full wp-image-1447" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Boston-City-Hall-1968.jpg" alt="Boston City Hall - 1968" width="1024" height="682" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Boston-City-Hall-1968.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Boston-City-Hall-1968-300x200.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Boston-City-Hall-1968-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1447" class="wp-caption-text">Boston City Hall &#8211; 1968</p></div>
<p>No entanto, devido ao seu baixo custo, o concreto bruto é frequentemente usado e deixado para revelar a natureza básica de sua construção com superfícies ásperas com &#8216;cofragens&#8217; de madeira produzidas quando as formas foram moldadas no local. Os exemplos são freqüentemente de caráter maciço (mesmo quando não grandes) e <strong>desafiam as noções tradicionais</strong> de como um edifício deve parecer, com foco nos espaços interiores e exteriores.</p>
<div id="attachment_1453" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1453" class="size-full wp-image-1453" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Igreja-Wotruba-Viena.jpg" alt="Igreja Wotruba - Viena" width="1024" height="683" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Igreja-Wotruba-Viena.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Igreja-Wotruba-Viena-300x200.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Igreja-Wotruba-Viena-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1453" class="wp-caption-text">Igreja Wotruba &#8211; Viena</p></div>
<p>Um tema comum nos projetos brutalistas é a exposição do funcionamento interno do edifício &#8211; variando de sua estrutura e serviços ao uso humano &#8211; no exterior do edifício. Na prefeitura de Boston, projetada em 1962, as partes surpreendentemente diferentes e projetadas do edifício indicam a natureza especial dos quartos atrás dessas paredes, como o gabinete do prefeito ou as câmaras do conselho da cidade. De outra perspectiva, o projeto da Escola Hunstanton incluía a colocação do tanque de água da instalação, normalmente um serviço oculto, em uma torre visível e proeminente. Em vez de ficarem escondidos nas paredes, as instalações de água e energia elétrica de Hunstanton eram entregues por meio de canos e condutos facilmente visíveis.</p>
<div id="attachment_1448" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1448" class="size-full wp-image-1448" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Habitat-67-Montreal-1967.jpg" alt="Habitat 67 - Montreal - 1967" width="1024" height="682" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Habitat-67-Montreal-1967.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Habitat-67-Montreal-1967-300x200.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Habitat-67-Montreal-1967-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1448" class="wp-caption-text">Habitat 67 &#8211; Montreal &#8211; 1967</p></div>
<p>O brutalismo como <em>filosofia arquitetônica</em> era frequentemente associado a uma <strong>ideologia socialista</strong> utópica, que tendia a ser apoiada por seus designers, especialmente por Alison e Peter Smithson, perto do auge do estilo. De fato, seu trabalho procurou enfatizar a funcionalidade e conectar a arquitetura ao que eles viam como as realidades da vida moderna. Esse estilo ocupou uma posição forte na arquitetura dos <strong>países comunistas europeus</strong> de meados da década de 1960 até o final da década de 1980 (Bulgária, Tchecoslováquia, Alemanha Oriental, URSS, Iugoslávia). Na Tchecoslováquia, o brutalismo foi apresentado como uma tentativa de criar um estilo arquitetônico &#8220;nacional&#8221;, mas também &#8220;<strong>socialista moderno</strong>&#8220;.</p>
<h2>Críticas ao Brutalismo</h2>
<p>O brutalismo tem alguns críticos severos, incluindo Charles, príncipe de Gales, cujos discursos e escritos sobre arquitetura criticam o brutalismo, chamando muitas das estruturas de &#8220;pilhas de concreto&#8221;.</p>
<p><strong>Um artigo de 2014 no The Economist notou sua impopularidade com o público, observando que uma campanha para demolir um edifício geralmente será direcionada contra um brutalista</strong>. Em 2005, o programa de TV britânico Demolition fez uma votação pública para selecionar doze prédios que deveriam ser demolidos e <strong>oito deles foram prédios brutalistas</strong>.</p>
<div id="attachment_1454" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1454" class="size-full wp-image-1454" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Dormitórios-da-University-of-East-Anglia-1966.jpg" alt="Dormitórios da University of East Anglia - 1966" width="1024" height="548" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Dormitórios-da-University-of-East-Anglia-1966.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Dormitórios-da-University-of-East-Anglia-1966-300x161.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Dormitórios-da-University-of-East-Anglia-1966-768x411.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1454" class="wp-caption-text">Dormitórios da University of East Anglia &#8211; 1966</p></div>
<p>Um argumento é que essa crítica existe em parte porque as fachadas de concreto são mal concebidas, além de não envelhecerem bem em climas marítimos úmidos e nublados, como os do noroeste da Europa e da Nova Inglaterra. Nesses climas, o concreto fica riscado com manchas de água e, às vezes, com musgo e líquenes, além de manchas de ferrugem das barras de reforço de aço.</p>
<div id="attachment_1449" style="width: 1033px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1449" class="size-full wp-image-1449" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Queen-Elizabeth-Square-flats-Glasgow-Demolido-em-1993.jpg" alt="Queen Elizabeth Square flats - Glasgow - Demolido em 1993" width="1023" height="680" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Queen-Elizabeth-Square-flats-Glasgow-Demolido-em-1993.jpg 1023w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Queen-Elizabeth-Square-flats-Glasgow-Demolido-em-1993-300x199.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Queen-Elizabeth-Square-flats-Glasgow-Demolido-em-1993-768x510.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1023px) 100vw, 1023px" /><p id="caption-attachment-1449" class="wp-caption-text">Queen Elizabeth Square flats &#8211; Glasgow &#8211; Demolido em 1993</p></div>
<p>Os críticos do estilo o consideram desagradável devido à sua aparência &#8220;fria&#8221;, projetando uma atmosfera de totalitarismo, bem como a associação dos edifícios à deterioração urbana devido aos materiais que resistem mal em certos climas e às superfícies propensas a vandalismo pelo grafite.</p>
<p>No campus da Universidade de Oregon, a indignação e o desagrado pelo brutalismo levaram, em parte, à contratação de Christopher Alexander e ao início do The Oregon Experiment no final da década de 1970.</p>
<div id="attachment_453" style="width: 688px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-453" class="size-full wp-image-453" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/arquitetura-brutalismo-tradicionalismo-bradford.jpg" alt="Antes e Depois" width="678" height="960" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/arquitetura-brutalismo-tradicionalismo-bradford.jpg 678w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/09/arquitetura-brutalismo-tradicionalismo-bradford-212x300.jpg 212w" sizes="auto, (max-width: 678px) 100vw, 678px" /><p id="caption-attachment-453" class="wp-caption-text">Antes e Depois</p></div>
<p>Anthony Daniels, autor britânico, médico e comentarista político, escreveu para o City Journal que as estruturas brutalistas representam um artefato do totalitarismo filosófico europeu, uma &#8220;<strong>deformidade espiritual, intelectual e moral</strong>&#8220;. Ele chamou os edifícios de &#8220;coração frio&#8221;, &#8220;desumano&#8221;, &#8220;hediondo&#8221; e &#8220;monstruoso&#8221;. Ele afirmou que o concreto armado &#8220;não envelhece graciosamente, mas desmorona, mancha e deteriora&#8221;, o que torna os estilos de construção alternativos superiores.</p>
<h3>Saiba mais</h3>
<p><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Brutalist_architecture">Wikipedia</a> (inglês)</p>
<h3>Referências</h3>
<ul>
<li>Golan, Romy: Historian of the Immediate Future: Reyner Banham – Book Review. <i>The Art Bulletin</i>, June 2003. (Retrieved 29 December 2014.)</li>
<li>Monzo, Luigi: Plädoyer für herbe Schönheiten. Gastbeitrag im Rahmen der Austellung &#8220;SOS Brutalismus – Rettet die Betonmonster&#8221;. <i>Pforzheimer Zeitung</i>, 27. February 2018, p. 6. <span class="languageicon">(in German)</span></li>
<li>Anna Rita Emili, <i>Pure and simple, the architecture of New Brutalism,</i> Ed.Kappa Rome 2008</li>
<li>Anna Rita Emili, <i>Architettura estrema, il Neobrutalismo alla prova della contemporaneità</i>, Quodlibet, Macerata 2011</li>
</ul>
<div class="refbegin reflist"></div>
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		<title>Arquitetura Minimalista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[estilosarquitetonicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2017 12:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilos Arquitetônicos]]></category>
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					<description><![CDATA[O termo minimalismo é usado para descrever uma tendência em design e arquitetura, na qual o assunto é reduzido a seus elementos mais básicos e necessários. Os designers e arquitetos minimalistas focam na conexão entre formas simples, iluminação elegante e &#8230; <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-minimalista/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O termo <em>minimalismo</em> é usado para descrever uma tendência em design e arquitetura, na qual o assunto é reduzido a seus elementos mais básicos e necessários. Os designers e arquitetos minimalistas focam na conexão entre formas simples, iluminação elegante e os espaços vazios deixados pela remoção de elementos supérfluos.</p>
<p>O design minimalista foi altamente influenciado pelo design e arquitetura tradicionais do Japão. As obras dos artistas do movimento De Stijl também são uma referência importante: O De Stijl expandiu as idéias de expressão organizando meticulosamente elementos básicos, como linhas e planos.</p>
<div id="attachment_1340" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1340" class="size-large wp-image-1340" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Breeze-House-Castellón-Spain-1024x698.jpg" alt="Breeze House - Castellón - Spain" width="640" height="436" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Breeze-House-Castellón-Spain-1024x698.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Breeze-House-Castellón-Spain-300x205.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Breeze-House-Castellón-Spain-768x524.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Breeze-House-Castellón-Spain-1536x1047.jpg 1536w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Breeze-House-Castellón-Spain.jpg 1800w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1340" class="wp-caption-text">Breeze House &#8211; Castellón &#8211; Spain</p></div>
<p><a href="https://leibal.com/architecture/breeze-house/?utm_source=pinterest&amp;utm_medium=social">Saiba mais</a></p>
<p>Importante salientar que no que diz respeito ao design de interiores contemporâneos, os projetos &#8220;minimalistas&#8221; mais atraentes não são autenticamente minimalistas, porque são maiores e usam materiais de construção e acabamentos mais caros.</p>
<p>Há observadores que descrevem o surgimento do minimalismo como uma resposta aos excessos e ao caos da vida urbana. No Japão, por exemplo, a arquitetura minimalista começou a ganhar força nos anos 80, quando suas cidades experimentaram rápida expansão do ambiente urbano e da população. O movimento foi considerado um antídoto para a &#8220;presença avassaladora do tráfego, publicidade, desproporção dos edifícios em relação a escala humana e imposição de estradas&#8221;.</p>
<div id="attachment_1339" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1339" class="size-large wp-image-1339" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Studios-of-Fogo-Island-Newfoundland-1024x576.jpg" alt="Studios of Fogo Island - Newfoundland" width="640" height="360" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Studios-of-Fogo-Island-Newfoundland-1024x576.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Studios-of-Fogo-Island-Newfoundland-300x169.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Studios-of-Fogo-Island-Newfoundland-768x432.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Studios-of-Fogo-Island-Newfoundland.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1339" class="wp-caption-text">Studios of Fogo Island &#8211; Newfoundland</p></div>
<p><a href="https://www.google.com/search?q=studios+of+Fogo+Island,+Newfoundland&amp;rlz=1C1SQJL_pt-BRBR832BR832&amp;sxsrf=ALeKk00a-g0KQ4n9uoh0jhXFGRG-__W-uA:1592688657276&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwjB753Nq5HqAhWyIrkGHXVWAbUQ_AUoAXoECAwQAw&amp;biw=1600&amp;bih=718" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Outras imagens</a></p>
<p>O ambiente caótico não foi impulsionado apenas pela urbanização, industrialização e tecnologia, mas também pela experiência japonesa de ter constantemente demolir estruturas por conta da destruição causada pela Segunda Guerra Mundial e pelos terremotos, incluindo as calamidades que isso acarreta, como o fogo. A filosofia de design minimalista não chegou ao Japão por outro país, pois já fazia parte da cultura japonesa enraizada na filosofia zen. Há também quem atribua o movimento do design mínimo à espiritualidade e visão da natureza peculiares da cultura japonesa.</p>
<h2>Menos é Mais</h2>
<p>O arquiteto Ludwig Mies van der Rohe (1886–1969) adotou o lema &#8220;Menos é mais&#8221; para descrever e justificar sua estética. Sua tática consistia em organizar os componentes necessários de um edifício para criar uma impressão de extrema simplicidade &#8211; ele alistou todos os elementos e detalhes para servir a múltiplos propósitos visuais e funcionais; por exemplo, projetar um piso para também servir como radiador ou uma lareira enorme para também abrigar o banheiro.</p>
<div id="attachment_1337" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1337" class="size-large wp-image-1337" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Pavilhão-Alemão-Barcelona-Mies-Van-der-Rohe-1024x540.jpg" alt="Pavilhão Alemão - Barcelona - Mies Van der Rohe" width="640" height="338" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Pavilhão-Alemão-Barcelona-Mies-Van-der-Rohe-1024x540.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Pavilhão-Alemão-Barcelona-Mies-Van-der-Rohe-300x158.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Pavilhão-Alemão-Barcelona-Mies-Van-der-Rohe-768x405.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Pavilhão-Alemão-Barcelona-Mies-Van-der-Rohe-1536x810.jpg 1536w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Pavilhão-Alemão-Barcelona-Mies-Van-der-Rohe.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1337" class="wp-caption-text">Pavilhão Alemão &#8211; Barcelona &#8211; Mies Van der Rohe</p></div>
<p><a href="https://forum.enscape3d.com/index.php?thread/1799-german-pavilion-of-barcelona-by-mies-van-der-rohe/">Imagem</a></p>
<p>O designer Buckminster Fuller (1895–1983) adotou uma das premissas da engenharia de &#8220;Fazer mais com menos&#8221;, mas suas preocupações estavam mais voltadas para a tecnologia e engenharia do que para a estética.</p>
<p>Outros arquitetos minimalistas são Luis Barragán, Kazuyo Sejima, John Pawson, Eduardo Souto de Moura, Álvaro Siza Vieira, Tadao Ando, ​​Alberto Campo Baeza, Yoshio Taniguchi, Peter Zumthor, Hugh Newell Jacobsen, Vincent Van Duysen, Claudio Silvestrin, Michael Gabellini e Richard Gluckman.</p>
<h2>Arquitetura Minimalista</h2>
<p>A arquitetura minimalista tornou-se popular no final dos anos 80 em Londres e Nova York, onde arquitetos e estilistas trabalharam juntos para alcançar a simplicidade, usando elementos brancos, iluminação fria, espaço amplo com objetos e móveis mínimos.</p>
<h3>Conceitos e elementos de design</h3>
<p>O conceito de arquitetura minimalista consiste em reduzir tudo à sua qualidade essencial e alcançar a simplicidade, embora a idéia não seja a destituição completa da ornamentação. Todas as partes e detalhes são consideradas a serem reduzidas a um estágio em que ninguém pode remover mais nada que possa melhorar o design final do projeto. Os critérios para avaliar o que é essencial são luz, forma, material, espaço, local e condição humana.</p>
<p>De um ponto de vista mais transcendental, arquitetos minimalistas não apenas consideram as qualidades físicas do edifício, eles consideram a dimensão espiritual e o invisível, observando o todo e prestando atenção aos detalhes, pessoas, espaço, natureza e materiais. Acreditando que isso revela a qualidade abstrata de algo que é invisível e ajuda na busca pela essência dessas qualidades invisíveis &#8211; como luz natural, céu, terra e ar.</p>
<p>Além disso, eles &#8220;abrem um diálogo&#8221; com o ambiente circundante para decidir os materiais mais adequados para a construção e criar relações entre edifícios e espaço. No final do século 19, quando o movimento <em>Arts and Crafts</em> se tornou popular na Grã-Bretanha, as pessoas valorizavam a autenticidade aos materiais em relação às suas características profundas e inatas.</p>
<p>Na arquitetura minimalista, os elementos de design se esforçam para transmitir a mensagem de simplicidade. As formas geométricas básicas, elementos sem decoração, materiais simples e as repetições de estruturas representam um senso de ordem e qualidade essencial. O movimento da luz natural nos edifícios deve revelar espaços simples e limpos.</p>
<h3>Influências da tradição japonesa</h3>
<p>A idéia de simplicidade aparece em muitas culturas, especialmente na cultura tradicional japonesa da <em>filosofia zen</em>. Os japoneses fundamentam na cultura Zen os elementos estéticos e de design de seus edifícios. Essa idéia de arquitetura influenciou a Sociedade Ocidental, especialmente nos Estados Unidos desde meados do século XVIII. Além disso, inspirou a arquitetura minimalista no século 19. [35]</p>
<p>Os conceitos zen de simplicidade transmitem as idéias de liberdade e essência da vida. Aqui a simplicidade não é apenas um valor estético, e sim uma percepção moral que analisa a natureza da verdade e revela as qualidades e a essência internas dos materiais e objetos. Por exemplo, o jardim de areia no templo de Ryoanji demonstra os conceitos de simplicidade e essencialidade, considerando o cenário de algumas pedras e um enorme espaço vazio.</p>
<div id="attachment_1341" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1341" class="size-large wp-image-1341" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/minimalismo-arquitetonico-japones-1024x682.jpg" alt="Exemplo de Minimalismo Arquitetônico Oriental" width="640" height="426" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/minimalismo-arquitetonico-japones-1024x682.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/minimalismo-arquitetonico-japones-300x200.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/minimalismo-arquitetonico-japones-768x511.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/minimalismo-arquitetonico-japones-1536x1022.jpg 1536w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/minimalismo-arquitetonico-japones.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1341" class="wp-caption-text">Exemplo de Influência Minimalista Japonesa</p></div>
<p><a href="https://www.dwell.com/article/monokuro-house-w3-architects-3ee51e62">Imagem</a></p>
<p>O princípio estético japonês de Ma refere-se ao espaço vazio ou aberto. Remove todas as paredes internas desnecessárias e abre o espaço. O vazio do arranjo espacial reduz tudo até a qualidade mais essencial. No entanto, longe de ser apenas um conceito espacial, Ma está presente em todos os aspectos da vida cotidiana japonesa, pois se aplica ao tempo e às tarefas diárias.</p>
<p>A estética japonesa de Wabi-sabi valoriza a qualidade de objetos simples e lisos. Ele aprecia a ausência de características desnecessárias, valoriza uma vida em silêncio e visa revelar o caráter inato dos materiais. Por exemplo, a arte floral japonesa, também conhecida como Ikebana, tem o princípio central de deixar a flor se expressar. As pessoas cortam os galhos, folhas e flores das plantas e retêm apenas a parte essencial da planta. Isso transmite a idéia de qualidade essencial e caráter inato na natureza.</p>
<h3>Saiba mais</h3>
<p><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Minimalism">Wikipedia</a> (inglês)</p>
<h3>Referências</h3>
<ul>
<li>Bertoni, Franco (2002). <i>Minimalist Architecture</i>, edited by Franco Cantini, translated from the Italian by Lucinda Byatt and from the Spanish by Paul Hammond. Basel, Boston, and Berlin: Birkhäuser. ISBN 3-7643-6642-7.</li>
<li>Cerver, Francisco Asencio (1997). <i>The Architecture of Minimalism</i>. New York, NY: Arco. ISBN 0-8230-6149-3.</li>
<li>Keenan, David, and Michael Nyman (2001). &#8220;Claim to Frame&#8221;. <i>The Sunday Herald</i> (4 February).</li>
<li>Lancaster, Clay (September 1953). &#8220;Japanese Buildings in the United States before 1900: Their Influence upon American Domestic Architecture&#8221;. <i>The Art Bulletin</i>, vol. 35, no. 3, pp. 217–224.</li>
<li>Nyman, Michael (1968). &#8220;Minimal Music&#8221;. <i>The Spectator</i> 221, no. 7320 (11 October): 518–19.</li>
<li>Pawson, John (1996). <i>Minimum</i>. London, England: Phaidon Press Limited. ISBN 0-7148-3262-6.</li>
<li>Rossell, Quim (2005). <i>Minimalist Interiors</i>. New York: Collins Design. ISBN 0-688-17487-6 (cloth); ISBN 0-06-082990-7 (cloth).</li>
<li>Saito, Yuriko (2007). &#8220;The Moral Dimension of Japanese Aesthetics&#8221;. <i>The Journal of Aesthetics and Art Criticism</i>, vol. 65, no. 1 (Winter), pp. 85–97. Retrieved 2011-10-18.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Arquitetura Orgânica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[estilosarquitetonicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2017 11:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilos Arquitetônicos]]></category>
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					<description><![CDATA[A Arquitetura Orgânica, também conhecida como arquitetura organicista, organicismo ou ainda Arquitetura Naturalista, foi uma das muitas escolas da Arquitetura Moderna influenciada pelas ideias do arquiteto americano Frank Lloyd Wright. Sua ideologia buscava promover a harmonia entre a habitação humana &#8230; <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-organica/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Arquitetura Orgânica, também conhecida como arquitetura organicista, organicismo ou ainda Arquitetura Naturalista, foi uma das muitas escolas da <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-modernista/">Arquitetura Moderna</a> influenciada pelas ideias do arquiteto americano Frank Lloyd Wright.</p>
<p>Sua ideologia buscava promover a harmonia entre a habitação humana e a natureza. Apesar de ter surgido nos Estados Unidos, o ideal organicista se desenvolveu ao redor de todo o mundo, embora Arquitetura Orgânica tenha tido maior incidência no norte da Europa.</p>
<p>O conceito do organicismo foi desenvolvido através das pesquisas de Frank Lloyd Wright, que acreditava que uma casa deve nascer para atender às necessidades das pessoas e do caráter do país como um organismo vivo e, com isso, o design é pensado para se aproximar de uma construção integrada ao máximo com seu terreno e seu entorno.</p>
<p>Sua convicção, profundamente idealista, era de que os edifícios influenciam profundamente as pessoas que neles residem, trabalham ou rezam, e por esse motivo o arquiteto é um modelador de homens.</p>
<div id="attachment_1227" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1227" class="size-full wp-image-1227" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Fallingwater-Casa-da-Cascata-Wright.jpg" alt="Fallingwater - Casa da Cascata - Wright" width="640" height="480" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Fallingwater-Casa-da-Cascata-Wright.jpg 640w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Fallingwater-Casa-da-Cascata-Wright-300x225.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1227" class="wp-caption-text">Fallingwater &#8211; Casa da Cascata &#8211; Wright</p></div>
<p>O termo &#8220;arquitetura orgânica&#8221; foi criado por Frank Lloyd Wright, arquiteto responsável pelos projetos da famosa casa Fallingwater (A casa da Cascata) e do Museu Solomon R. Guggenheim em Nova York.</p>
<div id="attachment_1228" style="width: 628px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1228" class="size-full wp-image-1228" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Interior-da-Casa-da-Cascata-Fallingwater-Frank-Lloyd-Wright.jpg" alt="Interior da Casa da Cascata - Fallingwater - Frank Lloyd Wright" width="618" height="351" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Interior-da-Casa-da-Cascata-Fallingwater-Frank-Lloyd-Wright.jpg 618w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Interior-da-Casa-da-Cascata-Fallingwater-Frank-Lloyd-Wright-300x170.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 618px) 100vw, 618px" /><p id="caption-attachment-1228" class="wp-caption-text">Interior da Casa da Cascata &#8211; Fallingwater &#8211; Frank Lloyd Wright</p></div>
<p>De uma forma geral, a arquitetura orgânica é considerada como um contraponto, e em certo sentido, uma reação à arquitetura excessivamente racionalista estimulada pelo International Style.</p>
<h3>Princípios da Arquitetura Orgânica</h3>
<p>O arquiteto e planejador David Pearson propôs uma lista de regras para o design da arquitetura orgânica. Essas regras são conhecidas como a Carta Gaia para arquitetura e design orgânico, e diz:</p>
<p>&#8220;Deixe o design:</p>
<ul>
<li>ser inspirado pela natureza e ser sustentável, saudável, conservador e diversificado.</li>
<li>desdobrar, como um organismo, a partir da semente interior.</li>
<li>existir no &#8220;presente contínuo&#8221; e &#8220;começar novamente e novamente&#8221;.</li>
<li>seguir os fluxos e ser flexível e adaptável.</li>
<li>satisfazer necessidades sociais, físicas e espirituais.</li>
<li>&#8220;crescer fora do espaço&#8221; e ser único.</li>
<li>celebrar o espírito da juventude, brincar e surpreender.</li>
<li>expressar o ritmo da música e o poder da dança.&#8221;</li>
</ul>
<p>A ideia da arquitetura orgânica se refere não só à relação literal das construções e o entorno natural, mas também num tom transcendental em como o próprio design dessas construções é pensado e desenvolvido para ela funcionar como um organismo em sua totalidade.</p>
<p>Esse modo de pensar a arquitetura é amplo e busca alinhar a natureza com a filosofia humanista. E em termos arquitetônicos, tornam as formas mais adaptáveis e agradáveis para o humano, flexibilizando a rigidez formal do modernismo. A obra passa a ser considerada um organismo vivo, com elementos que respeitam a natureza e aprimoram características básicas, aproximando a arquitetura de atividades comuns e diárias.</p>
<h3>Saiba Mais</h3>
<p><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Organic_architecture">Wikipedia</a> (Inglês)</p>
<p class="story-body__h1"><a href="https://www.bbc.com/portuguese/vert-cul-40451624">A polêmica casa sobre uma cascata considerada a &#8216;melhor obra de arquitetura dos EUA&#8217;</a></p>
<h3>Outras influências da Natureza</h3>
<h2>Arquitetura Metafórica e Biomorfismo</h2>
<p>Muito se confunde a Arquitetura Orgânica, que, como visto acima, pregava uma integração plena entre edifício e natureza, quando o termo sustentabilidade ainda nem existia, com as formas orgânicas que se vê em muitas obras modernas. Neste caso estamos nos referindo ao Biomorfismo e à Arquitetura Metafórica, a que inspira as formas de suas obras em outras formas pré-existentes, especialmente, na natureza.</p>
<p>Alguns consideram a Arquitetura Metafórica apenas um aspecto do pós-modernismo, enquanto outros o consideram uma escola por si só e um desenvolvimento posterior da arquitetura expressionista.</p>
<p>Já o termo <em>biomorfismo</em> foi cunhado pelo escritor britânico Geoffrey Grigson em 1935 e posteriormente usado por Alfred H. Barr no contexto de sua exposição de 1936 Cubism and Abstract Art. A arte biomorfista concentra-se no poder da vida natural e usa formas orgânicas, com sugestões disformes e vagamente esféricas das formas da biologia. O biomorfismo tem conexões com o Surrealismo e o Art Nouveau.</p>
<p>A igreja da Sagrada Família, de Antoni Gaudí, em Barcelona, contém muitas características inspiradas na natureza, como colunas ramificadas aludindo árvores.</p>
<p>Outros exemplos bem conhecidos de biomorfismo na arquitetura podem ser encontrados no Templo de Lotus, em Nova Délhi, por Fariborz Sahba, baseado em uma flor de lótus, e no edifício do TWA Flight Center em Nova York, por Eero Saarinen, inspirado no forma da asa de um pássaro.</p>
<div id="attachment_1232" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1232" class="size-large wp-image-1232" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Milwaukee-Art-Museum-1024x683.jpg" alt="Milwaukee Art Museum" width="640" height="427" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Milwaukee-Art-Museum.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Milwaukee-Art-Museum-300x200.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Milwaukee-Art-Museum-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1232" class="wp-caption-text">Milwaukee Art Museum</p></div>
<p>Um dos principais arquitetos contemporâneos que utiliza o biomorfismo em seu trabalho é Basil Al Bayati, um dos principais defensores da escola de <strong>Arquitetura Metafórica</strong> cujos projetos foram inspirados em árvores e plantas, caracóis, baleias e insetos, como a Mesquita das Palmeiras no rei Saud Universidade de Riyadh, ou a Torre de Telecomunicações Al-Nakhlah Palm, que se baseia na forma de uma palmeira.</p>
<p>O brasileiro Oscar Niemeyer de certa forma também era um <em>Arquiteto Metafórico</em> uma vez que ele assumia publicamente que muitas das curvas de seus projetos se inspiravam nas curvas da natureza.</p>
<h3>Saiba mais</h3>
<p><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Metaphoric_architecture">Metaphoric Architecture</a> &#8211; <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Biomorphism">Biomorphism</a> &#8211; <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Biomimetic_architecture">Biomimetic Architecture</a> &#8211; <a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Zoomorphic_architecture">Zoomorphic Architecture</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>International Style</title>
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		<dc:creator><![CDATA[estilosarquitetonicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2017 10:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilos Arquitetônicos]]></category>
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					<description><![CDATA[O International Style &#8211; Estilo Internacional &#8211; ou Internacionalismo foi um influente estilo arquitetônico que foi desenvolvido nas décadas de 1920 e 1930 e estava intrinsecamente relacionado à arquitetura moderna. Foi definido pela primeira vez pelos curadores do Museu de &#8230; <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/international-style/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O International Style &#8211; Estilo Internacional &#8211; ou Internacionalismo foi um influente estilo arquitetônico que foi desenvolvido nas décadas de 1920 e 1930 e estava intrinsecamente relacionado à arquitetura moderna.</p>
<div id="attachment_1321" style="width: 532px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1321" class="size-full wp-image-1321" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/One-Liberty-Plaza-John-Cahill.jpg" alt="One Liberty Plaza - John Cahill" width="522" height="800" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/One-Liberty-Plaza-John-Cahill.jpg 522w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/One-Liberty-Plaza-John-Cahill-196x300.jpg 196w" sizes="auto, (max-width: 522px) 100vw, 522px" /><p id="caption-attachment-1321" class="wp-caption-text">One Liberty Plaza &#8211; Nova York</p></div>



<p>Foi definido pela primeira vez pelos curadores do Museu de Arte Moderna Henry-Russell Hitchcock e Philip Johnson em 1932, com base em obras de arquitetura da década de 1920. Os termos <em>Arquitetura Racionalista</em> e <em>Arquitetura Moderna</em> são freqüentemente usados ​​como sinônimos do <em>International Style</em>.</p>



<p>É definido pelo Getty Research Institute como:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;o estilo de arquitetura que surgiu na Holanda, França e Alemanha após a Primeira Guerra Mundial e se espalhou por todo o mundo, tornando-se o estilo arquitetônico dominante até a década de 1970. O estilo é caracterizado por uma ênfase na volume sobre massa, uso de materiais industriais leves e produzidos em massa, rejeição de todos os ornamentos e cores, formas modulares repetitivas e uso de superfícies planas, alternando normalmente com áreas de vidro &#8220;.</p>
</blockquote>



<div id="attachment_1335" style="width: 1033px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1335" class="size-full wp-image-1335" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-Glass-Palace-Heerlen-Netherlands-Frits-Peutz-1935.jpg" alt="The Glass Palace - Heerlen - Netherlands - Frits Peutz - 1935" width="1023" height="766" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-Glass-Palace-Heerlen-Netherlands-Frits-Peutz-1935.jpg 1023w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-Glass-Palace-Heerlen-Netherlands-Frits-Peutz-1935-300x225.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-Glass-Palace-Heerlen-Netherlands-Frits-Peutz-1935-768x575.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1023px) 100vw, 1023px" /><p id="caption-attachment-1335" class="wp-caption-text">The Glass Palace &#8211; Heerlen &#8211; Netherlands &#8211; Frits Peutz &#8211; 1935</p></div>
<h3 class="wp-block-heading">Contexto Histórico</h3>



<p>Por volta de 1900, vários arquitetos ao redor do mundo começaram a desenvolver novas soluções arquitetônicas para integrar os precedentes tradicionais com novas demandas sociais e novas possibilidades tecnológicas.</p>



<p>O trabalho de Victor Horta e Henry van de Velde em Bruxelas, Antoni Gaudí em Barcelona, ​​Otto Wagner em Viena e Charles Rennie Mackintosh em Glasgow, entre muitos outros, pode ser visto como uma luta comum entre o antigo e o novo. Esses arquitetos não eram considerados parte do estilo internacional porque a</p>
<p>tuavam &#8220;de maneira individualista&#8221; e eram vistos como os últimos representantes do <em>romantismo</em>. Contribuíram, no entanto, no âmbito da arquitetura, para a consolidação de um movimento que viria a ser conhecido como Modernismo, movimento este mais amplo do qual o International Style viria ao mesmo tempo surgir, e constituir.</p>



<p>Antes do uso do termo &#8216;Estilo Internacional&#8217;, alguns arquitetos americanos &#8211; como Louis Sullivan, Frank Lloyd Wright e Irving Gill &#8211; pregavam a valorização de qualidades de simplificação, honestidade e clareza formal.</p>
<p>O portfólio Wasmuth de Frank Lloyd Wright havia sido exibido na Europa e influenciado o trabalho dos modernistas europeus, e suas viagens por lá provavelmente influenciaram seu próprio trabalho, embora ele se recusasse a ser categorizado com eles. Seus edifícios das décadas de 1920 e 1930 mostraram claramente uma mudança no estilo do arquiteto, mas em uma direção diferente do estilo internacional.</p>
<p>Na Europa, o movimento moderno da arquitetura foi chamado de Funcionalismo ou <em>Neue Sachlichkeit</em> (Nova Objetividade), L&#8217;Esprit Nouveau, ou simplesmente <em>Modernismo</em> e estava muito preocupado com a união de uma nova forma arquitetônica e reforma social, criando um ambiente mais aberto e sociedade transparente.</p>



<p>O Estilo Internacional pode ser atribuído a edifícios projetados por um pequeno grupo de modernistas, dos quais as principais figuras incluem Ludwig Mies van der Rohe, Jacobus Oud, Le Corbusier, Richard Neutra e Philip Johnson.</p>
<div id="attachment_1323" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1323" class="size-large wp-image-1323" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Seagram-Building-New-York-666x1024.jpg" alt="Seagram Building - New York" width="640" height="984" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Seagram-Building-New-York-666x1024.jpg 666w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Seagram-Building-New-York-195x300.jpg 195w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Seagram-Building-New-York-768x1181.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Seagram-Building-New-York.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1323" class="wp-caption-text">Seagram Building &#8211; New York</p></div>



<p>O fundador da escola da Bauhaus, Walter Gropius, juntamente com o proeminente instrutor da Bauhaus, Ludwig Mies van der Rohe, tornou-se conhecido pelas estruturas de aço que empregam paredes de cortinas de vidro. Um dos primeiros edifícios modernos do mundo onde isso pode ser visto é uma fábrica de calçados projetada por Gropius em 1911 em Alfeld, Alemanha, chamada de Fagus Works.</p>



<p>O primeiro edifício construído inteiramente com base nos princípios de design da Bauhaus foi o Haus am Horn, concreto e aço, construído em 1923 em Weimar, na Alemanha, projetado por Georg Muche.</p>



<p>Gropius também projetou o prédio da escola Bauhaus em Dessau, construído em 1925-1926, e o Harvard Graduate Center (Cambridge, Massachusetts; 1949–50), também conhecido como Complexo Gropius, exibe linhas limpas e uma &#8220;preocupação com espaços interiores despojados&#8221;.</p>
<div id="attachment_1320" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1320" class="size-full wp-image-1320" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Bauhaus-School-Dessau-Walter-Gropius.jpg" alt="Bauhaus School - Dessau - Walter Gropius" width="1024" height="758" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Bauhaus-School-Dessau-Walter-Gropius.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Bauhaus-School-Dessau-Walter-Gropius-300x222.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Bauhaus-School-Dessau-Walter-Gropius-768x569.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1320" class="wp-caption-text">Bauhaus School &#8211; Dessau &#8211; Walter Gropius</p></div>
<p>

</p>



<p>Marcel Breuer, líder reconhecido na arquitetura <em>Béton Brut</em> (<a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-brutalista/">brutalista</a>) e ex-aluno notável ​​da Bauhaus, depois de deixar a Bauhaus mais tarde ensinaria ao lado de Gropius em Harvard, também é um importante colaborador do Modernismo e do Estilo Internacional.</p>



<p>O &#8220;Estilo Internacional&#8221;, definido por Hitchcock e Johnson, havia se desenvolvido na Europa Ocidental dos anos 1920, moldado pelas atividades do movimento holandês <em>De Stijl</em>, <em>Le Corbusier</em>, e do <em>Deutscher Werkbund</em> e <em>Bauhaus</em>.</p>



<p>Le Corbusier adotara as estratégias tayloristas e fordistas adotadas nos modelos industriais americanos para reorganizar a sociedade. Ele contribuiu para uma nova revista chamada <em>L&#8217;Esprit Nouveau</em>, que defendia o uso de técnicas e estratégias industriais modernas para criar um padrão de vida mais alto em todos os níveis socioeconômicos.</p>
<div id="attachment_1322" style="width: 802px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1322" class="size-full wp-image-1322" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Le-Corbusier-Villa-Savoye-Poissy-France.jpg" alt="Le Corbusier - Villa Savoye - Poissy - France" width="792" height="594" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Le-Corbusier-Villa-Savoye-Poissy-France.jpg 792w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Le-Corbusier-Villa-Savoye-Poissy-France-300x225.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Le-Corbusier-Villa-Savoye-Poissy-France-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 792px) 100vw, 792px" /><p id="caption-attachment-1322" class="wp-caption-text">Le Corbusier &#8211; Villa Savoye &#8211; Poissy &#8211; France</p></div>
<p>

</p>



<p>Em 1927, uma das primeiras e mais definidoras manifestações do <em>Estilo Internacional</em> foi a Weissenhof Estate, em Stuttgart, supervisionada por Ludwig Mies van der Rohe. Era muito popular, com milhares de visitantes diários.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Exposição MoMA de 1932</h3>



<p>Philip Johnson co-definiu o International Style com Henry-Russell Hitchcock enquanto ainda universitário, e mais tarde se tornou um de seus praticantes.</p>



<p>A exposição <em>Arquitetura Moderna: Exposição Internacional</em> decorreu de 9 de fevereiro a 23 de março de 1932, no Museu de Arte Moderna (MoMA), no Heckscher Building na Quinta Avenida e na 56th Street, em Nova York.</p>



<p>Além de um hall de entrada e escritório, a exposição foi dividida em seis salas: a seção &#8220;Arquitetos Modernos&#8221; começou na sala de entrada, apresentando um modelo do conjunto habitacional Chrystie-Forsyth Street de William Lescaze, em Nova York.</p>



<p>De lá, os visitantes chegavam na sala A, localizada no centro, com um modelo de um conjunto habitacional para Evanston, Illinois, pelos irmãos arquitetos de Chicago Monroe Bengt Bowman e Irving Bowman, além de um modelo e fotos da Bauhaus em Dessau de Walter Gropius.</p>



<p>No maior espaço de exposição, a Sala C, foram obras de Le Corbusier, Ludwig Mies van der Rohe, J.J.P. Oud e Frank Lloyd Wright (incluindo um projeto para uma casa na Mesa em Denver, 1932).</p>



<p>A sala B era uma seção intitulada &#8220;Habitação&#8221;, apresentando &#8220;a necessidade de um novo ambiente doméstico&#8221;, como havia sido identificado pelo historiador e crítico Lewis Mumford.</p>



<p>Na sala D estavam as obras de Raymond Hood (incluindo &#8220;Apartment Tower in the Country&#8221; e o edifício McGraw-Hill) e Richard Neutra.</p>



<p>Na sala E, havia uma seção intitulada &#8220;A extensão da arquitetura moderna&#8221;, acrescentada no último minuto, que incluía as obras de trinta e sete arquitetos modernos de quinze países que se diziam influenciados pelas obras dos europeus da década de 1920. Entre esses trabalhos, foram mostrados os escritórios do jornal Turun Sanomat, de Alvar Aalto, em Turku, Finlândia.</p>



<p>Depois de seis semanas na cidade de Nova York, a exposição visitou os EUA &#8211; a primeira &#8220;exposição itinerante&#8221; de arquitetura nos EUA &#8211; por seis anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Características do Estilo Internacional</h2>



<p>Hitchcock e Johnson identificaram três princípios:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>a expressão do volume em vez da massa;</li>
<li>a ênfase no equilíbrio em vez da simetria preconcebida e;</li>
<li>a expulsão do ornamento aplicado.</li>
</ul>



<p>As características comuns do Estilo Internacional incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>uma simplificação radical da forma;</li>
<li>uma rejeição do ornamento e;</li>
<li>a adoção de vidro, aço e concreto como materiais preferidos.</li>
</ul>
<div id="attachment_1328" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1328" class="size-full wp-image-1328" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lovell-House-Health-House-Los-Angeles-California.jpg" alt="Lovell House (Health House) - Los Angeles - California" width="1024" height="768" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lovell-House-Health-House-Los-Angeles-California.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lovell-House-Health-House-Los-Angeles-California-300x225.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lovell-House-Health-House-Los-Angeles-California-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1328" class="wp-caption-text">Lovell House (Health House) &#8211; Los Angeles &#8211; California</p></div>



<p>Além disso, a transparência dos edifícios, a construção e a aceitação das técnicas industrializadas de produção em massa contribuíram para a filosofia de design do International Style.</p>



<p>Os ideais do estilo internacional são comumente resumidos em três slogans:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>O ornamento é um crime</em>;</li>
<li>A <em>verdade dos materiais</em>;</li>
<li>A <em>forma segue a função</em>.</li>
</ul>



<p>Soma-se ainda a conhecida conclusão de Le Corbusier:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Uma casa é uma máquina para se viver&#8221;.</p>
</blockquote>



<p>Tais assertivas contribuíram para levar os arquitetos internacionais a criar construções que definitivamente ultrapassaram o <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-historicista/"><em>historicismo</em></a>.</p>
<div id="attachment_1334" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1334" class="size-large wp-image-1334" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Sede-da-ONU-Le-Corbusier-e-Oscar-Niemeyer-654x1024.jpg" alt="Sede da ONU - Le Corbusier e Oscar Niemeyer" width="640" height="1002" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Sede-da-ONU-Le-Corbusier-e-Oscar-Niemeyer-654x1024.jpg 654w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Sede-da-ONU-Le-Corbusier-e-Oscar-Niemeyer-192x300.jpg 192w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Sede-da-ONU-Le-Corbusier-e-Oscar-Niemeyer-768x1203.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Sede-da-ONU-Le-Corbusier-e-Oscar-Niemeyer.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1334" class="wp-caption-text">Sede da ONU &#8211; Le Corbusier e Oscar Niemeyer</p></div>



<p>O típico <em>estilo internacional</em> geralmente consiste no seguinte:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Formas quadradas ou retangulares</li>
<li>Composição cúbica simples de &#8220;retângulo extrudado&#8221;</li>
<li>Janelas em execução em linhas horizontais quebradas, formando uma grade</li>
<li>Todos os ângulos da fachada são 90 graus.</li>
</ul>
<div id="attachment_1327" style="width: 460px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1327" class="size-full wp-image-1327" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Equitable-Building-Atlanta.jpg" alt="Equitable Building - Atlanta" width="450" height="600" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Equitable-Building-Atlanta.jpg 450w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Equitable-Building-Atlanta-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /><p id="caption-attachment-1327" class="wp-caption-text">Equitable Building &#8211; Atlanta</p></div>



<p>O <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-modernista/">movimento moderno na arquitetura</a> se desenvolveu através da consonância do trabalho de vários arquitetos que atuaram de forma relativamente independente entre as décadas de 1880 a 1930. A partir de 1930, com a consolidação de Escolas como a Bauhaus e, especialmente após a 2ª Guerra, estes movimentos alcançaram uma certa unificação de princípios, os quais se veem com clareza no International Style.</p>
<div id="attachment_1326" style="width: 733px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1326" class="size-full wp-image-1326" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Tower-C-of-Place-de-Ville-Ottawa.jpg" alt="Tower-C-of-Place-de-Ville-Ottawa" width="723" height="1024" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Tower-C-of-Place-de-Ville-Ottawa.jpg 723w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Tower-C-of-Place-de-Ville-Ottawa-212x300.jpg 212w" sizes="auto, (max-width: 723px) 100vw, 723px" /><p id="caption-attachment-1326" class="wp-caption-text">Tower C do Place de Ville &#8211; Ottawa</p></div>



<p>A partir de 1940 até 1980 este estilo predominou em todo o mundo ocidental e a unidade estética alcançada, ainda que seja uma estética funcionalista, representa a Arquitetura Modernista em sua melhor forma, quando os termos Modernismo e International Style passaram a ser entendidos de forma popular, como sinônimos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">International Style no Brasil</h2>



<p>O estilo international foi amplamente adotado no Brasil a partir da década de 50. Devido a peculiaridade da padronização internacional do estilo, as obras brasileiras se assemelham muito aos projetos contemporâneos do exterior.</p>



<p>O destaque fica para Oscar Niemeyer, que propôs um estilo internacional mais orgânico e sensual ao projetar os marcos políticos da nova capital planejada, Brasília.</p>
<div id="attachment_1332" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1332" class="size-large wp-image-1332" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Congresso-Nacional-Brasília-1-1024x683.jpg" alt="Congresso Nacional - Brasília" width="640" height="427" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Congresso-Nacional-Brasília-1-1024x683.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Congresso-Nacional-Brasília-1-300x200.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Congresso-Nacional-Brasília-1-768x512.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Congresso-Nacional-Brasília-1.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1332" class="wp-caption-text">Congresso Nacional &#8211; Brasília</p></div>
<div id="attachment_1330" style="width: 946px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1330" class="size-full wp-image-1330" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Palácio-do-Planalto-Brasília.jpg" alt="Palácio do Planalto - Brasília" width="936" height="526" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Palácio-do-Planalto-Brasília.jpg 936w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Palácio-do-Planalto-Brasília-300x169.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Palácio-do-Planalto-Brasília-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 936px) 100vw, 936px" /><p id="caption-attachment-1330" class="wp-caption-text">Palácio do Planalto &#8211; Brasília</p></div>
<div id="attachment_1331" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1331" class="size-full wp-image-1331" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Catedral-de-Brasília.jpg" alt="Catedral de Brasília" width="1024" height="678" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Catedral-de-Brasília.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Catedral-de-Brasília-300x199.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Catedral-de-Brasília-768x509.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1331" class="wp-caption-text">Catedral de Brasília</p></div>
<p>Imagens: <a href="https://www.google.com/maps/uv?hl=pt-BR&amp;pb=!1s0x935a3b38bf6375b9%3A0x5b6cafaacd19f3f!3m1!7e115!4s%2F%2Flh5.googleusercontent.com%2Fproxy%2F0DVg3Y5FZVpF59auoA9EzEYLS0vcuHCv3c591o0lxXKY7vwCuHpj7LQ5hEyX4CGspVCN7uEtvHjufRPuEDfXzsgIYI8bFWZIfjKNXgbjnc_V6ewVSokbqGcmwPqL-K_nx6KetRC4rRIuBXXo4xsJM9GTFmAFe3A%3Dw240-h160-k-no!5sCongresso%20Nacional%20-%20Bras%C3%ADlia%20-%20Pesquisa%20Google!15sCgIgAQ&amp;imagekey=!1e1!2shttp%3A%2F%2Ft0.gstatic.com%2Fimages%3Fq%3Dtbn%3AANd9GcRq3gBqALc9ZzX-GgYAJmH9mFZM4YUT1hGmOLvKcuuWrvxaajB1&amp;sa=X&amp;ved=2ahUKEwij7OXQj5HqAhXeJ7kGHe8yB9gQoiowCnoECBcQBg">1</a> &#8211; <a href="https://www.erechim.rs.leg.br/imagens/links-uteis/planalto-palace.jpg/image_view_fullscreen">2</a> &#8211; <a href="https://www.viagemegastronomia.com.br/viagem/brasilia-completa-60-anos/">3</a> </p>



<h2 class="wp-block-heading">Críticas ao International Style</h2>



<p>Em 1930, Frank Lloyd Wright escreveu:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;As casas humanas não devem ser como caixas, ardendo sob o sol, nem devemos ultrajar a Máquina, tentando tornar as moradias muito semelhantes a uma maquinaria&#8221;.</p>
</blockquote>



<p>No conhecido ensaio de Elizabeth Gordon de 1953, <em>A Ameaça para a Próxima América</em>, ela criticou o estilo internacional como pouco prático, citando muitos casos em que as &#8220;casas de vidro&#8221; eram muito quentes no verão e muito frias no inverno, vazias, acabavam com o.espaço privado, careciam de beleza e geralmente não eram habitáveis. Além disso, ela acusou os defensores desse estilo de tirar o senso de beleza das pessoas e, assim, pressionar secretamente por uma sociedade totalitária.</p>



<p>Em 1966, o arquiteto Robert Venturi publicou <em>Complexity and Contradiction in Architecture</em>, essencialmente uma crítica ao International Style. O historiador da arquitetura Vincent Scully considerou o livro de Venturi como &#8216;provavelmente a escrita mais importante sobre a criação da arquitetura desde a <em>Vers une Architecture</em> de Le Corbusier. Venturi contribuiu, portanto, para pensar o <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-pos-moderna/">pós-modernismo</a>.</p>
<p>O autor best-seller americano Tom Wolfe escreveu uma crítica em forma de livro, <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/da-bauhaus-ao-nosso-caos-livro/"><em>From Bauhaus to Our House</em></a> (clique e leia a resenha), retratando o estilo como elitista.</p>
<div id="attachment_1456" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1456" class="size-large wp-image-1456" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/international-style-1024x726.jpg" alt="Identidade Global?" width="640" height="454" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/international-style-1024x726.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/international-style-300x213.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/international-style-768x545.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/international-style-1536x1090.jpg 1536w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/international-style.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1456" class="wp-caption-text">Identidade Global?</p></div>



<p>O ponto inicialmente considerado mais forte do Estilo Internacional era que as soluções de design eram indiferentes à localização, terreno e clima, de modo que as soluções deveriam ser universalmente aplicáveis. O projeto não levava em conta a história local ou ao vernáculo nacional.</p>
<p>Esta característica predominante no International Style logo foi identificada como uma das principais fraquezas do estilo.</p>
<div id="attachment_646" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-646" class="size-full wp-image-646" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2018/09/Padronização-Estilo-Modernista.jpg" alt="Padronização Estilo Modernista" width="700" height="700" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2018/09/Padronização-Estilo-Modernista.jpg 700w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2018/09/Padronização-Estilo-Modernista-150x150.jpg 150w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2018/09/Padronização-Estilo-Modernista-300x300.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p id="caption-attachment-646" class="wp-caption-text">Padronização</p></div>





<p>Em 2006, Hugh Pearman, crítico de arquitetura britânico do <em>The Times</em>, observou que aqueles que usam o estilo atualmente são simplesmente &#8220;outra espécie de revivalistas&#8221;, notando a ironia. Esta visão destaca o fato que não só na arquitetura mas na sociedade humana como um todo nada é definitivo. A reação negativa ao <em>modernismo internacionalista</em> tem sido associada à antipatia do público pelo hiper-desenvolvimento urbano, resultado da aceleração das relações econômicas contemporâneas.</p>
<div id="attachment_1324" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1324" class="size-full wp-image-1324" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Arranha-céus-Parece-uma-capital-ocidental-mas-é-Shinjuku-no-Japão.jpg" alt="Arranha-céus-Parece-uma-capital-ocidental-mas-é-Shinjuku-no-Japão" width="1024" height="766" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Arranha-céus-Parece-uma-capital-ocidental-mas-é-Shinjuku-no-Japão.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Arranha-céus-Parece-uma-capital-ocidental-mas-é-Shinjuku-no-Japão-300x224.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Arranha-céus-Parece-uma-capital-ocidental-mas-é-Shinjuku-no-Japão-768x575.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1324" class="wp-caption-text">Arranha-céus &#8211; Parece uma capital ocidental, mas é Shinjuku no Japão</p></div>



<p>No prefácio da quarta edição de seu livro <em>Arquitetura Moderna: Uma História Crítica</em> (2007), Kenneth Frampton argumentou que havia um &#8220;viés eurocêntrico perturbador&#8221; na história da arquitetura moderna. Este &#8220;eurocentrismo&#8221; incluiu os EUA. Afinal, um estilo desenvolvido em algumas capitais do hemisfério norte acabou definindo a arquitetura em todos os cantos do mundo e isso é um desrespeito as particularidades locais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Saiba mais</h3>



<p><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/International_Style_(architecture)">Wikipedia</a> (inglês)</p>



<h3 class="wp-block-heading">Referências</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Boness, Stefan. <em>Tel Aviv: The White City</em>, Jovis, Berlin 2012, ISBN 978-3-939633-75-4</li>
<li>Elderfield, John (ed.). <em>Philip Johnson and the Museum of Modern Art</em>, Museum of Modern Art, New York, 1998</li>
<li>Gössel, Gabriel. <em>Functional Architecture. Funktionale Architektur. Le Style International. 1925–1940</em>, Taschen, Berlin, 1990</li>
<li>Riley, Terence. <em>The International Style: Exhibition 15 and The Museum of Modern Art</em>, Rizzoli, New York, 1992</li>
<li>Tabibi, Baharak <em>Exhibitions as the Medium of Architectural Reproduction – &#8220;Modern Architecture: International Exhibition&#8221;</em>, Department of Architecture, Middle East Technical University, 2005]</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Escola Bauhaus</title>
		<link>https://www.estilosarquitetonicos.com.br/escola-bauhaus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[estilosarquitetonicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2017 09:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilos Arquitetônicos]]></category>
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					<description><![CDATA[A Bauhaus foi uma escola de arte vanguardista da Alemanha. Foi uma das maiores e mais atuantes fomentadoras do que hoje é conhecido como Modernismo no design e na arquitetura, sendo também considerada a primeira escola de design do mundo. &#8230; <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/escola-bauhaus/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Bauhaus foi uma escola de arte vanguardista da Alemanha. Foi uma das maiores e mais atuantes fomentadoras do que hoje é conhecido como Modernismo no design e na arquitetura, sendo também considerada a primeira escola de design do mundo. Iniciou suas atividades na <a href="https://www.ronaud.com/arte/os-anos-20-o-espirito-da-decada-de-20/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">década de 20</a>, e sua influência foi tão inovadora que tem desde então servido como referência para artistas, designers e arquitetos de todas as partes do mundo, apesar de ter encerrado suas atividades apenas 13 anos depois.</p>
<p><div id="attachment_1278" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1278" class="size-full wp-image-1278" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/escola-bauhaus.png" alt="Sede da Bauhaus" width="640" height="360" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/escola-bauhaus.png 640w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/escola-bauhaus-300x169.png 300w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1278" class="wp-caption-text">Sede da Bauhaus</p></div></p>
<p>A escola foi fundada por Walter Gropius em 12 de Abril de 1919. O arquiteto se inspirou nas vanguardas modernistas da Europa, o que o instigava a tornar a escola a principal referência do movimento modernista. A intenção primária era fazer da Bauhaus uma escola combinada de arquitetura, artesanato, e uma academia de artes, e isso acabou sendo a base de muitos conflitos internos e externos que se passaram ali.</p>
<p>A maior parte dos trabalhos feitos pelos alunos nas aulas-oficina foi vendida durante a Segunda Guerra Mundial. A Bauhaus tinha sido fortemente subsidiada pela República de Weimar. Após uma mudança nos quadros do governo, em 1925 a escola mudou-se para Dessau, cujo governo municipal naquele momento era de esquerda. Uma nova mudança ocorre em 1932, para Berlim, devido à perseguição do recém-implantado governo nazista.</p>
<p>Em 1933, após uma série de perseguições por parte do governo nazista, a Bauhaus é fechada, também por ordem do governo. Os nazistas opuseram-se à Bauhaus durante a década de 1920, bem como a qualquer outro grupo que não seguisse sua orientação política.</p>
<p>A escola foi considerada uma frente comunista, especialmente porque muitos artistas russos trabalhavam ou estudavam ali. Escritores nazistas como Wilhelm Frick e Alfred Rosenberg clamavam abertamente que a escola era &#8220;anti-Germânica,&#8221; e desaprovavam o seu estilo modernista.</p>
<p>Contudo, a Bauhaus teve impacto fundamental no desenvolvimento das artes e da arquitetura do ocidente, e também dos Estados Unidos, Israel e Brasil nas décadas seguintes &#8211; para onde se encaminharam muitos artistas exilados pelo regime nazista.</p>
<p>A Cidade Branca de Tel Aviv, em Israel, que contém um dos maiores espólios de arquitetura Bauhaus em todo o Mundo, foi classificada como Patrimônio Mundial em 2003.</p>
<p>A escola Bauhaus também influenciou imensamente a América do Sul, tendo como seu principal representante o arquiteto Oscar Niemeyer. A jovem capital brasileira, Brasília, foi projetada em 1957 sob as tendências modernas e funcionalistas inauguradas pelo <em>bauhasianismo</em>. Todo o plano-piloto, incluindo tanto os edifícios residenciais quanto as construções públicas, são exemplos e ícones desta visão.</p>
<p>O principal campo de estudos da Bauhaus era a arquitetura e procurou estabelecer planos para a construção de casas populares baratas por parte da República de Weimar. Mas também havia espaço para outras expressões artísticas: a escola publicava uma revista chamada Bauhaus e uma série de livros chamados <em>Bauhausbücher</em>. O diretor de publicações e design era Herbert Bayer.</p>
<p><div id="attachment_1279" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1279" class="size-large wp-image-1279" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Fabrica-Fagus-Walter-Gropius-1024x768.jpg" alt="Fabrica Fagus - Walter Gropius" width="640" height="480" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Fabrica-Fagus-Walter-Gropius.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Fabrica-Fagus-Walter-Gropius-300x225.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Fabrica-Fagus-Walter-Gropius-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1279" class="wp-caption-text">Fabrica Fagus &#8211; Projetada por Walter Gropius anos antes de criar a Bauhaus</p></div></p>
<div class="post-content">
<h2><strong>O Movimento Bauhaus</strong></h2>
<p>O design e a arte moderna surgiram principalmente no final da Primeira Guerra Mundial (1918), expandindo-se para diversas partes do mundo e exercendo forte influência sobre a escola de arquitetura Bauhaus.</p>
<p>No início da criação da Bauhaus, Walter Gropius analisou o tipo de design que os holandeses e os russos estavam desenvolvendo, e acrescentou a tecnologia ao objetivo inicial da Escola Bauhaus. Segundo ele, os desenhos arquitetônicos deveriam ser produzidos em grande escala e para todo o tipo de público.</p>
<p>Entre as principais características da escola Bauhaus, destacam-se:</p>
<ul>
<li>A utilização de materiais como aço, vidro e madeira;</li>
<li>A junção do artesanato e da arte;</li>
<li>A arquitetura integrada ao urbanismo;</li>
<li>A funcionalidade dos produtos;</li>
<li>A influência do construtivismo.</li>
</ul>
<p>Mesmo sendo fortemente influenciada pelo funcionalismo pregado por arquitetos como Louis Sullivan, que proferiu a famosa frase &#8211; <strong>A forma segue a função </strong>&#8211; a Escola buscava o funcionalismo que atendesse de forma objetiva as necessidades humanas, sem que isso permitisse que seus resultados se tornassem entediantes e meramente sistemáticos.</p>
<p>Com o fechamento da Bauhaus somente após 13 anos após sua abertura, a escola seguiu – e segue – influenciando a arquitetura e o design contemporâneos. O <strong>olhar racional</strong>, o <strong>funcionalismo</strong> em primeiro lugar, o uso de <strong>materiais diferenciados</strong>, sem esquecer a <strong>composição visual</strong> final dos projetos, são algumas das características da escola Bauhaus de Arquitetura, as quais são facilmente encontradas nos dias de hoje em diversas peças de mobiliário e utensílios.</p>
<h3><strong>Nomes importantes da Bauhaus</strong></h3>
<p>A Escola Bauhaus era formada por profissionais de diferentes áreas. Além de designers e arquitetos, também faziam parte da equipe engenheiros, pintores e artistas industriais, mesclando com isso as tendências inovadoras de cada setor.</p>
<p>Apesar de seu quadro de colaboradores ser repleto de excelentes artistas e profissionais dos mais variados campos, alguns deles em específico fizeram a diferença na Bauhaus e se tornaram verdadeiros ícones da arte do século XX.</p>
<p>Paul Klee e Wassily Kandinsky são alguns dos destaques da Bauhaus.</p>
<p>Entre os arquitetos da Bauhaus, destaque para Mies van der Rohe, além, é claro, do Próprio Walter Gropius.</p>
<h4><strong>Veja mais nomes importantes da escola Bauhaus:</strong></h4>
<ul>
<li>Gerhard Marks | Escultor alemão (1889-1981);</li>
</ul>
<ul>
<li>Johannes Itten | Pintor e escritor suiço (1888-1967);</li>
</ul>
<ul>
<li>Josef Albers | Designer alemão (1888-1976);</li>
</ul>
<ul>
<li>Laszlo Moholy-Nagy | Design e pintor húngaro (1895-1946);</li>
</ul>
<ul>
<li>Marcel Breuer | Designer e arquiteto húngaro (1902-1981);</li>
</ul>
<ul>
<li>Oskar Schlemmer | Pintor alemão (1888-1943);</li>
</ul>
<ul>
<li>Paul Klee | Pintor e poeta suíço  (1879-1940);</li>
</ul>
<ul>
<li>Wassily Kandinsky | Artista plástico russo (1866-1944).</li>
</ul>
<h2><strong>Ícones da Bauhaus</strong></h2>
<p>Apesar de ter seu quadro formado por muitos arquitetos, os projetos que se tornaram ícones da Bauhaus, e que são recorrentemente lembrados, são objetos e utensílios menores. Isto demonstra a importância da escola para o estabelecimento do Design como importante área da cultura material contemporânea.</p>
<p>Conheça alguns dos mais conhecidos projetos desenvolvidos na Bauhaus:</p>
<p><div id="attachment_1272" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1272" class="size-full wp-image-1272" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/abajur-bauhaus.jpg" alt="abajur bauhaus" width="640" height="360" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/abajur-bauhaus.jpg 640w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/abajur-bauhaus-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1272" class="wp-caption-text">Abajur Bauhaus</p></div></p>
<p><strong>Abajur</strong>: a peça, criada por William Wagenfeld, é feita de metal e vidro cortado. É um dos produtos que mais representam a fase tecnológica da Bauhaus.</p>
<p><div id="attachment_1276" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1276" class="size-full wp-image-1276" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Cadeira-Barcelona.png" alt="Cadeira Barcelona" width="640" height="360" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Cadeira-Barcelona.png 640w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Cadeira-Barcelona-300x169.png 300w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1276" class="wp-caption-text">Cadeira Barcelona</p></div></p>
<p><strong>Cadeira Barcelona</strong>: desenvolvida na Bauhaus em 1929 por Ludwig Mies van der Rohe e Lily Reich, a conhecida cadeira Barcelona foi uma das pioneiras no que diz respeito à mobília moderna.</p>
<p><div id="attachment_1275" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1275" class="size-full wp-image-1275" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Cadeira-Wassily.jpg" alt="Cadeira Wassily" width="600" height="449" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Cadeira-Wassily.jpg 600w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Cadeira-Wassily-300x225.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-1275" class="wp-caption-text">Cadeira Wassily</p></div></p>
<p><strong>Cadeira Wassily</strong>: entre todas as cadeiras da escola Bauhaus, talvez essa seja uma das mais famosas. Desenvolvida por Marcel Breuer, o design da Cadeira Wassily, assim nomeada em homenagem ao seu colega Wassily Kandinsky, e também denominada Cadeira Presidente, se tornou referência de estética racional, porém atraente, alcançada através do funcionalismo pregado pelo movimento Bauhaus.</p>
<p><div id="attachment_1274" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1274" class="size-full wp-image-1274" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Maçaneta-Bauhaus.jpg" alt="Maçaneta Bauhaus" width="640" height="360" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Maçaneta-Bauhaus.jpg 640w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Maçaneta-Bauhaus-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1274" class="wp-caption-text">Maçaneta Bauhaus</p></div></p>
<p><strong>Maçaneta</strong>: desenvolvida pelo fundador da instituição alemã, Walter Gropius, a famigerada maçaneta Bauhaus é caracterizada pelas formas industriais e geométricas que tanto representam a escola.</p>
<p><div id="attachment_1273" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1273" class="size-full wp-image-1273" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/chaleira-bauhaus.jpg" alt="Chaleira Bauhaus" width="700" height="394" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/chaleira-bauhaus.jpg 700w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/chaleira-bauhaus-300x169.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p id="caption-attachment-1273" class="wp-caption-text">Chaleira Bauhaus</p></div></p>
<p><strong>Chaleira</strong>: Criado em 1924 por Marianne Brandt, o infusor de chá da Bauhaus tem um filtro embutido, bico que não goteja e asa resistente a calor feita de ébano, abraçando os princípios da escola de combinar funcionalidade com estética.</p>
<h3>As pinturas de Kandinsky</h3>
<p>Um trabalho que se formou na Bauhaus e que depois se tornou ícone de um estilo artístico, foi o do artista <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wassily_Kandinsky">Wassily Kandinsky</a>. A Kandinsky é normalmente creditado o pioneirismo na <em>arte abstrata</em>.</p>
<p><div id="attachment_1356" style="width: 729px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1356" class="size-full wp-image-1356" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Wassily-Kandinsky-Intersecting-Lines-1923.jpg" alt="Wassily Kandinsky - Intersecting Lines - 1923" width="719" height="500" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Wassily-Kandinsky-Intersecting-Lines-1923.jpg 719w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Wassily-Kandinsky-Intersecting-Lines-1923-300x209.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 719px) 100vw, 719px" /><p id="caption-attachment-1356" class="wp-caption-text">Wassily Kandinsky &#8211; Intersecting Lines</p></div></p>
<p>Lecionou arte e arquitetura na tradicional escola de design, Bauhaus, de 1922 até o fechamento ordenado pelos nazistas em 1933. De lá, ele foi para a França, onde viveu até o fim da vida, tornando-se cidadão francês em 1939, produzindo grande parte de sua vasta obra.</p>
<p>Kandinsky também foi um teórico da pintura. Possui alguns livros como <em>Do Espiritual na Arte</em> e <em>Ponto e Linha sobre Plano</em>, super recomendados aos interessados no tema.</p>
<h3>Saiba mais</h3>
<p><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bauhaus" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Wikipedia</a></p>
<p><a href="https://www.vivadecora.com.br/pro/arquitetura/bauhaus-arquitetura/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">VivaDecora</a></p>
<p><a href="https://www.dw.com/pt-br/cem-anos-depois-o-que-restou-da-bauhaus/a-45717832">O que restou da Bauhaus 100 anos depois?</a></p>
</div>
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		<title>Arquitetura Moderna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[estilosarquitetonicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2017 08:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilos Arquitetônicos]]></category>
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					<description><![CDATA[A Arquitetura Moderna, ou modernista, não é exatamente um estilo, no sentido estético do termo. Esteticamente a arquitetura modernista se caracteriza justamente pela inexistência de regras estilísticas, uma vez que seu surgimento foi resultado da experimentação de novas e inovadoras tecnologias &#8230; <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-modernista/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Arquitetura Moderna, ou modernista, não é exatamente um estilo, no sentido estético do termo. Esteticamente a arquitetura modernista se caracteriza justamente pela inexistência de regras estilísticas, uma vez que seu surgimento foi resultado da experimentação de novas e inovadoras tecnologias de construção, particularmente no uso de vidro, aço e concreto armado; também se baseia na ideia veemente de que <strong>a forma deve seguir a função</strong> (funcionalismo); pela tendência ao <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-minimalista/">minimalismo</a>; e uma rejeição do ornamento.</p>
<p>O <em>modernismo</em> foi um movimento cultural que surgiu na mesma época, e em consonância com ideais políticos que questionavam a ordem social vigente até então. Este engajamento incumbiu ao arquiteto a responsabilidade pela correta e socialmente justa construção do ambiente habitado pelo homem, carregando-o de um fardo pesado, indevido e impraticável em sua totalidade.</p>
<p><div id="attachment_1344" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1344" class="size-large wp-image-1344" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Skyline-Modernista-de-Chicago-IL-USA-1024x591.jpg" alt="Skyline Modernista de Chicago, IL, USA" width="640" height="369" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Skyline-Modernista-de-Chicago-IL-USA-1024x591.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Skyline-Modernista-de-Chicago-IL-USA-300x173.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Skyline-Modernista-de-Chicago-IL-USA-768x443.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Skyline-Modernista-de-Chicago-IL-USA.jpg 1279w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1344" class="wp-caption-text">Skyline Modernista de Chicago, IL, USA</p></div></p>
<p>Na arquitetura, surgiu gradativamente na primeira metade do século XX e se tornou mundialmente dominante após a Segunda Guerra Mundial até a década de 1980, quando recebia a referência predominantemente estilística de <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/international-style/">International Style</a>, e foi gradualmente substituída como padrão principal de edifícios institucionais e corporativos pela <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-pos-moderna/">arquitetura pós-moderna</a>.</p>
<h2>Modernismo</h2>
<p>Pode-se dizer de forma mais acertada que a <strong>Arquitetura Moderna é uma designação genérica para um amplo conjunto de experimentos, movimentos e escolas arquitetônicas, boa parte deles coexistentes, que vieram a caracterizar a arquitetura produzida durante o século XX</strong>. Inserida no contexto artístico e cultural do modernismo, o termo <em>moderno</em> é, assim, uma referência genérica que não traduz diferenças importantes entre arquitetos daqueles períodos.</p>
<p>Abaixo, uma cronologia aproximada dos muitos Movimentos e Escolas Arquitetônicas que contribuíram para a formação e consolidação da Arquitetura Moderna.</p>
<ul>
<li>Arts and Crafts (1880-1890)</li>
<li><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/art-nouveau/">Art Nouveau</a> (1890–1910)</li>
<li><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/escola-de-chicago/">Escola de Chicago</a> (1880-1890)</li>
<li>Modernismo Catalão (1888–1911)</li>
<li>Escola Prairie (1890s–1920s)</li>
<li>Expressionismo (1910–)</li>
<li><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/art-deco/">Art Deco</a> (1910–1939)</li>
<li>De Stijl (1917–1931)</li>
<li><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/escola-bauhaus/">Escola Bauhaus</a> (1919–1933)</li>
<li>Construtivismo (1920–1932)</li>
<li>New Objectivity (1922–1933)</li>
<li>Streamline Moderne (1925–1950)</li>
<li>Racionalismo Italiano (1920s–1930s)</li>
<li><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/international-style/">International Style</a> (1920s–)</li>
<li>Funtionalismo (1920s–1970s)</li>
<li>Futurismo (1920s–)</li>
<li><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-organica/">Organicismo</a> (1920s–)</li>
<li>Pós-Construtivismo (1930s)</li>
<li>PWA Moderne (1933-1944)</li>
<li>Stalinismo (1930s–1950s)</li>
<li>Mid-century modern (1933–1969)</li>
<li>Googie (1940s–1960s)</li>
<li><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-brutalista/">Brutalismo</a> (1940s–late 1970s)</li>
<li>Estructuralismo (1959–)</li>
<li><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-pos-moderna/">Pós-moderna</a> (1960s–late 2010s)</li>
<li>Blobitecture (1960s–)</li>
<li><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-high-tech-industrial-style/">High-tech</a> (1970s–)</li>
<li>Regionalismo Crítico (1980s–)</li>
<li>Deconstrutivismo (1980s–)</li>
<li>Neomodernismo (1990s–)</li>
<li>New Classical (1990s–)</li>
<li><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-contemporanea/">Arquitetura Contemporânea</a> (2000s–)</li>
<li>Neofuturismo (2000s–)</li>
</ul>
<p>Não há um ideário moderno único. Seus fundamentos podem ser encontradas em origens diversas como a <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/escola-bauhaus/"><strong>Bauhaus</strong></a> na Alemanha, em <strong>Le Corbusier</strong> na França, em <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-organica/"><strong>Frank Lloyd Wright</strong></a> nos Estados Unidos ou nos <strong>construtivistas russos</strong>, alguns ligados à escola Vkhutemas, e vários outros. Estas fontes tão diversas encontraram nos CIAM (Congresso Internacional de Arquitetura Moderna) um instrumento de convergência, produzindo um ideário de aparência homogênea resultando no estabelecimento de alguns pontos comuns.</p>
<h3>Raízes Históricas da Arquitetura Moderna</h3>
<p>Para os principais historiadores da arquitetura (como Leonardo Benevolo, Nikolaus Pevsner e Kenneth Frampton), as bases primordiais da <em>arquitetura moderna</em> se assentam ainda antes do século XX, em um contexto de mudanças técnicas, sociais e culturais ligadas à revolução industrial e à transição gradual do campo para a cidade. As consequências dessas transformações já eram sentidas no planejamento e na construção de cidades entre o final do século XVIII e o início do século XIX.</p>
<p><div id="attachment_1346" style="width: 486px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1346" class="size-full wp-image-1346" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Palácio-de-Cristal.png" alt="O Palácio de Cristal (1851) foi um dos primeiros edifícios a ter janelas de vidro fundido apoiadas em uma estrutura de ferro fundido" width="476" height="341" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Palácio-de-Cristal.png 476w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Palácio-de-Cristal-300x215.png 300w" sizes="auto, (max-width: 476px) 100vw, 476px" /><p id="caption-attachment-1346" class="wp-caption-text">O Palácio de Cristal (1851) foi um dos primeiros edifícios a ter janelas de vidro fundido apoiadas em uma estrutura de ferro fundido</p></div></p>
<p>No entanto, a primeira linha coerente de pensamento que propunha o desligamento da produção artística, das correntes estéticas tradicionais para uma inovadora influência nas formas encontradas na natureza, ocorreu a partir de 1860 na Inglaterra, com William Morris a frente do movimento <em>Arts and Crafts. </em>Este movimento propôs os primeiros conceitos do que nas décadas seguintes viria a se tornar o movimento <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/art-nouveau/">Art Nouveau</a>.</p>
<p><div id="attachment_1347" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1347" class="size-full wp-image-1347" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Maison_François_Coignet.jpg" alt="A primeira casa construída em concreto armado, projetada por François Coignet (1853) em Saint-Denis, perto de Paris" width="800" height="662" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Maison_François_Coignet.jpg 800w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Maison_François_Coignet-300x248.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Maison_François_Coignet-768x636.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-1347" class="wp-caption-text">A primeira casa construída em concreto armado, projetada por François Coignet (1853) em Saint-Denis, perto de Paris</p></div></p>
<p>Entretanto, o ponto crucial do processo de desenvolvimento da arquitetura moderna foi alcançado a partir de 1919, quando Walter Gropius funda a <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/escola-bauhaus/">Bauhaus</a> em Weimar, na Alemanha. Em sentido mais estrito, é a partir desse momento que podemos falar do termo movimento moderno.</p>
<p><div id="attachment_1320" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1320" class="size-full wp-image-1320" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Bauhaus-School-Dessau-Walter-Gropius.jpg" alt="Bauhaus School - Dessau - Walter Gropius" width="1024" height="758" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Bauhaus-School-Dessau-Walter-Gropius.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Bauhaus-School-Dessau-Walter-Gropius-300x222.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Bauhaus-School-Dessau-Walter-Gropius-768x569.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1320" class="wp-caption-text">Bauhaus School &#8211; Dessau &#8211; Walter Gropius</p></div></p>
<p>Antes dessa data, uma série de experiências incentivou e tornou possível a formação do movimento moderno: William Morris e o movimento <em>Arts &amp; Crafts</em>; Victor Horta, Otto Wagner e o <em><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/art-nouveau/">Art Nouveau</a></em>; Josef Hoffmann e a <em>Wiener Werkstätte</em>; Hendrik Petrus Berlage e a <em>Escola de Amsterdã</em>; Adolf Loos e seu <em>Racionalismo</em>; Louis Sullivan e a <em><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/escola-de-chicago/">Escola de Chicago</a></em>; Tony Garnier e Auguste Perret e o uso de <em>concreto armado</em>; Erich Mendelsohn e a <em>Arquitetura Expressionista</em>; Frank Lloyd Wright e a <em>Prairie School</em>. A ação inovadora desses arquitetos de vanguarda começou em 1890 e, desde a década de 1910, esteve intimamente ligada a correntes artísticas como o <em>cubismo</em> e o <em>neoplasticismo</em>.</p>
<p><div id="attachment_1227" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1227" class="size-full wp-image-1227" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Fallingwater-Casa-da-Cascata-Wright.jpg" alt="Fallingwater - Casa da Cascata - Wright" width="640" height="480" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Fallingwater-Casa-da-Cascata-Wright.jpg 640w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Fallingwater-Casa-da-Cascata-Wright-300x225.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1227" class="wp-caption-text">Fallingwater &#8211; Casa da Cascata &#8211; Wright</p></div></p>
<p>Os arquitetos geralmente referidos como mestres do movimento moderno são <em>Le Corbusier</em> na França e <em>Walter Gropius</em> e <em>Ludwig Mies van der Rohe</em> na Alemanha. Os dois últimos foram diretores da Bauhaus, uma escola de arquitetura e artes aplicadas fortemente orientada para técnicas industriais já iniciadas na Deutscher Werkbund em 1907 com <em>Peter Behrens</em>.</p>
<p><div id="attachment_1343" style="width: 802px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1343" class="size-full wp-image-1343" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Villa-Savoye-Le-Corbusier-Poissy-France.jpg" alt="Villa Savoye - Le Corbusier - Poissy - France" width="792" height="594" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Villa-Savoye-Le-Corbusier-Poissy-France.jpg 792w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Villa-Savoye-Le-Corbusier-Poissy-France-300x225.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Villa-Savoye-Le-Corbusier-Poissy-France-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 792px) 100vw, 792px" /><p id="caption-attachment-1343" class="wp-caption-text">Villa Savoye &#8211; Le Corbusier &#8211; Poissy &#8211; France</p></div></p>
<p>Além deles, Arne Jacobsen, Kenzō Tange, Jacob Bakema, Constantin Melnikov, Erich Mendelsohn, Rudolf Schindler, Richard Neutra, Gerrit Rietveld, Bruno Taut, Gunnar Asplund, Oscar Niemeyer e Alvar Aalto são os principais arquitetos do movimento. Sua atuação revolucionou as formas arquitetônicas e tentou conciliar industrialismo, sociedade e natureza na proposição de moradias coletivas e planos ideais para cidades inteiras.</p>
<p><div id="attachment_1185" style="width: 670px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1185" class="size-full wp-image-1185" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Home-Insurance-Building-Considerado-o-primeiro-Arranha-céu-construído.jpg" alt="Home Insurance Building - Considerado o primeiro Arranha-céu construído" width="660" height="880" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Home-Insurance-Building-Considerado-o-primeiro-Arranha-céu-construído.jpg 660w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Home-Insurance-Building-Considerado-o-primeiro-Arranha-céu-construído-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 660px) 100vw, 660px" /><p id="caption-attachment-1185" class="wp-caption-text">Home Insurance Building &#8211; Considerado o primeiro Arranha-céu construído</p></div></p>
<p>Nos anos 1960, a arquitetura moderna já havia sido adotada mundialmente, sob linhas estilísticas cuja homogeneidade fundamentavam a denominação de International Style, abandonando a essa altura algumas de suas premissas fundamentais, e tendo questionada sua vocação progressista.</p>
<h3>Fundamentos da Arquitetura Modernista</h3>
<p>Os primeiros conceitos que viriam a constituir a arquitetura moderna surgiram no final do século XIX, e consistiam nas revoluções da tecnologia, engenharia e materiais de construção, e num desejo de romper com os estilos arquitetônicos históricos e inventar algo puramente funcional e, portanto, inteiramente novo.</p>
<p>Sob esses conceitos, é possível identificar três principais linhas evolutivas nas quais pode-se encontrar a gênese da arquitetura moderna. O que une as três linhas é o fato de que elas terminam naquilo que é chamado de movimento moderno na arquitetura, considerado o clímax de uma trajetória histórica que desembocou na arquitetura realizada na maior parte do século XX.</p>
<p>A primeira destas origens é a que leva em consideração que o ideário arquitetônico moderno está absolutamente ligado à visão de mundo iluminista. Esta linha localiza o momento de gênese na arquitetura realizada com as inovações tecnológicas obtidas com a Revolução Industrial e com as diversas propostas urbanísticas e sociais realizadas por teóricos como os socialistas utópicos e os partidários das cidades-jardins. Segundo esta interpretação, o problema estético aqui é secundário: <strong>o moderno tem muito mais a ver com uma causa social que com uma causa estética</strong>.</p>
<p>A segunda linha leva em consideração as alterações que se deram nos diversos momentos do século XIX com relação à definição e teorização da arte e de seu papel na sociedade. Esta interpretação dá especial destaque ao movimento <em>Arts &amp; Crafts</em> e à <em>Art Nouveau</em> de uma forma geral, consideradas visões de mundo que, ainda que presas às formas e conceitos do passado, de alguma forma propunham novos caminhos para a estética do futuro, caminhos bastante originais para a época.</p>
<p>Uma terceira linha, normalmente a mais comumente entendida como sendo a base do modernismo, é a que afirma que a arquitetura moderna surge juntamente com a gênese do Movimento Moderno. A arquitetura moderna surge, portanto, com as profundas transformações estéticas propostas pelas vanguardas artísticas das décadas de 10 e 20, em especial o <em>Cubismo</em>, o <em>Abstracionismo</em> (com destaque aos estudos realizados pela <em>Bauhaus</em>, pelo <em>De Stijl</em> e pela <em>Vanguarda Russa</em>) e o <em>Construtivismo</em>.</p>
<h3>Principais Características da Arquitetura Moderna</h3>
<p>Apesar de ter sido um período da produção arquitetônica internacional formado por vários movimentos e influências, o modernismo manifestou alguns princípios que foram seguidos por inúmeros arquitetos, das mais variadas escolas e tendências.</p>
<p><div id="attachment_1348" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1348" class="size-large wp-image-1348" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Rockefeller-Center-Raymond-Hood-Nova-York-1933-761x1024.jpg" alt="Rockefeller Center - Raymond Hood - Nova York -1933" width="640" height="861" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Rockefeller-Center-Raymond-Hood-Nova-York-1933-761x1024.jpg 761w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Rockefeller-Center-Raymond-Hood-Nova-York-1933-223x300.jpg 223w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Rockefeller-Center-Raymond-Hood-Nova-York-1933-768x1034.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Rockefeller-Center-Raymond-Hood-Nova-York-1933.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1348" class="wp-caption-text">Rockefeller Center &#8211; Raymond Hood &#8211; Nova York -1933 &#8211; Modernismo na forma do Art Déco</p></div></p>
<p>Uma das principais bandeiras dos modernos é a rejeição dos estilos históricos principalmente pelo que acreditavam ser a sua devoção ao ornamento. Com o título de Ornamento e Crime (1908) um ensaio de Adolf Loos critica o que acreditava ser uma arquitetura preocupada com o supérfluo e o superficial. O ornamento, por sua vez, com suas regras estabelecidas pela Academia, estava ligado à outra noção combatida pelos primeiros modernos: o estilo. Os modernos viam no ornamento, um elemento típico dos estilos históricos, um inimigo a ser combatido: produzir uma arquitetura sem ornamentos tornou-se uma bandeira para alguns.</p>
<p><div id="attachment_1345" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1345" class="size-full wp-image-1345" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Opera-House-Sidney-Austrália.jpg" alt="Opera House - Sidney - Austrália" width="1024" height="677" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Opera-House-Sidney-Austrália.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Opera-House-Sidney-Austrália-300x198.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Opera-House-Sidney-Austrália-768x508.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1345" class="wp-caption-text">Opera House &#8211; Sidney &#8211; Austrália</p></div></p>
<p>Outra característica importante eram as ideias de industrialização, economia e a recém-descoberta noção do design. Junto com as vanguardas artísticas da décadas de 1910 e 20 havia como objetivo comum a criação de espaços e objetos abstratos, geométricos e mínimos. Os edifícios deveriam ser econômicos, limpos, úteis. A partir dessas diretivas, é comum encontrar as seguintes características na arquitetura moderna:</p>
<ul>
<li>elementos lineares;</li>
<li>formas simples;</li>
<li>aparências retangulares;</li>
<li>figuras geométricas.</li>
</ul>
<p><div id="attachment_1393" style="width: 892px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1393" class="size-full wp-image-1393" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Fisher-Studio-Apartments-1936.jpg" alt="Fisher Studio Apartments - 1936" width="882" height="960" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Fisher-Studio-Apartments-1936.jpg 882w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Fisher-Studio-Apartments-1936-276x300.jpg 276w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Fisher-Studio-Apartments-1936-768x836.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 882px) 100vw, 882px" /><p id="caption-attachment-1393" class="wp-caption-text">Fisher Studio Apartments &#8211; 1936</p></div></p>
<p>Duas máximas se tornaram as grandes representantes do modernismo:</p>
<p><strong>Menos é Mais</strong> &#8211; frase cunhada pelo arquiteto Mies Van der Rohe.</p>
<p><strong>A forma segue a função</strong> (&#8220;form follows function&#8221;), do arquiteto proto-moderno Louis Sullivan.</p>
<p>Estas frases, vistas como a síntese do ideário moderno, tornaram-se também a sua caricatura.</p>
<h3>Arquitetura de Aço e Vidro</h3>
<p>O forte crescimento demográfico da Europa no século XIX deu origem a grandes transformações urbanas e, por consequência, novas necessidades de organização do espaço urbano. O rápido e crescente processo de industrialização das cidades europeias resultou no deslocamento populacional para as grandes cidades, inchando-as rapidamente, diminuindo a qualidade de vida e aumentando o preço dos terrenos. Esta pressão populacional resultou no aumento das cidades em direção à sua periferia (aumento de área), mas também no aumento da densidade próximo do centro. Esta maior densidade no núcleo das cidades foi a principal motivação para a verticalização dos edifícios, a qual foi viabilizada graças as novas técnicas de construção que surgiram durante o século XIX.</p>
<p>Estas novas técnicas de engenharia, já bem aperfeiçoadas em fins daquele século tornaram possível o aumento expressivo do número de andares dos edifícios. Este fenômeno esteve ligado principalmente ao desenvolvimento de novas técnicas de utilização do ferro e dos novos processos de industrialização que levaram à produção com qualidade e em larga escala do vidro.</p>
<p><div id="attachment_1334" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1334" class="size-large wp-image-1334" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Sede-da-ONU-Le-Corbusier-e-Oscar-Niemeyer-654x1024.jpg" alt="Sede da ONU - Le Corbusier e Oscar Niemeyer" width="640" height="1002" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Sede-da-ONU-Le-Corbusier-e-Oscar-Niemeyer-654x1024.jpg 654w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Sede-da-ONU-Le-Corbusier-e-Oscar-Niemeyer-192x300.jpg 192w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Sede-da-ONU-Le-Corbusier-e-Oscar-Niemeyer-768x1203.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Sede-da-ONU-Le-Corbusier-e-Oscar-Niemeyer.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1334" class="wp-caption-text">Sede da ONU &#8211; Le Corbusier e Oscar Niemeyer</p></div></p>
<p>A revolução dos materiais veio primeiro, com o uso de ferro fundido, vidro laminado e concreto armado, para construir estruturas mais fortes, mais leves e mais altas. O processo de vidro laminado foi inventado em 1848, permitindo a fabricação de janelas muito grandes. O Palácio de Cristal de Joseph Paxton na Grande Exposição de 1851 foi um dos primeiros exemplos de construção de ferro e vidro em chapa, seguido em 1864 pela primeira parede de cortina de vidro e metal. Esses desenvolvimentos juntos levaram ao primeiro arranha-céu com estrutura de aço, o Home Insurance Building de dez andares em Chicago, construído em 1884 por William Le Baron Jenney. A construção em estrutura de ferro da Torre Eiffel, então a estrutura mais alta do mundo, capturou a imaginação de milhões de visitantes da Exposição Universal de Paris de 1889.</p>
<p><div id="attachment_1323" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1323" class="size-large wp-image-1323" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Seagram-Building-New-York-666x1024.jpg" alt="Seagram Building - New York" width="640" height="984" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Seagram-Building-New-York-666x1024.jpg 666w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Seagram-Building-New-York-195x300.jpg 195w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Seagram-Building-New-York-768x1181.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Seagram-Building-New-York.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1323" class="wp-caption-text">Seagram Building &#8211; New York</p></div></p>
<p>O industrial francês François Coignet foi o primeiro a usar concreto reforçado com ferro, isto é, concreto reforçado com barras de ferro, como uma técnica para a construção de edifícios. Em 1853, Coignet construiu a primeira estrutura de concreto armado com ferro, uma casa de quatro andares nos subúrbios de Paris. Outro passo importante foi a invenção do elevador de segurança por Elisha Otis, demonstrado pela primeira vez na exposição do New York Crystal Palace em 1854, que tornou viáveis os prédios comerciais e residenciais mais altos. Outra tecnologia importante para a nova arquitetura foi a luz elétrica, que reduziu bastante o perigo inerente de incêndios causados ​​por gás no século XIX.</p>
<p>O ferro aliado às novas técnicas de engenharia produzindo sistemas em treliça leves e resistentes, permitiu criar estruturas cada vez maiores e mais ousadas, como longas pontes com grandes vãos-livres e grandes cúpulas. Outra vantagem proporcionada pela tecnologia do ferro foi a agilidade no processo da montagem.</p>
<h3>Uma Arquitetura focada na função</h3>
<p>A estréia de novos materiais e técnicas inspirou arquitetos a romper com os modelos neoclássicos e neobarrocos que dominavam a arquitetura européia e americana no final do século 19, principalmente a arquitetura Vitoriana, Eduardiana e o ecletismo de estilos encontrado na Escola de Belas Artes.</p>
<p><div id="attachment_1349" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1349" class="size-full wp-image-1349" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Story-Hall-of-the-Harvard-Law-School-by-Walter-Gropius.jpg" alt="Story Hall of the Harvard Law School by Walter Gropius" width="1024" height="768" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Story-Hall-of-the-Harvard-Law-School-by-Walter-Gropius.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Story-Hall-of-the-Harvard-Law-School-by-Walter-Gropius-300x225.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Story-Hall-of-the-Harvard-Law-School-by-Walter-Gropius-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1349" class="wp-caption-text">Story Hall of the Harvard Law School by Walter Gropius</p></div></p>
<p>Essa ruptura com o passado foi particularmente solicitada pelo teórico e historiador da arquitetura Eugène Viollet-le-Duc. Em seu livro <em>Entretiens sur L&#8217;Architecture</em>, de 1872, ele insistia: &#8220;use os meios e os conhecimentos que nos são dados por nossos tempos, sem as tradições intermediárias que não são mais viáveis ​​hoje em dia e, dessa forma, podemos inaugurar uma nova arquitetura. Para cada função, seu material; para cada material, sua forma e seu ornamento&#8221;.</p>
<p>Este livro influenciou uma geração de arquitetos, incluindo Louis Sullivan, Victor Horta, Hector Guimard e Antoni Gaudí.</p>
<h3>Saiba mais</h3>
<p><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Modern_architecture">Wikipedia</a> (inglês)</p>
<p><a href="https://arquiteturadobrasil.wordpress.com/7-o-movimento-moderno-3/">A Arquitetura Modernista no Brasil</a></p>
<p>Referências</p>
<ul>
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<li>Conrads, Ulrich, ed. (1971). Programs and Manifestoes on 20th-Century Architecture. Translated by Bullock, Michael. Boston, Mass.: The MIT Press. ISBN 9780262530309. OCLC 959124824.</li>
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<li>Morgenthaler, Hans Rudolf, The Meaning of Modern Architecture: Its Inner Necessity and an Empathetic Reading, Ashgate Publishing, Ltd., 2015, ISBN 1472453018</li>
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<li>Poisson, Michel (2009). 1000 Immeubles et monuments de Paris (in French). Parigramme. ISBN 978-2-84096-539-8.</li>
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<li>Tietz, Jürgen (1999). The Story of Architecture of the 20th century. Konemann. ISBN 3-8290-2045-7.</li>
<li>von Boehm, Gero (2000). Conversations with I. M. Pei: Light is the Key. Prestel. ISBN 3-7913-21765.</li>
</ul>
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		<title>Art Déco</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jul 2017 06:50:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilos Arquitetônicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Art Déco é um estilo de artes visuais, arquitetura e design que apareceu pela primeira vez na França pouco antes da Primeira Guerra Mundial. Influenciou o design de edifícios, móveis, jóias, moda, cinemas, artes gráficas, carros, trens, transatlânticos e objetos &#8230; <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/art-deco/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Art Déco é um estilo de artes visuais, arquitetura e design que apareceu pela primeira vez na França pouco antes da Primeira Guerra Mundial. Influenciou o design de edifícios, móveis, jóias, moda, cinemas, artes gráficas, carros, trens, transatlânticos e objetos do cotidiano, como rádios e aspiradores de pó.</p>
<p>O Art Deco foi o primeiro estilo verdadeiramente internacional, e seu domínio terminou com o início da Segunda Guerra Mundial e ascensão dos estilos estritamente funcionais e sem adornos da <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-modernista/">arquitetura moderna</a> e do <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/international-style/">International Style</a> de arquitetura que se seguiu.</p>
<p><div id="attachment_1509" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1509" class="size-large wp-image-1509" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/padrao-geometrico-arte-deco-anos-20-1024x640.jpg" alt="Geometrismo" width="640" height="400" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/padrao-geometrico-arte-deco-anos-20-1024x640.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/padrao-geometrico-arte-deco-anos-20-300x188.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/padrao-geometrico-arte-deco-anos-20-768x480.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/padrao-geometrico-arte-deco-anos-20-1536x960.jpg 1536w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/padrao-geometrico-arte-deco-anos-20.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1509" class="wp-caption-text">Geometrismo</p></div></p>
<p>Recebeu este nome como uma abreviação do termo <em>Arts Décoratifs</em>, da Exposição Internacional de Artes Decorativas e Industriais Modernos, realizada em Paris em 1925. Combinou estilos estéticos inovadores para a época, considerados <em>modernos</em>, com artesanato fino e materiais ricos. Durante seu auge, o Art Deco representou luxo, glamour, exuberância e fé no progresso social e tecnológico.</p>
<p><div id="attachment_1510" style="width: 666px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1510" class="size-full wp-image-1510" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/La-Vie-Parisienne-décembre-1927.jpg" alt="La Vie Parisienne - décembre 1927" width="656" height="900" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/La-Vie-Parisienne-décembre-1927.jpg 656w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/La-Vie-Parisienne-décembre-1927-219x300.jpg 219w" sizes="auto, (max-width: 656px) 100vw, 656px" /><p id="caption-attachment-1510" class="wp-caption-text">La Vie Parisienne &#8211; décembre 1927</p></div></p>
<p>O Art Déco foi sem dúvida um estilo que iconizou o que pode ser considerado o auge estético já alcançado pela Arquitetura. Foi um pensamento arquitetônico que conseguiu se desvencilhar da linha clássica e barroca, mantendo porém a devida consideração a ornamentação, uma ornamentação original, ora mais orgânica, ora mais geométrica, sem se deixar dominar pelo viés estritamente funcionalista e monótono do modernismo.</p>
<p><div id="attachment_1511" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1511" class="size-full wp-image-1511" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Edifício-Chrysler-New-York-City-1932-1024x6821-1.jpg" alt="Edifício-Chrysler-New-York-City-1932--1024x682[1]" width="1024" height="682" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Edifício-Chrysler-New-York-City-1932-1024x6821-1.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Edifício-Chrysler-New-York-City-1932-1024x6821-1-300x200.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Edifício-Chrysler-New-York-City-1932-1024x6821-1-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1511" class="wp-caption-text">A Nova York de 1932 respirava o Déco &#8211; Em destaque, o edifício Chrysler</p></div>.</p>
<p>Art Déco era constituído de muitos estilos diferentes, às vezes contraditórios, unidos pelo desejo de expressarem modernidade. Herdeiro dos movimentos Arts and Crafts e <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/art-nouveau/">Art Nouveau</a>, o Art Deco foi também influenciado pelas ousadas formas geométricas do cubismo e pela Secessão de Viena; as cores vivas do fauvismo e dos balés russos; o artesanato atualizado dos móveis das épocas de Luís Filipe I e Luís XVI; e os estilos exóticos da China e Japão, Índia, Pérsia, Egito antigo e arte maia. Apresentava materiais raros e caros, como ébano e marfim, e artesanato requintado. O <strong>Chrysler Building</strong> e outros arranha-céus de Nova York construídos nas décadas de 1920 e 1930 se tornaram monumentos clássicos do Art Deco.</p>
<p><div id="attachment_1512" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1512" class="size-large wp-image-1512" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/edificio-chrysler1-647x1024.jpg" alt="O topo do Edifício Chrysler" width="640" height="1013" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/edificio-chrysler1-647x1024.jpg 647w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/edificio-chrysler1-189x300.jpg 189w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/edificio-chrysler1-768x1216.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/edificio-chrysler1.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1512" class="wp-caption-text">O topo do Edifício Chrysler</p></div></p>
<p>Na década de 1930, durante a Grande Depressão, o Art Deco se tornou mais moderado, apesar da chegada de novos materiais, incluindo cromagem, aço inoxidável e plástico. Uma forma mais elegante do estilo, chamada <em>Streamline Moderne</em>, apareceu neste período apresentando formas curvas e superfícies polidas e lisas, ornamentadas com linhas.</p>
<p><div id="attachment_1513" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1513" class="size-large wp-image-1513" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/J.W.-Knapp-Company-Building-1024x585.jpg" alt="J.W. Knapp Company Building" width="640" height="366" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/J.W.-Knapp-Company-Building-1024x585.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/J.W.-Knapp-Company-Building-300x171.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/J.W.-Knapp-Company-Building-768x439.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/J.W.-Knapp-Company-Building.jpg 1400w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1513" class="wp-caption-text">J.W. Knapp Company Building</p></div></p>
<p><a href="https://www.facebook.com/groups/329450450542723/permalink/1551481328339623/">Imagem</a></p>
<h3>O Nome Art Déco</h3>
<p>Art Deco recebeu esse nome como uma abreviação de <em>artes decorativas</em>, da Exposição Internacional de Artes Decorativas e Industriais Modernas, realizada em Paris em 1925, embora diversos estilos que caracterizariam o Art Deco já tivessem aparecido pela Europa antes da Primeira Guerra Mundial.</p>
<p>O termo artes decorativas foi usado pela primeira vez na França em 1858; publicado no Boletim da Sociedade Francesa de Fotografia. Em 1868, o jornal Le Figaro usou o termo <em>objets d&#8217;art décoratifs</em> com relação a objetos para cenários criados para o Théâtre de l&#8217;Opéra. Em 1875, designers de móveis, têxteis, joias e designers de vidro e outros artesãos receberam oficialmente o status de artistas pelo governo francês. Em resposta a isso, a <em>École royale gratuite de dessin</em> (Escola Real Livre de Design), fundada em 1766 sob o rei Luís XVI para treinar artistas e artesãos em artesanato relacionado às artes plásticas, foi renomeada como <em>École nationale des arts décoratifs</em> (Escola Nacional Artes Decorativas).</p>
<p>Durante a Exposição de 1925, o arquiteto Le Corbusier escreveu uma série de artigos sobre a exposição para sua revista L&#8217;Esprit Nouveau, sob o título &#8220;EXPO 1925. ARTS. DÉCO.&#8221;, que foram combinados em um livro, L&#8217;art décoratif d &#8216; aujourd&#8217;hui (Arte decorativa de hoje). O livro foi um ataque irônico aos excessos dos objetos coloridos e luxuosos da Exposição; e na idéia de que objetos práticos, como móveis, não devem ter decoração alguma; sua conclusão foi que &#8220;a decoração moderna não tem decoração&#8221;.</p>
<p>Fato curioso é que o termo hoje muito conhecido <em>Art Déco</em> não apareceu impresso até 1966, quando apareceu no título da primeira exposição moderna sobre o assunto, realizada pelo Museu de Artes Decorativas de Paris, Les Années 25: Art déco, Bauhaus, Stijl, Esprit Nouveau, que cobriu a variedade dos principais estilos nas décadas de 1920 e 1930. O termo <em>art déco</em> foi então usado em um artigo de jornal de 1966 de Hillary Gelson no The Times (Londres, 12 de novembro), descrevendo os diferentes estilos da exposição.</p>
<p>O Art Deco ganhou valor como estilo amplamente aplicado em 1968, quando o historiador Bevis Hillier publicou o primeiro grande livro acadêmico sobre o estilo: <em>Art Deco dos anos 20 e 30</em>. Hillier observou que o termo já estava sendo usado pelos vendedores de arte e cita The Times (2 de novembro de 1966) e um ensaio chamado Les Arts Déco na revista Elle (novembro de 1967) como exemplos de uso anterior. Em 1971, Hillier organizou uma exposição no Instituto de Artes de Minneapolis, que ele detalha em seu livro sobre o assunto, <em>O Mundo do Art Deco</em>.</p>
<h2>Origens do Art Déco</h2>
<h3>Sociedade de Artistas Decorativos (1901–1913)</h3>
<p>O surgimento do Art Deco estava intimamente ligado ao aumento do status dos artistas decorativos, que até o final do século XIX eram considerados simplesmente artesãos. O termo <em>artes decorativas</em> foi inventado em 1875, dando aos designers de móveis, têxteis e outras formas de decoração status oficial.</p>
<p>A Société des artistes décorateurs (Sociedade de Artistas Decorativos), ou SAD, foi fundada em 1901, e os artistas decorativos receberam os mesmos direitos de autor que os pintores e escultores. Um movimento semelhante desenvolvido na Itália.</p>
<p>A primeira exposição internacional dedicada inteiramente às artes decorativas, a Esposizione Internazionale d&#8217;Arte Decorativa Moderna, foi realizada em Turim em 1902. Várias novas revistas dedicadas às artes decorativas foram fundadas em Paris, incluindo Arts et décoration e L&#8217;Art décoratif moderne.</p>
<p>As seções de artes decorativas foram introduzidas nos salões anuais da Sociéte des artistes français e, posteriormente, no Salon d&#8217;Automne. O nacionalismo francês também desempenhou um papel no ressurgimento das artes decorativas; Os designers franceses se sentiram desafiados pelas crescentes exportações de móveis alemães mais baratos.</p>
<p>Em 1911, o SAD propôs a realização de uma nova grande exposição internacional de artes decorativas em 1912. <strong>Nenhuma cópia de estilos antigos era permitida</strong>; apenas obras modernas. A exposição foi adiada até 1914, então, por causa da guerra, adiada para 1925, quando deu seu nome a toda a família de estilos conhecidos como &#8220;Déco&#8221;.</p>
<p>As lojas de departamentos parisienses e os estilistas também tiveram um papel importante na ascensão do Art Deco. Empresas estabelecidas como a empresa de talheres Christofle, o designer de vidro René Lalique e os joalheiros Louis Cartier e Boucheron começaram a projetar produtos em estilos mais modernos. A partir de 1900, as lojas de departamento recrutaram artistas decorativos para trabalhar em seus estúdios de design.</p>
<p>A decoração do Salon d&#8217;Automne de 1912 havia sido confiada à loja de departamentos Printemps. Durante o mesmo ano, a Printemps criou sua própria oficina chamada Primavera. Em 1920, Primavera empregava mais de trezentos artistas. Os estilos variaram entre as versões atualizadas dos móveis Louis XIV, Louis XVI e, especialmente, Louis Philippe fabricados por Louis Süe junto a oficina Primavera, até formas mais modernas da oficina da loja de departamentos Au Louvre. Outros designers, incluindo Émile-Jacques Ruhlmann e Paul Foliot, recusaram-se a usar a produção em massa e insistiram que cada peça fosse feita individualmente à mão.</p>
<p>O estilo Art Deco inicial apresentava materiais luxuosos e exóticos, como ébano, marfim e seda, cores muito brilhantes e motivos estilizados, principalmente cestas e buquês de flores de todas as cores, dando uma aparência modernista.</p>
<h3>Influência da Secessão de Viena e da Wiener Werkstätte (1905–1911)</h3>
<p>Os arquitetos da Secessão de Viena (formada em 1897), especialmente Josef Hoffmann, tiveram uma influência notável no Art Deco. Seu Palácio Stoclet, em Bruxelas (1905–1911), era um protótipo do estilo Art Deco, apresentando volumes geométricos, simetria, linhas retas, concreto coberto com placas de mármore, ornamentos finamente esculpidos e interiores luxuosos, incluindo frisos em mosaico de Gustav Klimt. Hoffmann também foi fundador da Wiener Werkstätte (1903-1932), uma associação de artesãos e designers de interiores que trabalhavam no novo estilo. Esse se tornou o modelo da Compagnie des arts français, criada em 1919, que reuniu André Mare e Louis Süe, os primeiros designers e decoradores franceses Art Deco.</p>
<p><div id="attachment_1522" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1522" class="size-full wp-image-1522" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Stoclet-Palace-Bruxelas.jpg" alt="Stoclet Palace - Bruxelas" width="1024" height="768" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Stoclet-Palace-Bruxelas.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Stoclet-Palace-Bruxelas-300x225.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Stoclet-Palace-Bruxelas-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1522" class="wp-caption-text">Stoclet Palace &#8211; Bruxelas</p></div></p>
<h3>Novos materiais e tecnologias</h3>
<p>Novos materiais e tecnologias, especialmente concreto armado na arquitetura, foram fundamentais para o desenvolvimento e a aparência do Art Deco. A primeira casa de concreto foi construída em 1853 nos subúrbios de Paris por François Coignet.</p>
<p>Em 1877, Joseph Monier introduziu a idéia de fortalecer o concreto com uma malha de barras de ferro em um padrão de grade.</p>
<p>Em 1893, Auguste Perret construiu a primeira garagem de concreto em Paris, depois o primeiro prédio moderno de apartamentos em concreto armado em Paris, na rue Benjamin Franklin, em 1903–04, e em 1913, o Théâtre des Champs-Élysées o qual foi o primeiro edifício Art Deco concluído em Paris. O teatro foi avaliado por um crítico como o &#8220;Zeppelin da Avenue Montaigne&#8221;, uma suposta influência germânica, copiada da Secessão de Viena.</p>
<p><div id="attachment_1514" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1514" class="size-full wp-image-1514" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Théâtre-des-Champs-Élysées.jpg" alt="Théâtre des Champs-Élysées" width="800" height="600" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Théâtre-des-Champs-Élysées.jpg 800w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Théâtre-des-Champs-Élysées-300x225.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Théâtre-des-Champs-Élysées-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-1514" class="wp-caption-text">Théâtre des Champs-Élysées</p></div></p>
<p>A decoração do teatro também foi revolucionária; a fachada foi decorada com altos relevos por Antoine Bourdelle, uma cúpula de Maurice Denis, pinturas de Édouard Vuillard e uma cortina Art Déco de Ker-Xavier Roussel.</p>
<p><div id="attachment_1516" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1516" class="size-full wp-image-1516" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Théâtre-des-Champs-Élysées-Fachada.jpg" alt="Théâtre des Champs-Élysées - Fachada" width="800" height="662" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Théâtre-des-Champs-Élysées-Fachada.jpg 800w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Théâtre-des-Champs-Élysées-Fachada-300x248.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Théâtre-des-Champs-Élysées-Fachada-768x636.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-1516" class="wp-caption-text">Théâtre des Champs-Élysées &#8211; Fachada</p></div></p>
<p>O teatro ficou famoso como palco de muitas das primeiras apresentações dos Ballets Russes. Perret e Sauvage se tornaram os principais arquitetos Art Deco em Paris na década de 1920.</p>
<p><div id="attachment_1515" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1515" class="size-full wp-image-1515" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Théâtre-des-Champs-Élysées-Interior.jpg" alt="Théâtre des Champs-Élysées - Interior" width="630" height="472" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Théâtre-des-Champs-Élysées-Interior.jpg 630w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Théâtre-des-Champs-Élysées-Interior-300x225.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 630px) 100vw, 630px" /><p id="caption-attachment-1515" class="wp-caption-text">Théâtre des Champs-Élysées &#8211; Interior</p></div></p>
<p>O edifício de Perret tinha uma forma retangular limpa, decoração geométrica e linhas retas, as futuras marcas registradas do Art Deco, e por consequência, do modernismo na arquitetura. Posteriormente, a maioria dos edifícios Art Déco era feita de concreto armado, o que dava maior liberdade de forma e menor necessidade de pilares e colunas de reforço. Perret também foi pioneiro na cobertura do concreto com ladrilhos de cerâmica, tanto para proteção quanto para decoração. Os edifícios de concreto armado de Auguste Perret e Henri Sauvage, e particularmente o Théâtre des Champs-Élysées, ofereciam uma nova forma de construção e decoração que passou a ser copiada em todo o mundo.</p>
<p>Outras novas tecnologias que foram importantes para o Art Deco foram os novos métodos de produção de vidro laminado, que era mais barato e permitia janelas muito maiores e mais fortes, e o alumínio de produção em massa, usado na construção de caixilhos de janelas e, mais tarde, por Corbusier e outros, para móveis leves.</p>
<p>De 1908 a 1910, o <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/modernismo-e-ideologia/">arquiteto Le Corbusier aprendeu os usos do concreto armado como desenhista no estúdio de Perret</a>.</p>
<h3><span id="Salon_d'Automne_(1912–1913)" class="mw-headline">Salon d&#8217;Automne (1912–1913)</span></h3>
<p>No nascimento entre 1910 e 1914, o Art Deco foi uma explosão de cores, com tons brilhantes e muitas vezes conflitantes, freqüentemente em desenhos florais, apresentados em estofados, tapetes, telas, papéis de parede e tecidos. Resquícios do movimento Art Nouveau. Muitos trabalhos coloridos, incluindo cadeiras e uma mesa de Maurice Dufrêne e um brilhante tapete Gobelin de Paul Follot foram apresentados no décorateurs do Salon des artistes, em 1912.</p>
<p><div id="attachment_1519" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1519" class="size-full wp-image-1519" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Mesa-Cadeiras-Carpet-Maurice-Dufrêne-e-Paul-Follot-1912-Salon-des-Artistes-Décorateurs.jpg" alt="Mesa Cadeiras Carpet - Maurice Dufrêne e Paul Follot - 1912 - Salon des Artistes Décorateurs" width="1024" height="765" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Mesa-Cadeiras-Carpet-Maurice-Dufrêne-e-Paul-Follot-1912-Salon-des-Artistes-Décorateurs.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Mesa-Cadeiras-Carpet-Maurice-Dufrêne-e-Paul-Follot-1912-Salon-des-Artistes-Décorateurs-300x224.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Mesa-Cadeiras-Carpet-Maurice-Dufrêne-e-Paul-Follot-1912-Salon-des-Artistes-Décorateurs-768x574.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1519" class="wp-caption-text">Mesa Cadeiras Carpet &#8211; Maurice Dufrêne e Paul Follot &#8211; 1912 &#8211; Salon des Artistes Décorateurs</p></div></p>
<p>Em 1912–1913, o designer Adrien Karbowsky fez uma cadeira floral com um design de papagaio para o pavilhão de caça do colecionador de arte Jacques Doucet. Os designers de móveis Louis Süe e André Mare fizeram sua primeira aparição na exposição de 1912, sob o nome de Atelier français, combinando tecidos coloridos com materiais exóticos e caros, incluindo ébano e marfim. Após a Primeira Guerra Mundial, eles se tornaram uma das mais proeminentes empresas francesas de design de interiores, produzindo móveis para os salões e cabines de primeira classe dos transatlânticos franceses.</p>
<p>As cores vivas do Art Deco vieram de muitas fontes, incluindo os cenários exóticos de Léon Bakst para os Ballets Russes, que causaram uma sensação em Paris pouco antes da Primeira Guerra Mundial. Algumas cores foram inspiradas no movimento Fauvismo anterior liderado por Henri Matisse; outros pelo orfismo de pintores como Sonia Delaunay; outros pelo movimento conhecido como Nabis e no trabalho do pintor simbolista Odilon Redon, que projetou telas de lareira e outros objetos decorativos. Cores brilhantes eram uma característica do trabalho do designer de moda Paul Poiret, cujo trabalho influenciou tanto a moda Art Deco quanto o design de interiores.</p>
<h3><span id="Cubist_influence" class="mw-headline">Influência do Cubismo</span></h3>
<p>O estilo de arte conhecido como cubismo apareceu na França entre 1907 e 1912, influenciando o desenvolvimento do art déco. Os cubistas, sob a influência de Paul Cézanne, estavam interessados ​​na simplificação das formas para seus fundamentos geométricos: o cilindro, a esfera, o cone.</p>
<p>Em 1912, os artistas da Seção d&#8217;Or exibiram obras consideravelmente mais acessíveis ao público em geral do que o cubismo analítico de Picasso e Braque. O vocabulário cubista estava pronto para atrair moda, móveis e designers de interiores.</p>
<p>Nos escritos de 1912 de André Vera publicados na revista L&#8217;Art décoratif, ele expressou a rejeição das formas Art Nouveau (assimétricas, policromáticas e pitorescas) e apelou a uma simplicidade volontaire, symétrie manifeste, l&#8217;ordre et l&#8217;harmonie, temas que acabariam se tornando comum no Art Deco; embora o estilo Deco fosse frequentemente extremamente colorido e tudo, menos simples.</p>
<p><div id="attachment_1523" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1523" class="size-full wp-image-1523" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/La-Maison-Cubiste-1912.jpg" alt="La Maison Cubiste - 1912" width="1024" height="777" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/La-Maison-Cubiste-1912.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/La-Maison-Cubiste-1912-300x228.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/La-Maison-Cubiste-1912-768x583.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1523" class="wp-caption-text">La Maison Cubiste &#8211; 1912</p></div></p>
<p>Na seção Art Décoratif do Salon d&#8217;Automne de 1912, foi exibida uma instalação arquitetônica conhecida como La Maison Cubiste. A fachada foi projetada por Raymond Duchamp-Villon. A decoração da casa foi de André Mare. La Maison Cubiste era uma instalação mobiliada com fachada, escada, corrimão de ferro forjado, quarto e sala de estar &#8211; o Salon Bourgeois, onde as pinturas de Albert Gleizes, Jean Metzinger, Marie Laurencin, Marcel Duchamp, Fernand Léger e Roger de La Fresnaye foram expostos. Milhares de espectadores no salão passaram pelo modelo em grande escala.</p>
<h3>Outras Influências</h3>
<p>Art Deco não era um estilo único, mas um sincretismo de vários movimentos artísticos às vezes, contraditórios. Na arquitetura, o Art Deco foi o sucessor e reação ao <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/art-nouveau/">Art Nouveau</a>, um estilo que floresceu na Europa entre 1895 e 1900, e também substituiu gradualmente as <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/beaux-arts/">Beaux-Arts</a> e o <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-neoclassica/">Neoclássico</a> predominantes na arquitetura européia e americana.</p>
<p>Em 1905, Eugène Grasset escreveu e publicou Méthode de Composition Ornementale, Éléments Rectilignes, no qual explorava sistematicamente os aspectos decorativos (ornamentais) de elementos geométricos, formas, motivos e suas variações, em contraste com (e como afastamento de) o ondulado estilo Art Nouveau de Hector Guimard, tão popular em Paris alguns anos antes. Grasset enfatizou o princípio de que várias formas geométricas simples, como triângulos e quadrados, são a base de todos os arranjos de composição.</p>
<p>Na decoração, muitos estilos diferentes foram emprestados e usados ​​pelo Art Deco. Incluíam o construtivismo russo e o futurismo italiano, bem como o orfismo, o funcionalismo e o modernismo em geral. O Art Deco também usou as cores conflitantes e os desenhos do fauvismo, notadamente nos trabalhos de Henri Matisse e André Derain, inspirando os desenhos de tecidos art déco, papel de parede e cerâmica pintada. Eles incluíam arte pré-moderna de todo o mundo e observáveis ​​no Museu do Louvre, no Museu do Homme e no Museu Nacional das Artes da África e da Oceania. Foram usadas idéias do vocabulário de alta moda do período, que apresentava desenhos geométricos, divisas, ziguezagues e buquês de flores estilizados. Também havia um interesse popular na arqueologia devido às escavações em Pompéia, Tróia e ao túmulo do faraó Tutancâmon da 18ª dinastia. Artistas e designers integraram motivos do antigo Egito, Mesopotâmia, Grécia, Roma, Ásia, Mesoamérica e Oceania com elementos da Era da Máquina.</p>
<p>A partir de 1925, muitas vezes foi inspirado pela paixão por novas máquinas, como aeronaves, automóveis e transatlânticos, e em 1930 essa influência resultou no estilo chamado <em>Streamline Moderne</em>.</p>
<p><div id="attachment_1525" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1525" class="size-large wp-image-1525" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Mercedes-Benz-1938-1024x762.jpg" alt="Mercedes Benz - 1938" width="640" height="476" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Mercedes-Benz-1938-1024x762.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Mercedes-Benz-1938-300x223.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Mercedes-Benz-1938-768x572.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Mercedes-Benz-1938.jpg 1159w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1525" class="wp-caption-text">Máquinas cada vez mais velozes &#8211; Mercedes Benz &#8211; 1938</p></div></p>
<h3>Luxo e Modernidade</h3>
<p>Art Deco foi associado ao luxo e à modernidade; combinou materiais muito caros e artesanato requintado, transformados em formas modernistas. Nada era barato no Art Deco: os móveis incluíam incrustações de marfim e prata e as jóias Art Deco combinavam diamantes com platina, jade e outros materiais preciosos. O estilo foi usado para decorar os salões de primeira classe de transatlânticos, trens de luxo e arranha-céus. Foi usado em todo o mundo para decorar os grandes palácios de filmes do final das décadas de 1920 e 1930. Mais tarde, após a Grande Depressão, o estilo mudou e ficou mais sóbrio.</p>
<p><div id="attachment_1526" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1526" class="size-full wp-image-1526" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-boudoir-of-fashion-designer-Jeanne-Lanvin-1925.jpg" alt="The boudoir of fashion designer Jeanne Lanvin - 1925" width="1024" height="768" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-boudoir-of-fashion-designer-Jeanne-Lanvin-1925.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-boudoir-of-fashion-designer-Jeanne-Lanvin-1925-300x225.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/The-boudoir-of-fashion-designer-Jeanne-Lanvin-1925-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1526" class="wp-caption-text">The boudoir of fashion designer Jeanne Lanvin &#8211; 1925</p></div></p>
<p>Um bom exemplo do estilo de luxo do Art Deco é o boudoir da estilista Jeanne Lanvin, desenhada por Armand-Albert Rateau (1882-1938), feita entre 1922 e 25. Estava localizado em sua casa na 16, rue Barbet de Jouy, em Paris, que foi demolida em 1965. A sala foi reconstruída no Museu de Artes Decorativas de Paris. As paredes são cobertas com lambris moldados abaixo de baixos-relevos esculpidos em estuque. A alcova é emoldurada com colunas de mármore com bases e um pedestal de madeira esculpida. O piso é de mármore branco e preto e, nos armários, objetos decorativos são exibidos contra um fundo de seda azul. Seu banheiro tinha uma banheira e lavatório de mármore de sienna, com uma parede de estuque esculpido e acessórios de bronze.</p>
<p>Em 1928, o estilo havia se tornado mais confortável, com poltronas de couro profundo. O estudo desenvolvido pela empresa parisiense Alavoine para um empresário americano em 1928–30, agora no Museu do Brooklyn.</p>
<p>Na década de 1930, o estilo havia sido um pouco simplificado, mas ainda era extravagante. Em 1932, o decorador Paul Ruoud fez o Glass Salon para Suzanne Talbot. Apresentava uma poltrona serpentina e duas poltronas tubulares de Eileen Gray, um piso de lajes de vidro prateado, um painel de padrões abstratos em laca prata e preta e uma variedade de peles de animais.</p>
<h2>Art Déco na Arquitetura</h2>
<h3>Arranha-céus</h3>
<p>Arranha-céus americanos marcaram o auge do estilo Art Deco; eles se tornaram os edifícios modernos mais altos e <strong>mais reconhecíveis</strong> do mundo. Foram projetados para mostrar o prestígio de seus construtores através de sua altura, forma, cor e iluminação dramática à noite.</p>
<p><div id="attachment_1521" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1521" class="size-full wp-image-1521" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Gothic-Art-Deco-American-Radiator-Building-New-York-1929.jpg" alt="Gothic Art Deco - American Radiator Building - New York - 1929" width="768" height="1024" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Gothic-Art-Deco-American-Radiator-Building-New-York-1929.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Gothic-Art-Deco-American-Radiator-Building-New-York-1929-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /><p id="caption-attachment-1521" class="wp-caption-text">Gothic Art Deco &#8211; American Radiator Building &#8211; New York &#8211; 1929</p></div></p>
<p>O American Radiator Building de Raymond Hood (1924) combinou elementos modernos góticos e deco no design do edifício. Tijolos pretos na fachada do edifício (simbolizando carvão) foram selecionados para dar uma idéia de solidez e para dar ao edifício uma massa sólida. Outras partes da fachada estavam cobertas de tijolos de ouro (simbolizando o fogo), e a entrada era decorada com mármore e espelhos pretos.</p>
<p><div id="attachment_1527" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1527" class="size-full wp-image-1527" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Detroit-Guardian-Building.jpg" alt="Detroit Guardian Building" width="500" height="667" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Detroit-Guardian-Building.jpg 500w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Detroit-Guardian-Building-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /><p id="caption-attachment-1527" class="wp-caption-text">Detroit Guardian Building</p></div></p>
<p>Outro arranha-céu Art Deco inicial foi o Detroit Guardian Building, inaugurado em 1929. Projetado pelo modernista Wirt C. Rowland, o prédio foi o primeiro a empregar aço inoxidável como elemento decorativo e o uso extensivo de desenhos coloridos no lugar de ornamentos tradicionais.</p>
<p><div id="attachment_1533" style="width: 652px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1533" class="size-full wp-image-1533" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Carbide-Carbon-Building-Chicago.jpg" alt="Carbide &amp; Carbon Building - Chicago" width="642" height="856" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Carbide-Carbon-Building-Chicago.jpg 642w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Carbide-Carbon-Building-Chicago-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 642px) 100vw, 642px" /><p id="caption-attachment-1533" class="wp-caption-text">Carbide &amp; Carbon Building &#8211; Chicago</p></div></p>
<p>O horizonte de Nova York foi radicalmente alterado pelo edifício Chrysler em Manhattan (concluído em 1930), projetado por William Van Alen. Era um anúncio gigantesco de setenta e sete andares para os automóveis Chrysler.</p>
<p><div id="attachment_1539" style="width: 361px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1539" class="size-full wp-image-1539" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Chrysler-Building-NY-1.jpg" alt="Chrysler Building - NY" width="351" height="600" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Chrysler-Building-NY-1.jpg 351w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Chrysler-Building-NY-1-176x300.jpg 176w" sizes="auto, (max-width: 351px) 100vw, 351px" /><p id="caption-attachment-1539" class="wp-caption-text">Chrysler Building &#8211; NY</p></div></p>
<p>A parte superior foi coroada por uma torre de aço inoxidável e foi ornamentada por &#8220;gárgulas&#8221; deco na forma de decorações de tampas de radiador de aço inoxidável. A base da torre, trinta e três andares acima da rua, foi decorada com frisos coloridos art déco, e o saguão foi decorado com símbolos e imagens art déco que expressavam modernidade.</p>
<p><div id="attachment_1348" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1348" class="size-large wp-image-1348" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Rockefeller-Center-Raymond-Hood-Nova-York-1933-761x1024.jpg" alt="Rockefeller Center - Raymond Hood - Nova York -1933" width="640" height="861" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Rockefeller-Center-Raymond-Hood-Nova-York-1933-761x1024.jpg 761w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Rockefeller-Center-Raymond-Hood-Nova-York-1933-223x300.jpg 223w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Rockefeller-Center-Raymond-Hood-Nova-York-1933-768x1034.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Rockefeller-Center-Raymond-Hood-Nova-York-1933.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1348" class="wp-caption-text">Rockefeller Center &#8211; Raymond Hood &#8211; Nova York -1933</p></div></p>
<p>O Chrysler Building foi seguido pelo Empire State Building por William F. Lamb (1931) e o RCA Building (agora 30 Rockefeller Plaza) por Raymond Hood (1933), que juntos mudaram completamente o horizonte de Nova York. Os topos dos edifícios foram decorados com coroas e pináculos Art Deco cobertos com aço inoxidável e, no caso do edifício Chrysler, com gárgulas Art Deco modeladas com ornamentos de radiadores, enquanto as entradas e os lobbies eram luxuosamente decorados com escultura Art Deco, cerâmica e design.</p>
<p><div id="attachment_1531" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1531" class="size-large wp-image-1531" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Empire-State-Building-NY-687x1024.jpg" alt="Empire State Building - NY" width="640" height="954" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Empire-State-Building-NY-687x1024.jpg 687w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Empire-State-Building-NY-201x300.jpg 201w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Empire-State-Building-NY-768x1144.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Empire-State-Building-NY.jpg 804w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1531" class="wp-caption-text">Empire State Building &#8211; NY</p></div></p>
<p>Edifícios semelhantes, embora não tão altos, logo apareceram em Chicago e em outras grandes cidades americanas. O Chrysler Building logo foi superado em altura pelo Empire State Building, em um estilo Deco um pouco menos luxuoso. O Rockefeller Center adicionou um novo elemento de design: vários edifícios altos agrupados em torno de uma praça aberta, com uma fonte no centro.</p>
<p><div id="attachment_1529" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1529" class="size-large wp-image-1529" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/General-Electric-Building-NY-768x1024.jpg" alt="General Electric Building - NY" width="640" height="853" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/General-Electric-Building-NY-768x1024.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/General-Electric-Building-NY-225x300.jpg 225w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/General-Electric-Building-NY-1152x1536.jpg 1152w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/General-Electric-Building-NY-1536x2048.jpg 1536w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/General-Electric-Building-NY-scaled.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1529" class="wp-caption-text">General Electric Building, 570 Lexington Avenue, Manhattan, New York</p></div></p>
<p><div id="attachment_1530" style="width: 1033px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1530" class="size-full wp-image-1530" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Top-of-General-Electric-Building-NY.jpg" alt="Top of General Electric Building - NY" width="1023" height="801" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Top-of-General-Electric-Building-NY.jpg 1023w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Top-of-General-Electric-Building-NY-300x235.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Top-of-General-Electric-Building-NY-768x601.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1023px) 100vw, 1023px" /><p id="caption-attachment-1530" class="wp-caption-text">Topo do General Electric Building &#8211; NY</p></div></p>
<h3>Origens</h3>
<p>O estilo arquitetônico do art déco estreou em Paris em 1903 a 1904, com a construção de dois prédios de apartamentos em Paris, um de Auguste Perret na rue Benjamin Franklin e outro na rue Trétaigne de Henri Sauvage. Os dois jovens arquitetos usaram concreto armado pela primeira vez em edifícios residenciais de Paris; os novos edifícios tinham linhas limpas, formas retangulares e nenhuma decoração nas fachadas; eles marcaram uma ruptura clara com o estilo Art Nouveau. Entre 1910 e 1913, Perret usou sua experiência em prédios de concreto para construir o Théâtre des Champs-Élysées, 15 avenue Montaigne. Entre 1925 e 1928, ele construiu a nova fachada art déco da loja de departamentos La Samaritaine em Paris.</p>
<p><div id="attachment_1537" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1537" class="size-full wp-image-1537" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Edifício-Art-Déco-da-loja-de-departamentos-La-Samaritaine-Paris.jpg" alt="Edifício Art Déco da loja de departamentos La Samaritaine - Paris" width="1024" height="732" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Edifício-Art-Déco-da-loja-de-departamentos-La-Samaritaine-Paris.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Edifício-Art-Déco-da-loja-de-departamentos-La-Samaritaine-Paris-300x214.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Edifício-Art-Déco-da-loja-de-departamentos-La-Samaritaine-Paris-768x549.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1537" class="wp-caption-text">Edifício Art Déco da loja de departamentos La Samaritaine &#8211; Paris</p></div></p>
<p>Após a Primeira Guerra Mundial, edifícios art déco de aço e concreto armado começaram a aparecer nas grandes cidades da Europa e dos Estados Unidos. Nos Estados Unidos, o estilo era mais comumente usado para edifícios de escritórios, prédios governamentais, cinemas e estações ferroviárias. Às vezes era combinado com outros estilos; A prefeitura de Los Angeles combinou o Art Deco com um telhado baseado no antigo mausoléu grego de Halicarnassus, enquanto a estação ferroviária de Los Angeles combinou o Deco com a arquitetura missionária espanhola. Os elementos Art Deco também apareceram em projetos de engenharia, incluindo as torres da Ponte Golden Gate e as torres de captação da Represa Hoover. Nas décadas de 1920 e 1930, tornou-se um estilo verdadeiramente internacional, com exemplos incluindo o Palácio de Bellas Artes (Palácio de Belas Artes) na Cidade do México por Federico Mariscal, a Estação de Metrô Mayakovskaya em Moscou e o National Diet Building em Tóquio por Watanabe Fukuzo.</p>
<p>O estilo Art Deco não se limitava a prédios em terra; o transatlântico SS Normandie, cuja primeira viagem foi em 1935, apresentou o design Art Deco, incluindo uma sala de jantar cujo teto e decoração foram feitos por Lalique.</p>
<h3>Arte Déco Tardio</h3>
<p>Em 1925, duas escolas diferentes coexistiram no Art Deco:</p>
<p>Os tradicionalistas, que haviam fundado a Sociedade de Artistas Decorativos; incluíam o designer de móveis Emile-Jacques Ruhlmann, Jean Dunard, o escultor Antoine Bourdelle e o designer Paul Poiret; eles combinaram formas modernas com artesanato tradicional e materiais caros.</p>
<p>Do outro lado, estavam os modernistas, que cada vez mais rejeitavam o passado e queriam um estilo baseado em avanços em novas tecnologias, simplicidade, ausência de decoração, materiais baratos e produção em massa. Os modernistas fundaram sua própria organização, a União Francesa de Artistas Modernos, em 1929. Seus membros incluíam os arquitetos Pierre Chareau, Francis Jourdain, Robert Mallet-Stevens, Corbusier e, na União Soviética, Konstantin Melnikov; a estilista irlandesa Eileen Gray e a estilista francesa Sonia Delaunay, os joalheiros Jean Fouquet e Jean Puiforcat. Eles atacaram ferozmente o tradicional estilo art déco, que eles disseram ter sido criado apenas para os ricos, e insistiram que edifícios bem construídos deveriam estar disponíveis para todos, e que essa forma deveria funcionar.</p>
<p>Para os modernistas, a beleza de um objeto ou edifício residia na adequação perfeita para cumprir sua função. Os métodos industriais modernos significavam que móveis e edifícios deveriam ser produzidos em massa, e não feitos à mão.</p>
<p>O designer de interiores Art Deco Paul Follot defendeu o Art Deco da seguinte maneira:</p>
<blockquote><p>&#8220;Sabemos que o homem nunca se contenta com o indispensável e que o supérfluo é sempre necessário &#8230; Caso contrário, teríamos de nos livrar da música, das flores e das flores. perfumes! &#8220;</p></blockquote>
<p>No entanto, Le Corbusier foi um publicitário brilhante da <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-modernista/">arquitetura modernista</a>; ele afirmou que uma casa era simplesmente &#8220;uma máquina para se viver&#8221; e incansavelmente promoveu a idéia de que o art déco era o passado e que o modernismo era o futuro. As idéias de Le Corbusier foram gradualmente adotadas pelas escolas de arquitetura e a estética do Art Deco foi abandonada.</p>
<p>As mesmas características que popularizaram o Art Deco no início, seu artesanato, materiais ricos e ornamentos, levaram ao seu declínio. A Grande Depressão, que começou nos Estados Unidos em 1929 e alcançou a Europa logo depois, reduziu bastante o número de clientes abastados que podiam pagar pelos móveis e objetos de arte.</p>
<p><div id="attachment_1970" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Cinema-Alhambra-1937.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1970" class="size-large wp-image-1970" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Cinema-Alhambra-1937-1024x819.jpg" alt="Antigo cinema Boulevard Jerusalem em Jaffa, Israel, projetado em 1937 pelo arquiteto libanês Elias Al-Mor" width="640" height="512" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Cinema-Alhambra-1937-1024x819.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Cinema-Alhambra-1937-300x240.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Cinema-Alhambra-1937-768x614.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Cinema-Alhambra-1937-1536x1229.jpg 1536w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Cinema-Alhambra-1937.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-1970" class="wp-caption-text">Antigo cinema Alhambra no Boulevard Jerusalem &#8211; Jaffa, Israel, projetado pelo arquiteto libanês Elias Al-Mor &#8211; 1937</p></div></p>
<p>No clima econômico da Depressão, poucas empresas estavam prontas para construir novos arranha-céus. Até a empresa Ruhlmann recorreu à produção de móveis em série, em vez de itens artesanais individuais. Os últimos edifícios construídos em Paris no novo estilo foram o Museu de Obras Públicas de Auguste Perret (atual Conselho Econômico, Social e Ambiental da França) e o Palais de Chaillot de Louis-Hippolyte Boileau, Jacques Carlu e Léon Azéma e o Palais de Tóquio da Exposição Internacional de Paris de 1937.</p>
<p><div id="attachment_1900" style="width: 970px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Villa-Empain-Bruxelas.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1900" class="size-full wp-image-1900" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Villa-Empain-Bruxelas.jpg" alt="Villa Empain - Bruxelas" width="960" height="639" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Villa-Empain-Bruxelas.jpg 960w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Villa-Empain-Bruxelas-300x200.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Villa-Empain-Bruxelas-768x511.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><p id="caption-attachment-1900" class="wp-caption-text">Residência Villa Empain &#8211; Bruxelas</p></div></p>
<blockquote><p>Nas imagens acima e abaixo, está uma bela joia Art Déco restaurada que foi construída como uma casa particular no início da década de 1930 pelo arquiteto belga Michel Polak por iniciativa do Barão Louis Empain.</p></blockquote>
<p><div id="attachment_1899" style="width: 678px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Villa-Empain-Entrada-Bruxelas.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1899" class="size-full wp-image-1899" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Villa-Empain-Entrada-Bruxelas.jpg" alt="Villa Empain - Entrada - Bruxelas" width="668" height="455" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Villa-Empain-Entrada-Bruxelas.jpg 668w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Villa-Empain-Entrada-Bruxelas-300x204.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 668px) 100vw, 668px" /></a><p id="caption-attachment-1899" class="wp-caption-text">Villa Empain &#8211; Entrada &#8211; Bruxelas</p></div></p>
<p>Após a Segunda Guerra Mundial, o estilo arquitetônico dominante tornou-se o <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/international-style/">Estilo Internacional</a>, cujos pioneiros eram Le Corbusier e Mies Van der Rohe. Alguns hotéis Art Deco foi construído em Miami Beach após a Segunda Guerra Mundial, mas em outros lugares o estilo foi abandonado, exceto no design industrial, onde continuou a ser usado no estilo de automóveis e em produtos como jukeboxes.</p>
<p>Na década de 1960 experimentou um renascimento acadêmico modesto, em parte graças aos escritos de historiadores da arquitetura como Bevis Hillier. Na década de 1970, foram feitos esforços nos Estados Unidos e na Europa para preservar os melhores exemplos da arquitetura Art Deco, e muitos edifícios foram restaurados e reaproveitados.</p>
<p>A <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/arquitetura-pos-moderna/">arquitetura pós-moderna</a>, que apareceu pela primeira vez na década de 1980, assim como o Art Deco, geralmente adota características puramente decorativas.</p>
<p>O Deco continua a inspirar designers, e é frequentemente usado em moda contemporânea, jóias e produtos domésticos.</p>
<h3>&#8220;Catedrais do Comércio&#8221;</h3>
<p>As grandes vitrines do design de interiores Art déco eram os saguões de edifícios governamentais, teatros e, principalmente, prédios de escritórios. Os interiores eram extremamente coloridos e dinâmicos, combinando escultura, murais e design geométrico ornamentado em mármore, vidro, cerâmica e aço inoxidável.</p>
<p><div id="attachment_1535" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1535" class="size-large wp-image-1535" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lobby-of-the-Chrysler-Building-1024x562.jpg" alt="Lobby of the Chrysler Building" width="640" height="351" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lobby-of-the-Chrysler-Building-1024x562.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lobby-of-the-Chrysler-Building-300x165.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lobby-of-the-Chrysler-Building-768x421.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lobby-of-the-Chrysler-Building.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1535" class="wp-caption-text">Lobby of the Chrysler Building</p></div></p>
<p>Um exemplo inicial foi o Edifício Fisher em Detroit, de Joseph Nathaniel French; o lobby era muito decorado com esculturas e cerâmicas. O Guardian Building (originalmente Union Building) em Detroit, de Wirt Rowland (1929), decorado com mármore vermelho e preto e cerâmica de cores vivas, destacado por portas e balcões de aço altamente polidos. A decoração escultural instalada nas paredes ilustrava as virtudes da indústria e da economia; o edifício foi imediatamente denominado &#8220;<strong>Catedral do Comércio</strong>&#8220;.</p>
<p><div id="attachment_1536" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1536" class="size-full wp-image-1536" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lower-lobby-of-the-Guardian-Building.jpg" alt="Lower lobby of the Guardian Building" width="1024" height="683" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lower-lobby-of-the-Guardian-Building.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lower-lobby-of-the-Guardian-Building-300x200.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lower-lobby-of-the-Guardian-Building-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1536" class="wp-caption-text">Lower lobby of the Guardian Building</p></div></p>
<p>Vídeo com algumas imagens do Edifício Fisher em Detroit:</p>
<p><iframe loading="lazy" style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=314&amp;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2FCurbed%2Fvideos%2F1095761510473777%2F&amp;show_text=false&amp;width=560" width="560" height="314" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Na França, o melhor exemplo de um interior Art Déco durante o período foi o Palais de la Porte Dorée (1931), de Albert Laprade, Léon Jaussely e Léon Bazin. O edifício (hoje Museu Nacional de Imigração, com um aquário no porão) foi construído para a Exposição Colonial de Paris de 1931, para celebrar o povo e os produtos das colônias francesas. A fachada externa era inteiramente coberta de esculturas e o saguão criava uma harmonia Art Déco com um piso de parquet de madeira em um padrão geométrico, um mural representando o povo das colônias francesas; e uma composição harmoniosa de portas verticais e varandas horizontais.</p>
<h3>Abaixo, o incrível City Hall, Buffalo, NY, de 1931.</h3>
<p><div id="attachment_1681" style="width: 917px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1681" class="size-full wp-image-1681" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/City-Hall-Buffalo-NY-1931.jpg" alt="City Hall - Buffalo - NY - 1931" width="907" height="960" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/City-Hall-Buffalo-NY-1931.jpg 907w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/City-Hall-Buffalo-NY-1931-283x300.jpg 283w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/City-Hall-Buffalo-NY-1931-768x813.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 907px) 100vw, 907px" /><p id="caption-attachment-1681" class="wp-caption-text">City Hall &#8211; Buffalo &#8211; NY &#8211; 1931</p></div></p>
<p><div id="attachment_1675" style="width: 760px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1675" class="size-full wp-image-1675" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/City-Hall-Buffalo-NY-1931-7.jpg" alt="City Hall - Buffalo - NY - 1931" width="750" height="736" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/City-Hall-Buffalo-NY-1931-7.jpg 750w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/City-Hall-Buffalo-NY-1931-7-300x294.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px" /><p id="caption-attachment-1675" class="wp-caption-text">City Hall &#8211; Buffalo &#8211; NY &#8211; 1931</p></div></p>
<p><div id="attachment_1676" style="width: 970px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1676" class="size-full wp-image-1676" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/City-Hall-Buffalo-NY-1931-6.jpg" alt="City Hall - Buffalo - NY - 1931" width="960" height="640" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/City-Hall-Buffalo-NY-1931-6.jpg 960w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/City-Hall-Buffalo-NY-1931-6-300x200.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/City-Hall-Buffalo-NY-1931-6-768x512.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p id="caption-attachment-1676" class="wp-caption-text">City Hall &#8211; Buffalo &#8211; NY &#8211; 1931</p></div></p>
<p><div id="attachment_1677" style="width: 720px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1677" class="size-full wp-image-1677" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/City-Hall-Buffalo-NY-1931-5.jpg" alt="City Hall - Buffalo - NY - 1931" width="710" height="960" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/City-Hall-Buffalo-NY-1931-5.jpg 710w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/City-Hall-Buffalo-NY-1931-5-222x300.jpg 222w" sizes="auto, (max-width: 710px) 100vw, 710px" /><p id="caption-attachment-1677" class="wp-caption-text">City Hall &#8211; Buffalo &#8211; NY &#8211; 1931</p></div></p>
<p><div id="attachment_1678" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1678" class="size-full wp-image-1678" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/City-Hall-Buffalo-NY-1931-4.jpg" alt="City Hall - Buffalo - NY - 1931" width="800" height="541" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/City-Hall-Buffalo-NY-1931-4.jpg 800w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/City-Hall-Buffalo-NY-1931-4-300x203.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/City-Hall-Buffalo-NY-1931-4-768x519.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-1678" class="wp-caption-text">City Hall &#8211; Buffalo &#8211; NY &#8211; 1931</p></div></p>
<p><div id="attachment_1679" style="width: 309px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1679" class="size-full wp-image-1679" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/City-Hall-Buffalo-NY-1931-3.jpg" alt="City Hall - Buffalo - NY - 1931" width="299" height="450" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/City-Hall-Buffalo-NY-1931-3.jpg 299w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/City-Hall-Buffalo-NY-1931-3-199x300.jpg 199w" sizes="auto, (max-width: 299px) 100vw, 299px" /><p id="caption-attachment-1679" class="wp-caption-text">City Hall &#8211; Buffalo &#8211; NY &#8211; 1931</p></div></p>
<p><div id="attachment_1680" style="width: 210px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1680" class="size-full wp-image-1680" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/City-Hall-Buffalo-NY-1931-2.jpg" alt="City Hall - Buffalo - NY - 1931" width="200" height="300" /><p id="caption-attachment-1680" class="wp-caption-text">City Hall &#8211; Buffalo &#8211; NY &#8211; 1931</p></div></p>
<p><div id="attachment_1849" style="width: 643px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Peacock-doors-at-the-Palmer-Hotel-Chicago.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1849" class="size-full wp-image-1849" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Peacock-doors-at-the-Palmer-Hotel-Chicago.jpg" alt="Peacock doors at the Palmer Hotel - Chicago" width="633" height="960" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Peacock-doors-at-the-Palmer-Hotel-Chicago.jpg 633w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Peacock-doors-at-the-Palmer-Hotel-Chicago-198x300.jpg 198w" sizes="auto, (max-width: 633px) 100vw, 633px" /></a><p id="caption-attachment-1849" class="wp-caption-text">Peacock doors at the Palmer Hotel &#8211; Chicago</p></div></p>
<p>Acima, portas de 1925 ornamentadas com pavões, de  Louis Comfort Tiffany em Palmer Hotel, Chicago.</p>
<h3>Decoração</h3>
<p>A decoração no período Art Deco passou por várias fases distintas.</p>
<p><div id="attachment_1648" style="width: 527px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1648" class="size-full wp-image-1648" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/luminarias-art-deco.png" alt="Luminárias Arte Déco" width="517" height="515" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/luminarias-art-deco.png 517w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/luminarias-art-deco-300x300.png 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/luminarias-art-deco-150x150.png 150w" sizes="auto, (max-width: 517px) 100vw, 517px" /><p id="caption-attachment-1648" class="wp-caption-text">Luminárias Arte Déco</p></div></p>
<p><div id="attachment_1667" style="width: 574px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1667" class="size-full wp-image-1667" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Robbins-Myers-Desk-Fan-1933.jpg" alt="Robbins &amp; Myers Desk Fan - 1933" width="564" height="845" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Robbins-Myers-Desk-Fan-1933.jpg 564w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Robbins-Myers-Desk-Fan-1933-200x300.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 564px) 100vw, 564px" /><p id="caption-attachment-1667" class="wp-caption-text">Ventilador de Mesa &#8211; Robbins &amp; Myers &#8211; 1933</p></div></p>
<p><div id="attachment_1968" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lustre-da-Carnegie-Library-1927-By-Jacques-Simon.jpg.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1968" class="size-full wp-image-1968" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lustre-da-Carnegie-Library-1927-By-Jacques-Simon.jpg.jpg" alt="Luminária Art Deco 1928 - Jaques Simon - Biblioteca Carnegie de Reims - França - Foto de Carmen Moya" width="650" height="960" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lustre-da-Carnegie-Library-1927-By-Jacques-Simon.jpg.jpg 650w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Lustre-da-Carnegie-Library-1927-By-Jacques-Simon.jpg-203x300.jpg 203w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-1968" class="wp-caption-text">Luminária Art Deco 1928 &#8211; Jaques Simon &#8211; Biblioteca Carnegie de Reims &#8211; França &#8211; Foto de Carmen Moya</p></div></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre 1910 e 1920, quando o Art Nouveau havia se esgotado, os estilos de design viram um retorno à tradição, particularmente na obra de Paul Iribe. Em 1912, André Vera publicou um ensaio na revista L&#8217;Art Décoratif, pedindo um retorno ao artesanato e aos materiais dos séculos anteriores, e usando um novo repertório de formas retiradas da natureza, principalmente cestas e guirlandas de frutas e flores.</p>
<p><div id="attachment_1287" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1287" class="size-large wp-image-1287" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Sofá-cama-art-déco-George-Gershwin-1928-1024x678.jpg" alt="Sofá-cama - art déco - George Gershwin - 1928" width="640" height="424" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Sofá-cama-art-déco-George-Gershwin-1928.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Sofá-cama-art-déco-George-Gershwin-1928-300x199.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Sofá-cama-art-déco-George-Gershwin-1928-768x509.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1287" class="wp-caption-text">Sofá-cama &#8211; art déco &#8211; George Gershwin &#8211; 1928</p></div></p>
<p>Uma segunda tendência do Art Deco, também de 1910 a 1920, foi inspirada nas cores vivas do movimento artístico conhecido como Fauves e nos trajes e conjuntos coloridos dos Ballets Russes. Esse estilo era frequentemente expresso com materiais exóticos, como pele de tubarão, madrepérola, marfim, couro colorido, madeira lacada e pintada e incrustações decorativas em móveis que enfatizavam sua geometria. Esse período do estilo atingiu seu ponto alto na Exposição de Artes Decorativas de Paris de 1925.</p>
<p><div id="attachment_1518" style="width: 501px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1518" class="size-full wp-image-1518" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Daily-Express-Building-Londres-Desde-1930.jpg" alt="Daily Express Building - Londres - Desde 1930" width="491" height="590" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Daily-Express-Building-Londres-Desde-1930.jpg 491w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Daily-Express-Building-Londres-Desde-1930-250x300.jpg 250w" sizes="auto, (max-width: 491px) 100vw, 491px" /><p id="caption-attachment-1518" class="wp-caption-text">Daily Express Building &#8211; Londres &#8211; Desde 1930</p></div></p>
<p>No final dos anos 20 e durante os anos 30, o estilo decorativo mudou, inspirado em novos materiais e tecnologias. Tornou-se mais elegante e menos ornamental. Os móveis, como a arquitetura, começaram a ter arestas arredondadas e a adotar um visual polido e aerodinâmico, inspirado nos meios de transportes cada vez mais velozes. Novos materiais, como aço cromado, alumínio e baquelite, uma das primeiras formas de plástico, começaram a aparecer em móveis e decoração.</p>
<p><div id="attachment_1517" style="width: 307px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1517" class="size-full wp-image-1517" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Banheiro-de-1930-ainda-com-o-Art-Deco-Original-California.jpg" alt="Banheiro de 1930 ainda com o Art Deco Original - California" width="297" height="400" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Banheiro-de-1930-ainda-com-o-Art-Deco-Original-California.jpg 297w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Banheiro-de-1930-ainda-com-o-Art-Deco-Original-California-223x300.jpg 223w" sizes="auto, (max-width: 297px) 100vw, 297px" /><p id="caption-attachment-1517" class="wp-caption-text">Banheiro de 1930 ainda com o Art Deco Original &#8211; California</p></div></p>
<p>Durante todo o período Art Deco, e particularmente na década de 1930, os motivos da decoração expressavam a função do edifício. Os teatros eram decorados com esculturas que ilustravam música, dança e emoção; as empresas de energia mostravam o nascer do sol, o prédio da Chrysler exibia ornamentos estilizados no capô; Os frisos do Palais de la Porte Dorée, na Exposição Colonial de Paris de 1931, mostravam os rostos das diferentes nacionalidades das colônias francesas.</p>
<p><div id="attachment_1671" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1671" class="size-full wp-image-1671" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Decoração-Deco.jpg" alt="Decoração Deco" width="600" height="400" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Decoração-Deco.jpg 600w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Decoração-Deco-300x200.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-1671" class="wp-caption-text">Decoração Anos 30</p></div></p>
<p>O estilo <em>Streamline</em> dava impressão do próprio edifício estava em movimento. Os murais da WPA da década de 1930 mostravam pessoas comuns; operários, trabalhadores dos correios, famílias e agricultores, no lugar de heróis clássicos.</p>
<h2>Streamline Moderne</h2>
<p>No final da década de 1930, uma nova variedade de arquitetura Art Deco se tornou comum; chamava-se <em>Streamline Moderne</em> ou simplesmente <em>Streamline</em>, ou, na França, o <em>Style Paqueboat</em> ou <em>Ocean Liner</em>.</p>
<p>Os edifícios no estilo tinham cantos arredondados e longas linhas horizontais; eles eram construídos em concreto armado e eram quase sempre brancos; e às vezes tinham características náuticas, como grades que se assemelhavam às de um navio. O canto arredondado não era totalmente novo; apareceu em Berlim em 1923 no Mossehaus de Erich Mendelsohn e mais tarde no Hoover Building, um complexo industrial no subúrbio de Perivale, em Londres.</p>
<p><div id="attachment_1547" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1547" class="size-full wp-image-1547" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Maritime-Museum-San-Francisco-1936.jpg" alt="Maritime Museum -San Francisco - 1936" width="1024" height="768" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Maritime-Museum-San-Francisco-1936.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Maritime-Museum-San-Francisco-1936-300x225.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Maritime-Museum-San-Francisco-1936-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1547" class="wp-caption-text">Maritime Museum -San Francisco &#8211; 1936</p></div></p>
<p>Nos Estados Unidos, tornou-se mais estreitamente associado ao transporte; O <em>streamline moderne</em> era raro em edifícios de escritórios, mas era frequentemente usado em estações de ônibus e terminais de aeroportos, como o terminal no aeroporto de La Guardia, em Nova York, que administrava os primeiros vôos transatlânticos, por meio dos barcos voadores PanAm; e na arquitetura na estrada, como postos de gasolina e lanchonetes.</p>
<p><div id="attachment_1548" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1548" class="size-full wp-image-1548" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/streamline-moderne.jpg" alt="streamline-moderne" width="1024" height="928" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/streamline-moderne.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/streamline-moderne-300x272.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/streamline-moderne-768x696.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-1548" class="wp-caption-text">streamline-moderne</p></div></p>
<p>No final da década de 1930, uma série de lanchonetes, inspiradas em vagões de trem, foram produzidas e instaladas nas cidades da Nova Inglaterra; pelo menos dois exemplos ainda permanecem e agora são edifícios históricos registrados.</p>
<p><div id="attachment_1544" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1544" class="size-large wp-image-1544" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Desk-of-an-administrator-by-Michel-Roux-Spitz-for-the-1930-765x1024.jpg" alt="Escritório - 1930" width="640" height="857" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Desk-of-an-administrator-by-Michel-Roux-Spitz-for-the-1930-765x1024.jpg 765w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Desk-of-an-administrator-by-Michel-Roux-Spitz-for-the-1930-224x300.jpg 224w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Desk-of-an-administrator-by-Michel-Roux-Spitz-for-the-1930-768x1028.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Desk-of-an-administrator-by-Michel-Roux-Spitz-for-the-1930.jpg 800w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1544" class="wp-caption-text">Escritório &#8211; 1930</p></div></p>
<p>Os móveis surgidos ao final do Art Déco viriam a formar a base de todo o mobiliário produzido nas próximas décadas, já denominados sob o termo Mid-century Furniture, ou Mobiliário do Meio do Século. Móveis e utensílios de cantos arredondados, cores vivas, alguns com pés, que hoje conhecemos como &#8220;retrô&#8221;, típicos dos anos 50 até 80 nada mais são do que uma evolução do art déco.</p>
<p><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/casas-em-estilo-nautico-maritimo/">Veja algumas casas construídas no estilo Streamline Moderne (Ocean Liner)</a></p>
<p><a href="https://br.pinterest.com/pin/199776933440622243/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja outras imagens Streamline Moderne</a></p>
<h3>Arte Déco no Brasil</h3>
<p>A arquitetura Art Déco difundiu-se no Brasil entre os anos 1930 e 1940, antecipando elementos da arquitetura moderna das décadas seguintes. Os principais acervos Déco brasileiros concentram-se no Rio de Janeiro, São Paulo e Goiânia. Há, ainda, importantes exemplos em Campo Grande com a obra do arquiteto Frederico Urlass; Belo Horizonte e Juiz de Fora nos projetos do arquiteto Raphael Arcuri; Porto Alegre, na Avenida Farrapos, entre outros.</p>
<p>O Rio de Janeiro, no entanto, se destaca como a capital do Art Déco na América Latina, tendo cerca de 400 imóveis nesse estilo, além de várias obras de arte, dentre elas o próprio Cristo Redentor, a maior estátua Art Déco do mundo. Alguns dos exemplos mais significativo do Déco no Rio de Janeiro são a Torre do Relógio da Estação Central do Brasil, e o Edifício A Noite (1929), com 22 andares, que fica na Praça Mauá.</p>
<p><div id="attachment_1540" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1540" class="size-large wp-image-1540" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Central-do-Brasil-868x1024.jpg" alt="Central do Brasil" width="640" height="755" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Central-do-Brasil-868x1024.jpg 868w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Central-do-Brasil-254x300.jpg 254w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Central-do-Brasil-768x906.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Central-do-Brasil.jpg 1091w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1540" class="wp-caption-text">Central do Brasil</p></div></p>
<p>Outros espaços importantes são o Teatro Carlos Gomes (1932), o Edifício Mesbla (1934), a Associação Comercial do Rio de Janeiro (1937), o Cine Roxy (1938), o Tribunal Regional do Trabalho (1938), o Palácio Duque de Caxias (1942), e o Palácio da Fazenda (1943). O resgate dos temas indígenas, proposto pela Semana de Arte Moderna de 1922, ocorrido em São Paulo, influenciou o movimento Art Déco no Rio de Janeiro no que diz respeito aos prédios de apartamentos, sobretudo os que se concentram na região do Lido, em Copacabana, como o Itaoca (1928) ou os edifícios Itahy e Guahy (1932). O Circuito Art Déco das placas azuis do Patrimônio Cultural Carioca inclui alguns dos mais belos exemplos: o Edifício Brasília, na Avenida Presidente Wilson; o monumento ao Marechal Deodoro da Fonseca, na Praça Paris; e o Chafariz da Mulher com Ânfora, no Centro. Menos conhecidos, mais igualmente importantes são a Igreja de Santa Terezinha em Botafogo e a Igreja da Santíssima Trindade, no bairro do Flamengo, do arquiteto Henri Paul Sajous.</p>
<p><div id="attachment_1541" style="width: 690px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1541" class="size-full wp-image-1541" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Edifício-Altino-Arantes-SP.jpg" alt="Edifício Altino Arantes - SP" width="680" height="453" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Edifício-Altino-Arantes-SP.jpg 680w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Edifício-Altino-Arantes-SP-300x200.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 680px) 100vw, 680px" /><p id="caption-attachment-1541" class="wp-caption-text">Edifício Altino Arantes &#8211; SP</p></div></p>
<p><a href="https://vejasp.abril.com.br/cidades/edificio-altino-arantes-reforma-novidades/">Imagem e mais informações</a></p>
<p>São Paulo também tem grandes exemplos de prédios Déco, como o Edifício do Banco do Brasil, o Edifício Altino Arantes e diversas obras realizadas pelo arquiteto Rino Levi. O edifício-sede da Biblioteca Mário de Andrade e o Estádio do Pacaembu são dois grandes marcos arquitetônicos do estilo na cidade.</p>
<p>Goiânia também reúne grande número de exemplares de edifícios Art Déco. Foi o Déco que inspirou os primeiros prédios de Goiânia, nova capital de Goiás, projetada em 1933 por Attilio Corrêa Lima, cujo acervo arquitetônico é considerado um dos mais significativos do país. Ainda no estado de Goiás, no interior, Ipameri tem um grande patrimônio da arquitetura preservado, todo localizado no centro da cidade. Alguns exemplares que mais se destacam são o antigo prédio do Cine Teatro Estrela, o prédio da antiga sede do Banco do Brasil, o prédio-sede da Câmara Municipal, os prédios das antigas Chevrolet e Ford (Edifícios Firmo Ribeiro e Miguel David Cosac respectivamente), dentre outros.</p>
<p><div id="attachment_1542" style="width: 319px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1542" class="size-full wp-image-1542" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Cristo-Redentor-Art-Déco-RJ.jpg" alt="Cristo Redentor - Art Déco - RJ" width="309" height="362" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Cristo-Redentor-Art-Déco-RJ.jpg 309w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Cristo-Redentor-Art-Déco-RJ-256x300.jpg 256w" sizes="auto, (max-width: 309px) 100vw, 309px" /><p id="caption-attachment-1542" class="wp-caption-text">Um dos mais importantes símbolos brasileiros possui estilo Déco</p></div></p>
<p>O estilo influenciou artistas como o escultor Vítor Brecheret (1894-1955), o pintor Vicente do Rego Monteiro (1899-1970), além de outros. Uma obra de Brecheret em estilo Art Déco é o Monumento às Bandeiras, em São Paulo. Outros conjuntos arquitetônicos em Art Déco significativos estão localizados em Iraí (RS), Florianópolis (SC), Cipó (BA) e Campina Grande (PB).</p>
<h2>Art Déco contemporânea</h2>
<p>A construtora Embraed, de Balneário Camboriú, conhecida pelo esmero estético de seus edifícios, resgatou em um deles traços do art-déco novaiorquino.</p>
<p>O resultado da perspectiva 3D realmente ficou muito bem resolvido. Assim que estiver concluído, traremos imagens aqui.</p>
<p><div id="attachment_1819" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/ny-apartments-art-deco.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1819" class="size-full wp-image-1819" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/ny-apartments-art-deco.jpg" alt="New York Apartments" width="600" height="900" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/ny-apartments-art-deco.jpg 600w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/ny-apartments-art-deco-200x300.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><p id="caption-attachment-1819" class="wp-caption-text">New York Apartments</p></div></p>
<p><div id="attachment_1820" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/ny-apartments-art-deco-detalhes.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1820" class="size-large wp-image-1820" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/ny-apartments-art-deco-detalhes-1024x576.jpg" alt="New York Apartments" width="640" height="360" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/ny-apartments-art-deco-detalhes-1024x576.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/ny-apartments-art-deco-detalhes-300x169.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/ny-apartments-art-deco-detalhes-768x432.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/ny-apartments-art-deco-detalhes.jpg 1366w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-1820" class="wp-caption-text">New York Apartments</p></div></p>
<p><div id="attachment_1975" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/New-York-Apartments.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1975" class="size-large wp-image-1975" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/New-York-Apartments-1024x1024.jpg" alt="New York Apartments" width="640" height="640" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/New-York-Apartments-1024x1024.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/New-York-Apartments-300x300.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/New-York-Apartments-150x150.jpg 150w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/New-York-Apartments-768x768.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/New-York-Apartments.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-1975" class="wp-caption-text">New York Apartments</p></div></p>
<p>Embora construído com as mais atuais tecnologias construtivas, a ornamentação Art-Déco se faz presente no coração da Avenida Brasil, a avenida comercial mais importante do Centro da cidade turística mais conhecida do Sul do Brasil.</p>
<p><a href="https://www.embraed.com.br/pt-BR/empreendimento/new-york-apartments">Veja mais sobre o New York Apartments</a>.</p>
<h3>Saiba Mais</h3>
<p><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Art_d%C3%A9co">Wikipedia</a></p>
<p><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Art_Deco">Wikipedia</a> (inglês)</p>
<p><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Streamline_Moderne">Streamline Moderne</a> (inglês)</p>
<p><a href="https://www.ronaud.com/arte/os-anos-20-o-espirito-da-decada-de-20/">Os incríveis Anos 20</a></p>
<p><a href="https://www.internationalposter.com/style-primers/art-deco-posters/">Posters Art-déco</a></p>
<h3>Referências</h3>
<ul>
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<li>Breeze, Carla (2003). American Art Deco: Modernistic Architecture and Regionalism. W. W. Norton. ISBN 978-0-393-01970-4.</li>
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<li>Duncan, Alastair (2009). Art Deco Complete: The Definitive Guide to the Decorative Arts of the 1920s and 1930s. Abrams. ISBN 978-0-8109-8046-4.</li>
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</ul>
<h3>Mídia</h3>
<p>Abaixo, música de Lana Del Rey, com cenas do filme baseado na obra The Great Gatzby de 1925, de F. Scott Fitzgerald.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/vK3xgCmpXdk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Art Nouveau</title>
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		<dc:creator><![CDATA[estilosarquitetonicos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2017 06:30:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilos Arquitetônicos]]></category>
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					<description><![CDATA[A expressão art nouveau é a expressão francesa para &#8220;arte nova&#8221;, foi um estilo internacional de arquitetura e de artes decorativas muito apreciado de 1890 até os anos 1920. É também conhecida como Jugendstil, termo alemão para &#8220;estilo da juventude&#8221;, que &#8230; <a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/art-nouveau/">Leia mais <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_1149" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1149" class="size-large wp-image-1149" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Escada-Art-Nouveau-1024x457.jpg" alt="Escada Art Nouveau" width="640" height="286" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Escada-Art-Nouveau-1024x457.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Escada-Art-Nouveau-300x134.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Escada-Art-Nouveau-768x342.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Escada-Art-Nouveau.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1149" class="wp-caption-text">Escada Art Nouveau</p></div></p>
<p>A expressão <em>art nouveau</em> é a expressão francesa para &#8220;arte nova&#8221;, foi um estilo internacional de arquitetura e de artes decorativas muito apreciado de 1890 até os anos 1920. É também conhecida como <em>Jugendstil</em>, termo alemão para &#8220;estilo da juventude&#8221;, que recebeu o nome devido à revista <em>Jugend</em>. A art nouveau foi uma reação à arte acadêmica do século XIX. Foi inspirado principalmente por formas e estruturas naturais, não somente de flores e plantas, mas também de linhas curvas.</p>
<p><div id="attachment_1150" style="width: 259px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1150" class="size-full wp-image-1150" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Janela-Art-Nouveau-Casa-Fenoglio-Lafleur-Itália.jpg" alt="Janela Art Nouveau Casa Fenoglio Lafleur - Itália" width="249" height="600" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Janela-Art-Nouveau-Casa-Fenoglio-Lafleur-Itália.jpg 249w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Janela-Art-Nouveau-Casa-Fenoglio-Lafleur-Itália-125x300.jpg 125w" sizes="auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px" /><p id="caption-attachment-1150" class="wp-caption-text">Janela Art Nouveau Casa Fenoglio Lafleur &#8211; Itália</p></div></p>
<p>Imagens: <a href="https://www.vivadecora.com.br/pro/arquitetura/art-nouveau/">1</a> &#8211; <a href="http://studiolabdecor.com.br/art-nouveau/">2</a></p>
<p>Antes da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o estilo gradativamente migrou das linhas excessivamente orgânicas, para traçados mais geométricos, uma característica própria do movimento artístico <em>art déco</em>, o qual vigorou aproximadamente de 1910 até 1939.</p>
<h3>Origens</h3>
<p>As origens do Art Noveau partem de Willian Morris, arquiteto e sociólogo, influenciado pelas ideias de John Ruskin, contrárias a mecanização dos processos da época, surgidas com a 2ª Revolução Industrial. Morris lidera o movimento Arts &amp; Crafts assumindo que era impossível negar o desenvolvimento industrial, porém abrindo caminho para a síntese entre a arte e a indústria, influenciando o surgimento do Art Nouveau na medida em que novos materiais e técnicas industriais permitiam o surgimento de novas formas de expressão artística.</p>
<h3>Propagação</h3>
<p>O art nouveau foi mais popular na Europa, mas a sua influência se espalhou pelo mundo. O período em que esteve muito em voga foi chamado de <em>Belle Époque</em>. O movimento ganhou visibilidade com a Galeria Parisiense L´Art Nouveau, aberta em 1895 pelo comerciante de arte e colecionador Siegfried Bing. Posteriormente, um projeto de redecoração da casa de Bing, exposto na Exposição Universal de Paris em 1900 projetou o movimento para fora da França.</p>
<p><div id="attachment_1712" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1712" class="size-large wp-image-1712" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Gran-Hotel-Ciudad-de-México-1899-Designed-by-the-Frenchman-Jacques-Grüber.-795x1024.jpg" alt="Gran Hotel - Ciudad de México - 1899 - Designed by the Frenchman Jacques Grüber." width="640" height="824" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Gran-Hotel-Ciudad-de-México-1899-Designed-by-the-Frenchman-Jacques-Grüber.-795x1024.jpg 795w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Gran-Hotel-Ciudad-de-México-1899-Designed-by-the-Frenchman-Jacques-Grüber.-233x300.jpg 233w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Gran-Hotel-Ciudad-de-México-1899-Designed-by-the-Frenchman-Jacques-Grüber.-768x989.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Gran-Hotel-Ciudad-de-México-1899-Designed-by-the-Frenchman-Jacques-Grüber..jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1712" class="wp-caption-text">Gran Hotel &#8211; Ciudad de México &#8211; 1899 &#8211; Designed by the Frenchman Jacques Grüber.</p></div></p>
<p>Na França, as entradas do metropolitano de Paris feitas por Hector Guimard eram do estilo art nouveau. Emile Gallé praticou o estilo &#8220;Escola de Nancy&#8221;. Victor Horta teve um efeito decisivo na arquitectura na Bélgica. Revistas como a Jugend ajudaram a divulgar o estilo na Alemanha, especialmente como uma forma de arte gráfica, enquanto os secessionistas de Viena influenciaram a arte e a arquitectura de toda a Áustria-Hungria.</p>
<p>Art Nouveau também era o estilo de artistas conhecidos como Gustav Klimt, Charles Rennie Mackintosh, Alfons Mucha, René Lalique, Antoni Gaudí e Louis Comfort Tiffany, cada um dos quais interpretou o art nouveau de sua própria maneira.</p>
<p><div id="attachment_1665" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1665" class="size-large wp-image-1665" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Interior-of-the-Georges-Fouquet-Salon-1900-1024x801.jpg" alt="Interior of the Georges Fouquet Salon ~1900" width="640" height="501" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Interior-of-the-Georges-Fouquet-Salon-1900-1024x801.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Interior-of-the-Georges-Fouquet-Salon-1900-300x235.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Interior-of-the-Georges-Fouquet-Salon-1900-768x600.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Interior-of-the-Georges-Fouquet-Salon-1900.jpg 1100w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1665" class="wp-caption-text">Interior of the Georges Fouquet Salon ~1900</p></div></p>
<p>O art nouveau ilustra a transição do século XIX para o XX na arte, pensamento e sociedade. <strong>É considerado, portanto, uma transição entre o historicismo e o modernismo.</strong></p>
<p>O Centro Histórico de Riga, na Letônia, é considerado como &#8220;a melhor coleção de construções art nouveau na Europa&#8221;, tendo sido incluso na lista em 1997, junto com quatro casas (chamadas em francês: Hôtel de maître): Casa Tassel, Casa Solvay, Casa van Eetvelde e Casa-Museu Horta em Bruxelas feitas por Victor Horta (1861-1947).</p>
<h3>Outros nomes</h3>
<p>Hoje, é comum chamar de art nouveau as obras com uma linha orgânica de influência franco-belga e de Jugendstil as obras com linhas mais geométricas dos países germânicos.</p>
<p>Ao nível internacional, outros nomes locais foram associados à &#8220;arte nova&#8221; com as suas formas, escolas de pensamento, praticantes e obras. Muitos desses termos se referem à ideia de novidade:</p>
<ul>
<li>Antes de a expressão art nouveau se tornar comum na França, Style Moderne (Estilo Moderno) era a designação mais frequente;<br />
Arte jovem ou estilo modernista, na Espanha;</li>
<li>Modernismo, na Catalunha;</li>
<li>Arte Nova, em Portugal;</li>
<li>Lo Stile Liberty ou Stile Floreale, na Itália;</li>
<li>Nieuwe Kunst, nos Países Baixos;</li>
<li>модерн (&#8220;novo, contemporâneo&#8221;), na Rússia.</li>
<li>Muitos nomes referem especialmente às formas orgânicas que eram populares com os artistas art nouveau: Stile Floreale (estilo floral), Lilenstil (estilo do Lírio), e Wellenstil (estilo da onda).</li>
</ul>
<p>Em outros casos, são os artistas renomados e locais associados que influenciaram os nomes.</p>
<p>As entradas (edículas) do Metropolitano de Paris (1900-1912), obras de Hector Guimard, por exemplo, forneceram a expressão <em>Style Métro</em> (estilo metrô); a popularidade da loja de departamento londrina Liberty fez com que o estilo ficasse conhecido na Itália como <em>Stile Liberty</em> (estilo Liberty); nos Estados Unidos, ficou conhecida como <em>Tiffany Style</em> devido a sua associação com Louis Comfort Tiffany. Na Áustria, uma forma local de Art Nouveau era praticada pelos artistas da Secessão de Vienaː assim, o estilo passou a ser conhecido como <em>Sezessionstil</em> (estilo da Secessãoː em húngaro, szecesszió). No Reino Unido, o estilo é associado às atividades de Charles Rennie Mackintosh na Escola de Artes de Glasgow, e é geralmente conhecido como <em>Glasgow School</em>, do grupo The Four.</p>
<p><div id="attachment_2024" style="width: 778px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Portas-de-vitrais-Barcelona.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2024" class="size-full wp-image-2024" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Portas-de-vitrais-Barcelona.jpg" alt="Portas de vitrais - Barcelona" width="768" height="960" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Portas-de-vitrais-Barcelona.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Portas-de-vitrais-Barcelona-240x300.jpg 240w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a><p id="caption-attachment-2024" class="wp-caption-text">Portas de vitrais &#8211; Barcelona</p></div></p>
<p>As tendências Art Nouveau também eram usadas por estilos locais. Na Dinamarca, por exemplo, era um aspecto da Escola Skønvirke (trabalho estético) que se relacionava com o estilo Arts and Crafts. Da mesma forma, os artistas adotaram muitos dos padrões florais e orgânicos do Art Nouveau no estilo Mloda Polska (Polônia Jovem) na Polónia.</p>
<p>Houve, também, nomes menos favoráveis ao estilo Art Nouveau, como <em>Style Spaghetti</em> (estilo espaguete), o <em>Style Ténia</em> (estilo tênia), o <em>Style Nouille</em> (estilo macarrônico) e <em>Paling Stijl</em> (estilo da enguia).</p>
<h2>Uma forma inteiramente Nova de Expressão</h2>
<p>O art nouveau é, atualmente, considerado um estilo completo, abarcando toda a hierarquia do design – arquitetura; interior; artes decorativas, joias, móveis, têxteis, prata e outros utensílios e iluminação; e as artes visuais.</p>
<p>De acordo com a filosofia do estilo, a arte deve ser um modo de vida. Para muitos europeus, foi possível viver em casas inspiradas pelo art nouveau com móveis, prataria, louça, joias e cigarreiras art nouveau. Os artistas art nouveau queriam combinar as belas-artes e as artes aplicadas até mesmo com objetos utilitários.</p>
<p><div id="attachment_1155" style="width: 880px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1155" class="size-full wp-image-1155" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Interior-em-Art-Nouveau.jpg" alt="Interior em Art Nouveau" width="870" height="844" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Interior-em-Art-Nouveau.jpg 870w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Interior-em-Art-Nouveau-300x291.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Interior-em-Art-Nouveau-768x745.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 870px) 100vw, 870px" /><p id="caption-attachment-1155" class="wp-caption-text">Interior em Art Nouveau</p></div></p>
<p>A reação ao Art Nouveau estimulou o surgimento de críticos que defendiam o pensamento racional e funcional como Mies Van der Rohe, Louis Sullivan e Frank Lloyd Wright.</p>
<h3>Características do Art Nouveau</h3>
<p>Surgiu uma hiper valorização dos traços encontrados na natureza; sua complexidade e sinuosidade, buscando o desafio de produzir de forma industrial as expressões artísticas cada vez mais originais e ousadas.</p>
<p>Nas formas buscou-se a originalidade, fugindo das formas tradicionais, clássicas e barrocas. São utilizadas linhas de origem floral ou animal, com formas delicadas, sinuosas, ondulantes, quase sempre assimétricas;</p>
<p>Os materiais explorados eram novos, como o ferro, vidro e o cimento;</p>
<p>O movimento diferenciou-se por dar grande importância ao design, deixando de lado a pintura. Por isso muitas vezes foi marcado por uma decoração elaborada. O grande destaque foi o desenvolvimento de cartazes e objetos de decoração. Foram criados novos formatos de letra, marcas comerciais e layouts de impressão.</p>
<p><div id="attachment_1156" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1156" class="size-large wp-image-1156" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Cartaz-Estilo-Art-Nouveau-754x1024.jpg" alt="Cartaz Estilo Art Nouveau" width="640" height="869" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Cartaz-Estilo-Art-Nouveau-754x1024.jpg 754w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Cartaz-Estilo-Art-Nouveau-221x300.jpg 221w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Cartaz-Estilo-Art-Nouveau-768x1043.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Cartaz-Estilo-Art-Nouveau.jpg 870w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1156" class="wp-caption-text">Cartaz Estilo Art Nouveau</p></div></p>
<h3>Art Nouveau e Arquitetura</h3>
<p>O art nouveau na arquitetura e design interior evitou os estilos revivalistas do século XIX. Apesar de os designers art nouveau terem selecionado e modernizado alguns dos mais abstratos elementos do estilo rococó, como as texturas da chama e da concha, eles também defenderam o uso de formas orgânicas muito estilizadas como fonte de inspiração, expandindo o repertório &#8220;natural&#8221; de se usar alga, grama e insetos.</p>
<p><div id="attachment_1151" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1151" class="size-full wp-image-1151" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Art-Nouveau-Gresham-Palace.jpg" alt="Art Nouveau - Gresham Palace" width="600" height="443" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Art-Nouveau-Gresham-Palace.jpg 600w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Art-Nouveau-Gresham-Palace-300x222.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-1151" class="wp-caption-text">Art Nouveau &#8211; Gresham Palace</p></div></p>
<p>São características deste estilo o uso de florais, formas orgânicas e naturais inspiradas em folhagens, flores, cisnes, labaredas e animais. Os edifícios apresentavam formas curvas, delicadas, irregulares e assimétricas, utilizando muitos mosaicos e misturas de materiais. Os ambiente interno e externo eram articulados, unindo forma e função.</p>
<p><div id="attachment_1154" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1154" class="size-large wp-image-1154" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Residência-Art-Nouveau-721x1024.jpg" alt="Residência Art Nouveau" width="640" height="909" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Residência-Art-Nouveau-721x1024.jpg 721w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Residência-Art-Nouveau-211x300.jpg 211w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Residência-Art-Nouveau-768x1090.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Residência-Art-Nouveau.jpg 870w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1154" class="wp-caption-text">Residência Art Nouveau</p></div></p>
<p>A arquitetura art nouveau fez uso de muitas das inovações tecnológicas do fim do século XIX, especialmente o uso de ferro exposto e grandes pedaços irregulares de vidro para a arquitetura.</p>
<p><div id="attachment_1152" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1152" class="size-full wp-image-1152" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Art-Nouveau-Confeitaria-Colombo-Rio-de-Janeiro.jpeg" alt="Art Nouveau - Confeitaria Colombo - Rio de Janeiro" width="600" height="400" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Art-Nouveau-Confeitaria-Colombo-Rio-de-Janeiro.jpeg 600w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Art-Nouveau-Confeitaria-Colombo-Rio-de-Janeiro-300x200.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p id="caption-attachment-1152" class="wp-caption-text">Art Nouveau &#8211; Confeitaria Colombo &#8211; Rio de Janeiro</p></div></p>
<p>No início da Primeira Guerra Mundial, no entanto, a natureza estilizada do design art nouveau – <strong>que era caro para se produzir</strong> – começou a ser abandonada em favor de um modernismo mais ágil, retilíneo e barato, se transformando no que viria a ser conhecido como art déco.</p>
<h3>Mobiliário</h3>
<p>O mobiliário Art Nouveau é particularmente interessante, existindo vários importantes designers de móveis art nouveau. Na França, Louis Majorelle, ligado à Escola de Nancy, adotou o estilo e criou móveis com linhas florais e orgânicas.</p>
<p><div id="attachment_1153" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1153" class="size-large wp-image-1153" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Móveis-Estilo-Art-Nouveau-1024x576.jpg" alt="Móveis Estilo Art Nouveau" width="640" height="360" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Móveis-Estilo-Art-Nouveau-1024x576.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Móveis-Estilo-Art-Nouveau-300x169.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Móveis-Estilo-Art-Nouveau-768x432.jpg 768w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Móveis-Estilo-Art-Nouveau.jpg 1366w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1153" class="wp-caption-text">Móveis Estilo Art Nouveau</p></div></p>
<p>Na Bélgica, Gustave Serrurier-Bovy adotou um estilo mais linear do Art Nouveauː uma de suas obras icônicas é o gabinete &#8220;Silex&#8221;. Não devemos esquecer também as linhas geométricas de Charles Rennie Mackintosh, na Escócia, ou de Josef Hoffmann, da Wiener Werkstätte.</p>
<p><div id="attachment_1135" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1135" class="size-large wp-image-1135" src="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Namoradeira-Antoni-Gaudí-Museu-Nacional-de-Arte-da-Catalunha-1024x734.jpg" alt="Namoradeira - Antoni Gaudí - Museu Nacional de Arte da Catalunha" width="640" height="459" srcset="https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Namoradeira-Antoni-Gaudí-Museu-Nacional-de-Arte-da-Catalunha.jpg 1024w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Namoradeira-Antoni-Gaudí-Museu-Nacional-de-Arte-da-Catalunha-300x215.jpg 300w, https://www.estilosarquitetonicos.com.br/wp-content/uploads/2020/06/Namoradeira-Antoni-Gaudí-Museu-Nacional-de-Arte-da-Catalunha-768x551.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1135" class="wp-caption-text">Namoradeira &#8211; Antoni Gaudí &#8211; Museu Nacional de Arte da Catalunha</p></div></p>
<h3>Saiba mais</h3>
<p><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Art_nouveau">Wikipedia</a></p>
<h3>Referências</h3>
<ul>
<li>DUNCAN, Alastair, <i>Art Nouveau. World of Art</i>. New York: Thames and Hudson, 1994. ISBN 0-500-20273-7</li>
<li>BURNIAT Patrick, PUTTEMANS Pierre, VANDENBREEDEN Jos, <i>L&#8217;Architecture Moderne à Bruxelles / Moderne Architectuur in Brussel / Modern Architecture in Brussels</i>, Bruxelas, Les Éditions de l&#8217;Octogone, 2000. (Em francês, em flamengo e em inglês)</li>
<li>HELLER, Steven, and CHWAST, Seymour, <i>Graphic Style from Victorian to Digital</i>. New ed. New York: Harry N. Abrams, Inc., 2001. p. 53–57.</li>
<li>STERNER, Gabriele, <i>Art Nouveau, an Art of Transition: From Individualism to Mass Society</i>, Woodbury &#8211; Nova York, Barron&#8217;s Educational Series, 1982. ISBN 0-8120-2105-3</li>
<li>FREIRE, Maria Lúcia Santos. Imagens da Arte Brasileira. Rio de Janeiro, 2005.</li>
<li>SERAPHIM, Mirian N. et al.. Eliseu Visconti &#8211; A modernidade antecipada. Rio de Janeiro: Holos Consultores Associados, 2012.</li>
<li>VISCONTI, Tobias Stourdzé et al.. Eliseu Visconti &#8211; A arte em movimento. Rio de Janeiro: Holos Consultores Associados, 2012.</li>
<li>MESNIL Christian, C<i>hefs-d’œuvre de l’Art Nouveau à Bruxelles</i>, Bruxelles, éd. Aparté, 2009. ISBN 978-2-9303-2722-8</li>
<li>BORSI Franco, WIESER Hans, VAN DER MEERSCHEN Jean-Marie, <i>Bruxelles capitale</i> <i>de l’Art Nouveau</i>, Bruxelles, éd. Marc Vokaer (Coll. « Europe 1900 »),1992.</li>
<li>LOYER François, <i>Paul Hankar. Naissance de l’Art Nouveau</i>, Bruxelles, éd. Archives d’Architecture Moderne, 1986.</li>
<li>MEERS Louis, <i>Promenades Art Nouveau à Bruxelles, </i>Bruxelas, éd. Racine, 1996.</li>
</ul>
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